quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Pesquisadores brasileiros criam sensor que identifica mosquito da dengue


Pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo, em São Carlos, criaram um sensor que consegue identificar com 90% de precisão o tipo e sexo de mosquito, algo importante, por exemplo, na detecção do Aedes aegypti, mosquito que tem apenas entre as fêmeas os vetores de doenças como a dengue e a zyka.

A armadilha é uma caixa de vidro com lâmpadas LED e componentes que convertem a luz em sinais elétricos e sensores. Assim, é possível identificar as espécies e gêneros de acordo com o barulho de suas asas, sem a necessidade de um biólogo. "Fazemos a classificação pelo som, o zumbido que a gente ouve do bater das asas do inseto. Convertemos então o sinal da luz em um sinal elétrico muito parecido com o sinal capturado por um microfone. Sabemos que diferentes espécies batem asas em diferentes frequências, têm diferentes números de asas, formatos de asas, e isso faz com que exista uma assinatura para cada espécie", explica o professor Gustavo Batista, coordenador do projeto.

“Nossa meta, agora, é transformar esse sensor em um produto eletrônico: uma armadilha inteligente que possa ser comercializada”, afirma Batista.
O projeto recebeu recentemente a aprovação do Programa de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP. Agora, os pesquisadores abrirão uma empresa, que receberá até R$ 200 mil de investimento para construir um protótipo. A ideia é garantir que a população consiga monitorar os mosquitos em tempo real.
Os pesquisadores sugerem ainda o sensor, que também funcionará como armadilha, se conecte à internet, enviando em tempo real as informações para os órgãos públicos brasileiros, mantendo as estatísticas em tempo real. A população poderá consultar esses dados por meio de aplicativos, que estão sendo desenvolvidos pelo doutorando
do ICMC, André Maletzke.
Via USP

Leilões da Receita Federal: saiba o que são e como participar


O que acontece com os produtos que são barrados pela alfândega na hora em que vão entrar no Brasil e, depois, nunca são reclamados por ninguém? Embora poucas pessoas saibam, muitos desses produtos acabam sendo vendidos pela Receita Federal em leilões - e com preços bastante atraentes.
Segundo a própria Receita Federal, “as mercadorias levadas a leilão consistem em produtos abandonados, entregues  à Fazenda Nacional ou objeto de pena de perdimento”. Os produtos que acabam nesses leilões são de todos os tipos, desde canecas e tigelas de porcelana, passando por carros e outros veículos, até aparelhos eletrônicos de uso pessoal. Quem tiver paciência para fuçar e todos os editais, porém, pode acabar encontrando ofertas matadoras.

Tipos de leilão
Existem dois tipos de leilões da Receita Federal: os presenciais e os eletrônicos. Dos presenciais, como o nome indica, só podem participar as pessoas que frequentarem pessoalmente o leilão. Isso pode ser um problema, já que eles acontecem em diferentes cidades do país. A lista de leilões presenciais, por Estado, pode ser conferida aqui.
Existem também os leilões eletrônicos. Estes acontecem de maneira totalmente digital, de forma semelhante a uma venda em um site online de leilões. Para participar deles, contudo, é necessário acessar o portal e-CAC da Receita Federal, que exige um código de acesso. Um guia mostrando como pessoas físicas podem gerar esse código pode ser encontrado aqui(pdf). É necessário possuir também um certificado digital
A princípio, qualquer cidadão brasileiro ou pessoa jurídica com CNPJ pode participar desses leilões. Isso depende, porém, dos editais dos leilões, que não são todos necessariamente iguais. Alguns permitem a participação de pessoas físicas, enquanto outros são restritos a pessoas jurídicas. É necessário estar em dia com a Receita Federal para participar.

Leilões eletrônicos
Mesmo antes de se acessar o portal e-CAC, é possível visualizar os editais que ainda estão correndo no portal do Sistema de Leilões Eletrônicos (SLE) da Receita. Os Editais são organizados por data e por local. No lado esquerdo, é possível filtrar os resultados por categoria, para facilitar a busca.
Ao clicar em um edital, o usuário é levado para outra página, com diversas opções. Na parte inferior, é possível visualizar todos os “lotes” daquele edital. Cada lote representa diferentes produtos, ou conjuntos de produtos, e tem um lance mínimo, mostrado ao lado. Alguns lotes ainda possuem fotos dos produtos.
O site do SLE não é particularmente bonito ou fácil de se utilizar: apertar o botão “voltar” do navegador, por exemplo, pode fazer com que a página trave. O método mais simples de navegarpor ele, quando for necessário voltar, é usando os links presentes na parte superior esquerda da página, que mostram o caminho que o usuário fez no site.

Informações importantes 
Vale notar que os valores mostrados ao lado dos produtos são os lances mínimos. Como se trata de um leilão, aquele dificilmente será o preço final pelo qual o lote será vendido. Além disso, os valores lançados nos leilões da Receita Federal estão sujeitos a ICMS, que é calculado posteriormente.
O esquema é diferente de uma compra tradicional, e é extremamente importante conferir o texto completo do edital de qualquer lote interessante. Isso porque o edital explica como será o leilão, quais propostas podem ser feitas, como deverá ser feito o pagamento (que pode levar a multas se não for feito adequadamente) e como será a entrega ou retirada dos produtos.

10 fotógrafos para ver






























terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Estudo mostra que andar de bicicleta é uma das melhores formas de manter a saúde regular

Bike e sanidade

É sempre um prazer quando os estudos científicos confirmam o que você pensava cá com seus miolos (especialmente quando você acha que vai contra toda a sabedoria convencional). Uma pesquisa acadêmica aponta que o uso da bicicleta como meio de transporte pode ajudar mais ao corpo, a mente e a promover sua saúde do que puxar peso na academia.


De acordo com o epidemiologista australiano Sugimaya Takemi, autor principal da pesquisa publicada no American Journal of Preventive Medicine, “fazer uso da bicicleta nos transporte diário está entre as melhores opções para aqueles que não gostam ou não têm tempo de se exercitar com regularidade.
O estudo foi realizado ao longo de quatro anos com 822 adultos e descobriu que as pessoas que usam carro para as atividades diárias, como ir ao trabalho ou supermercado, ganharam mais peso ao longo do tempo do que quem faz as mesmas coisas pedalando na bike. Isto significa que você talvez não precise largar a academia (ah, que pena!), mas que pode usar melhor seu tempo de lazer e até da rotina diária para se exercitar (quase) sem sentir e ainda ter aquela sensação maravilhosa de bem-estar.

bike beauty

“Sem Depilação”

Fotógrafa cria ensaio sensual com mulheres que optaram por manter os pelos



















segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Tecnologias que não foram para a frente

LaserDisc
O LD era, basicamente, um DVD enorme (do tamanho de disco de vinil). Você tinha de 'virar' o disco para assistir ao filme inteiro, pois cada lado armazenava pouco mais de uma hora de vídeo. Passou a ser vendido em 1980, na era das fitas VHS, e teve vida curta. A galera mais endinheirada gastou uma grana para comprar o aparelho, mas logo não tinha mais onde comprar LDs. O clássico era ter o LD daquele ao vivo do Pink Floyd, o Live at Pompeii








MiniDisc
O MD funcionava com um cartuchinho regravável que parecia um disquete de computador. Foi lançado em 1992, na era dos CDs e das fitas cassete, e tinha som digital de qualidade bacana. O problema foi a popularização dos MP3 players, no final dos anos 90, que acabou dando um 'fatality' no formato








Virtual Boy
O Virtual Boy foi a tentativa da Nintendo de fazer um console popular com visão 3D, em 1995. No entanto, a tela vermelha e preta causava náusea e a quantidade de jogos produzidos (bem meia-boca, por sinal) era bem restrita. O aparelho deixou de ser fabricado um ano depois de seu lançamento








ZipDrive
O aparelho da Iomega, lançado em 1994, era similar a drives de disquete, com maior capacidade de armazenamento (os discos chegavam a comportar 750 MB). O problema é que muitos dos ZipDrives morriam misteriosamente, levando consigo arquivos importantes. Além disso, o ZipDrive sofreu com o advento de CDs e DVDs regraváveis








Relógio Timex Data Link
Antes do Blue Tooth, esse relógio de pulso carregava dados de seu computador por meio de uma tecnologia inovadora, mas estranha. Você, basicamente, colocava o relógio na frente da tela do computador, que exibia uma espécie de código de barras e transmitia as informações para o aparelho








Notebook Sharp RD3D
Era para ser o primeiro notebook do mundo em que você poderia ver conteúdo 3D sem ter de usar óculos especiais. O problema era que as imagens davam uma baita dor de cabeça








HD DVD
O HD DVD é um formato que antecedeu o Blu Ray, competiu com ele como mídia padrão para vídeos de alta definição e acabou sendo derrotado. O primeiro player de HD DVD, que tinha o mesmo tamanho de um CD, foi lançado em abril de 2006. Em fevereiro de 2008, a Toshiba, única empresa que continuava defendendo o HD DVD, anunciou que descontinuaria a fabricação de players do formato








Betamax
O Betamax era um formato de gravação caseiro similar ao VHS, nos anos 80. As fitas eram menores que as de VHS, e a Sony gastou uma dinheirama na campanha de promoção do formato. Nas locadoras de fitas de filme, as pessoas tinham de perguntar: "É VHS ou Beta?". No fim, porém, ele perdeu para o VHS e caiu no esquecimento








DAT
As fitas cassete de gravação digital, lançadas no fim dos anos 80, tinham boa qualidade de áudio, mas falharam no quesito popularidade em razão do preço alto tanto das fitas quanto dos players
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QR Codes
Os QR Codes são uma tecnologia bem bacana e estao aí por mais de 10 anos. Basicamente, você usa a câmera do celular para ler os códigos e acessar, rapidamente, conteúdos na internet. No entanto, quem você conhece que realmente usa esses códigos de barra? Até hoje, pouca gente sabe o que fazer com essa tecnologia








Newton PDA
Antes de existir o iPod, a Apple lançou esse computador de mão estranhinho em 1987. Ele tinha dispositivo de reconhecimento de escrita de mão e funcionava, basicamente, como uma agenda eletrônica com aplicativos de calculadora, conversão de medidas, notas e coisas do tipo. O alto preço impediu seu sucesso, e o Newton foi descontinuado em 1998








DVDs DiVX
A ideia da empresa Circuit City era popularizar esses DVDs descartáveis, aos quais você podia assistir por um detrminado período e depois eles paravam de funcionar. No fim, eles descobriram que as pessoas preferiam comprar DVDs sem esse tipo de limitação, e esse experimento falho acabou custando US$ 114 milhões à empresa

Remadoras britânicas

Remadoras posam nuas para ajudar pessoas com câncer















Parece, mas não é! 16 fotos que mostram a importância de ver a cena completa

As pessoas acreditam no que os olhos enxergam, e isso pode mudar por completo quando a cena completa é revelada. A mulher aí de cima é um dos melhores exemplos. O que você está vendo são joelhos, e não peitos generosos.
É mais comum as pessoas manipularem a imagem no Photoshop, mas quando rola um “faça você mesmo” sem apelação digital a coisa fica muito mais engraçada. Algumas cenas revelam micos, outras revelam que as pessoas não estão onde parecem…
Dá uma olhada:




Seios generosos? Que nada, são joelhos!