sábado, 13 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
O pedágio e a cabeça do bacalhau
Ouvindo as preces do governador, o povo resolveu ajudar: os protestos, agora, são para o governo capixaba.
Quando as bombas caíram todas no colo de Dilma, Casagrande afirmou: “Se Deus me der saúde, meu objetivo é buscar atender ao máximo aos pedidos escritos em cartazes expostos nas manifestações”. Ouvindo as preces do governador, o povo resolveu ajudar: os protestos, agora, são para o governo capixaba.
Porém, além da falta de diálogo, a administração anda míope diante dos cartazes que pedem o fim do pedágio da Terceira Ponte. E não faltam razões para o protesto. Os 3,3 km entre Vitória e Vila Velha são os mais caros do país. A tarifa é de R$ 1,90, ou seja, R$ 0,57/km, quase o dobro dos R$ 0,33/km do sistema Anchieta-Imigrantes, de São Paulo. Detalhe: a rodovia paulista conta com 10 faixas ao longo de seus 176 km, algo bem distante das nossas modestas quatro pistas de cartão postal. Em 2008, o trânsito caótico fez o governo cobrar obras de melhorias à Rodosol. A concessionária, então, disse que o contrato não lhe obrigava empreender melhorias de tráfego e que o pedágio poderia ser aumentado como bem entendesse.
O misterioso contrato-cabeça-de-bacalhau é a polêmica. De um lado, o deputado Euclério Sampaio (PDT) argumenta que vias municipais de Vila Velha foram estadualizadas para serem cedidas à Rodosol sem a aprovação do Legislativo. Do outro, a empresa diz que investiu R$ 380 milhões na Rodovia do Sol e que o pedágio é seu direito.
Contudo, se parece mudo e míope, o governo tem uma habilidade em torpedinhos como ninguém. Durante a sessão que votaria o fim do pedágio, alguns parlamentares não paravam de receber mensagens no celular, vindas do Palácio Anchieta. Na noite anterior, houve até reunião de emergência. Disseram que era “apenas uma reflexão”.
Os pensamentos sobre a vida não pararam por aí. Agora, o Executivo pressiona os deputados Dary Pagung (PRP) e Sérgio Borges (PMDB) para que peçam as famosas “vistas” do projeto e adiem o assunto. E como semana que vem começam as férias, o tema só voltaria em agosto! A Assembleia vai virar hotel.
Mas a Rodosol anda longe de perder as noites de sono. Os 77 mil veículos/dia na ponte geram uma renda de R$ 50 milhões por ano. A quebra do contrato acarretaria em multa de R$ 549 milhões, ou seja, 11 anos de pedágio! Acontece que a concessão termina daqui a 10 aninhos. Portanto, a Rodosol levaria meio bilhão de reais sem gasto algum com manutenção, iluminação, nem a tradicional reconstrução das cabines após os protestos.
Porém, os R$ 7,20 cobrados na rodovia têm passado despercebidos. Em cálculos simples, nos últimos dez anos a Rodosol já arrecadou, por baixo, R$ 200 milhões na ligação Vila Velha-Guarapari. Somando, novamente por baixo, míseros cinco anos na ponte, tem-se mais R$ 250 milhões, chegando-se facilmente a R$ 450 milhões. Se o investimento foi de R$ 380 milhões, a Rodosol já levou alguns centavos a mais. Aceitamos o troco!
Estranho é que pouco se fala em números. Ninguém diz ao certo quanto custou a ponte e quando foi paga. Também ignora-se que o tráfego cresceu mais de 450% e superou todas as previsões do início das negociações. O único valor lançado no ringue é o da tal multa que, se depender do governo, nos obrigará a pedir esmola nos antigos pedágios.
De nada adianta o governador ameaçar prefeitos com corte de investimentos. É inútil dizer que “não assinou contrato algum”, pois, na época, Casagrande era vice-governador. Não adianta, também, bater na mesa dizendo que o Legislativo terá que mostrar de onde virá o dinheiro. Que tal cortar as centenas de cargos comissionados espalhados pelo Estado? E os carros de luxo? E a lista quilométrica de privilégios e auxílios? Já daria para começar a vaquinha, hein!
O fato é que a população cansou de pagar por acordos que nem mesmo o governo consegue explicar. Este deveria debruçar-se sobre os fatos, sem medo de ferir velho$ amigo$, e provar, com números e leis aquilo que conduz.
O povo cansou do governo “crescer” “sem a gente”. E cabe a Casagrande administrar a bomba. Se me permite uma dica, ler os cartazes pode ser o primeiro passo.
Gabriel Tebaldi, 20 anos, é estudante de História da Ufes
Porém, além da falta de diálogo, a administração anda míope diante dos cartazes que pedem o fim do pedágio da Terceira Ponte. E não faltam razões para o protesto. Os 3,3 km entre Vitória e Vila Velha são os mais caros do país. A tarifa é de R$ 1,90, ou seja, R$ 0,57/km, quase o dobro dos R$ 0,33/km do sistema Anchieta-Imigrantes, de São Paulo. Detalhe: a rodovia paulista conta com 10 faixas ao longo de seus 176 km, algo bem distante das nossas modestas quatro pistas de cartão postal. Em 2008, o trânsito caótico fez o governo cobrar obras de melhorias à Rodosol. A concessionária, então, disse que o contrato não lhe obrigava empreender melhorias de tráfego e que o pedágio poderia ser aumentado como bem entendesse.
O misterioso contrato-cabeça-de-bacalhau é a polêmica. De um lado, o deputado Euclério Sampaio (PDT) argumenta que vias municipais de Vila Velha foram estadualizadas para serem cedidas à Rodosol sem a aprovação do Legislativo. Do outro, a empresa diz que investiu R$ 380 milhões na Rodovia do Sol e que o pedágio é seu direito.
Contudo, se parece mudo e míope, o governo tem uma habilidade em torpedinhos como ninguém. Durante a sessão que votaria o fim do pedágio, alguns parlamentares não paravam de receber mensagens no celular, vindas do Palácio Anchieta. Na noite anterior, houve até reunião de emergência. Disseram que era “apenas uma reflexão”.
Os pensamentos sobre a vida não pararam por aí. Agora, o Executivo pressiona os deputados Dary Pagung (PRP) e Sérgio Borges (PMDB) para que peçam as famosas “vistas” do projeto e adiem o assunto. E como semana que vem começam as férias, o tema só voltaria em agosto! A Assembleia vai virar hotel.
Mas a Rodosol anda longe de perder as noites de sono. Os 77 mil veículos/dia na ponte geram uma renda de R$ 50 milhões por ano. A quebra do contrato acarretaria em multa de R$ 549 milhões, ou seja, 11 anos de pedágio! Acontece que a concessão termina daqui a 10 aninhos. Portanto, a Rodosol levaria meio bilhão de reais sem gasto algum com manutenção, iluminação, nem a tradicional reconstrução das cabines após os protestos.
Porém, os R$ 7,20 cobrados na rodovia têm passado despercebidos. Em cálculos simples, nos últimos dez anos a Rodosol já arrecadou, por baixo, R$ 200 milhões na ligação Vila Velha-Guarapari. Somando, novamente por baixo, míseros cinco anos na ponte, tem-se mais R$ 250 milhões, chegando-se facilmente a R$ 450 milhões. Se o investimento foi de R$ 380 milhões, a Rodosol já levou alguns centavos a mais. Aceitamos o troco!
Estranho é que pouco se fala em números. Ninguém diz ao certo quanto custou a ponte e quando foi paga. Também ignora-se que o tráfego cresceu mais de 450% e superou todas as previsões do início das negociações. O único valor lançado no ringue é o da tal multa que, se depender do governo, nos obrigará a pedir esmola nos antigos pedágios.
De nada adianta o governador ameaçar prefeitos com corte de investimentos. É inútil dizer que “não assinou contrato algum”, pois, na época, Casagrande era vice-governador. Não adianta, também, bater na mesa dizendo que o Legislativo terá que mostrar de onde virá o dinheiro. Que tal cortar as centenas de cargos comissionados espalhados pelo Estado? E os carros de luxo? E a lista quilométrica de privilégios e auxílios? Já daria para começar a vaquinha, hein!
O fato é que a população cansou de pagar por acordos que nem mesmo o governo consegue explicar. Este deveria debruçar-se sobre os fatos, sem medo de ferir velho$ amigo$, e provar, com números e leis aquilo que conduz.
O povo cansou do governo “crescer” “sem a gente”. E cabe a Casagrande administrar a bomba. Se me permite uma dica, ler os cartazes pode ser o primeiro passo.
Gabriel Tebaldi, 20 anos, é estudante de História da Ufes
Fonte: A GAZETA
sábado, 1 de junho de 2013
Feriado, sangue e justiça
O feriado é apenas uma parte do ócio que se estende pelo ano, sobretudo no Legislativo
GABRIEL TEBALDI | gab_meira@hotmail.com
Já disse Jô Soares: “No Brasil, feriado religioso até ateu comemora”. E se até os que “creem na falta de crença” agradecem a Deus pelo descanso, não seria diferente na política, terra distante da santidade. Por lá, os senhores glorificam como as notas do Real: “Deus seja louvado”.
O feriado é apenas uma parte do ócio que se estende pelo ano, sobretudo no Legislativo. O reflexo da negligência é uma sociedade que caminha a passos largos para a barbárie. Nesse rumo, quem não tem ponto facultativo é a violência. Em cinco dias, dois crimes bárbaros lembraram rankings que nem o marketing consegue esconder e revelaram que, se crescer é com a gente, assassinar friamente também é!
Em apenas 90 dias, 432 pessoas foram mortas no Espírito Santo. E somos destaque nacional: Serra é o município mais violento do país, com 97 assassinatos para cada 100 mil habitantes – só em 2012 somou 267 homicídios. Mas nada parece preocupar os vereadores serranos. Enquanto projetos de combate à violência estão na fila para votação, as excelências, simplesmente, não comparecem às sessões.
O serviço na Câmara é pesado: duas sessões por semana, com três horas cada. Para isso, os 23 representantes recebem o maior salário do Estado, R$ 9,2 mil por mês, ou seja, mais de R$ 380,00 por hora de “serviço”. Sem falar dos 15 assessores a R$ 3,5 mil cada. Mesmo assim, é comum não haver quórum para as votações. Mais da metade dos vereadores assina a presença e, minutos depois, vai embora. Saem por aí, gastando os 200 litros de combustível que recebem.
A terceira cidade mais violenta do Brasil também é nossa! Cariacica tem 91 assassinatos para cada 100 mil habitantes e, em 2012, somou 232 homicídios. Para enfrentar os problemas, a Câmara criou três vagas a mais em 2011, totalizando 19 vereadores. Porém, a única diferença percebida foi no orçamento: no ano passado, o salário subiu de R$ 4.740 para R$ 8 mil.
Mas justiça seja feita! Em Cariacica não há clima de feriado nas sessões. Na semana passada, os vereadores aprovaram mais de 20 projetos em um mesmo dia num surto de utilidade: a lei 22/2013, por exemplo, declarou de utilidade pública a Associação de Produtores Rurais e Trabalhadores da Ceasa. Já a 113/2013, declarou de utilidade pública a Congregação Redentorista do bairro Nova Rosa da Penha. Não menos importante, a lei 79/2013 fez o mesmo para a Associação Terapêutica Miguel Arcanjo. Medidas que mudarão o rumo do município! São, realmente, momentos de tensão para o crime organizado.
Já Vila Velha, mesmo sendo considerada a sétima cidade mais violenta do país, com 69 assassinatos para cada 100 mil habitantes e 177 homicídios em 2012, não priorizava o debate da segurança. Somente na última semana a Câmara criou uma comissão para o tema. Detalhe: dias após a população linchar, esfaquear, apedrejar e matar um caminhoneiro.
A realidade mostra que as principais mazelas da população passam distante da prioridade política. Somada a isso, a ineficiência policial gera números igualmente preocupantes: dos 267 homicídios da Serra, apenas 90 inquéritos foram concluídos. Em Cariacica, dos 232, apenas 80 chegaram ao fim. E em Vila Velha, foram apenas 87 dos 177. Nessa estrada, surge o caminho da barbárie: a justiça com as próprias mãos.
Cinco dias após a população assassinar o caminheiro do acidente em Vila Velha, moradores de Vargem Alta fizeram o mesmo com um estuprador que matou Kevilin, de 10 anos. Longe de justificar tais horrores, uma equação traça algumas explicações: o total descaso político, somado à cegueira judicial e à certeza da impunidade, faz-nos, após quase quatro mil anos, retornar à Lei de Talião, o famoso “Olho por olho, dente por dente”.
O fato é que a irresponsabilidade e o eterno feriado dos que deveriam conduzir o Estado criarão, cada vez mais, o sentimento expresso no velório de Kevilin. Lá, um cartaz trazia os dizeres: “Você é um anjo e vai para céu. Já fizemos justiça. Ele vai para o inferno, de onde nunca deveria ter saído”. E nós, para onde iremos?
Gabriel Tebaldi, 20 anos, é estudante de História da Ufes
Em apenas 90 dias, 432 pessoas foram mortas no Espírito Santo. E somos destaque nacional: Serra é o município mais violento do país, com 97 assassinatos para cada 100 mil habitantes – só em 2012 somou 267 homicídios. Mas nada parece preocupar os vereadores serranos. Enquanto projetos de combate à violência estão na fila para votação, as excelências, simplesmente, não comparecem às sessões.
O serviço na Câmara é pesado: duas sessões por semana, com três horas cada. Para isso, os 23 representantes recebem o maior salário do Estado, R$ 9,2 mil por mês, ou seja, mais de R$ 380,00 por hora de “serviço”. Sem falar dos 15 assessores a R$ 3,5 mil cada. Mesmo assim, é comum não haver quórum para as votações. Mais da metade dos vereadores assina a presença e, minutos depois, vai embora. Saem por aí, gastando os 200 litros de combustível que recebem.
A terceira cidade mais violenta do Brasil também é nossa! Cariacica tem 91 assassinatos para cada 100 mil habitantes e, em 2012, somou 232 homicídios. Para enfrentar os problemas, a Câmara criou três vagas a mais em 2011, totalizando 19 vereadores. Porém, a única diferença percebida foi no orçamento: no ano passado, o salário subiu de R$ 4.740 para R$ 8 mil.
Mas justiça seja feita! Em Cariacica não há clima de feriado nas sessões. Na semana passada, os vereadores aprovaram mais de 20 projetos em um mesmo dia num surto de utilidade: a lei 22/2013, por exemplo, declarou de utilidade pública a Associação de Produtores Rurais e Trabalhadores da Ceasa. Já a 113/2013, declarou de utilidade pública a Congregação Redentorista do bairro Nova Rosa da Penha. Não menos importante, a lei 79/2013 fez o mesmo para a Associação Terapêutica Miguel Arcanjo. Medidas que mudarão o rumo do município! São, realmente, momentos de tensão para o crime organizado.
Já Vila Velha, mesmo sendo considerada a sétima cidade mais violenta do país, com 69 assassinatos para cada 100 mil habitantes e 177 homicídios em 2012, não priorizava o debate da segurança. Somente na última semana a Câmara criou uma comissão para o tema. Detalhe: dias após a população linchar, esfaquear, apedrejar e matar um caminhoneiro.
A realidade mostra que as principais mazelas da população passam distante da prioridade política. Somada a isso, a ineficiência policial gera números igualmente preocupantes: dos 267 homicídios da Serra, apenas 90 inquéritos foram concluídos. Em Cariacica, dos 232, apenas 80 chegaram ao fim. E em Vila Velha, foram apenas 87 dos 177. Nessa estrada, surge o caminho da barbárie: a justiça com as próprias mãos.
Cinco dias após a população assassinar o caminheiro do acidente em Vila Velha, moradores de Vargem Alta fizeram o mesmo com um estuprador que matou Kevilin, de 10 anos. Longe de justificar tais horrores, uma equação traça algumas explicações: o total descaso político, somado à cegueira judicial e à certeza da impunidade, faz-nos, após quase quatro mil anos, retornar à Lei de Talião, o famoso “Olho por olho, dente por dente”.
O fato é que a irresponsabilidade e o eterno feriado dos que deveriam conduzir o Estado criarão, cada vez mais, o sentimento expresso no velório de Kevilin. Lá, um cartaz trazia os dizeres: “Você é um anjo e vai para céu. Já fizemos justiça. Ele vai para o inferno, de onde nunca deveria ter saído”. E nós, para onde iremos?
Gabriel Tebaldi, 20 anos, é estudante de História da Ufes
terça-feira, 14 de maio de 2013
Marca Corinthians
14/05/2013 - 17h25
Marca Corinthians é a única a valer mais de R$ 1 bi em 2013, revela estudo
Do UOL, em São Paulo
O Corinthians é o único clube brasileiro com valor de marca superior a R$ 1 bilhão. Esta é a conclusão que chega o estudo realizado pela BDO RCS Auditores Independentes, que tem como um dos proprietários o diretor financeiro do Timão, Raul Correa da Silva.
Segundo o estudo, o Corinthians vale em 2013 a quantia de R$ 1,108 bilhão, seguido pelo Flamengo, com R$ 855,4 milhões. Completa o pódio o São Paulo, com valor de R$ 848, 2 milhões.
A BDO avaliou o valor da marca dos 23 principais clubes do futebol brasileiro. O valor consolidado em 2013 apresentou evolução de 9% em relação ao ranking de 2012 e 69% de crescimento desde 2009.
Confira o ranking do valor dos clubes brasileiros:
1 – Corinthians: R$ 1,108 bilhão
2 – Flamengo: R$ 855,4 milhões
3 – São Paulo: R$ 848,2 milhões
4 – Palmeiras: R$ 496,4 milhões
5 – Inter: R$ 412,9 milhões
6 – Santos: R$ 377,4 milhões
7 – Grêmio: R$ 359,6 milhões
8 – Vasco: R$ 323,2 milhões
9 – Atlético-MG: R$ 214,9 milhões
10 – Cruzeiro: R$ 202,8 milhões
11 – Fluminense: R$ 170,2 milhões
12 – Botafogo: R$ 124,2 milhões
13 – Coritiba: R$ 92,4 milhões
14 – Atlético-PR: R$ 89,1 milhões
15 – Bahia: R$ 66,3 milhões
16 – Portuguesa: R$ 51,4 milhões
17 – Goiás: R$ 47,7 milhões
18 – Vitória: R$ 44,9 milhões
19 – Sport: R$ 41,5 milhões
20 – Náutico: R$ 38 milhões
21 – Figueirense: R$ 35,4 milhões
22 – Avaí: R$ 29,6 milhões
23 – Ponte Preta: R$ 28 milhões
2 – Flamengo: R$ 855,4 milhões
3 – São Paulo: R$ 848,2 milhões
4 – Palmeiras: R$ 496,4 milhões
5 – Inter: R$ 412,9 milhões
6 – Santos: R$ 377,4 milhões
7 – Grêmio: R$ 359,6 milhões
8 – Vasco: R$ 323,2 milhões
9 – Atlético-MG: R$ 214,9 milhões
10 – Cruzeiro: R$ 202,8 milhões
11 – Fluminense: R$ 170,2 milhões
12 – Botafogo: R$ 124,2 milhões
13 – Coritiba: R$ 92,4 milhões
14 – Atlético-PR: R$ 89,1 milhões
15 – Bahia: R$ 66,3 milhões
16 – Portuguesa: R$ 51,4 milhões
17 – Goiás: R$ 47,7 milhões
18 – Vitória: R$ 44,9 milhões
19 – Sport: R$ 41,5 milhões
20 – Náutico: R$ 38 milhões
21 – Figueirense: R$ 35,4 milhões
22 – Avaí: R$ 29,6 milhões
23 – Ponte Preta: R$ 28 milhões
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Boneca inflável
Valentina: R$ 5 mil para passar a noite com boneca inflável
Real doll tem olhos verdes, esqueleto flexível, pele similar à humana e teve virgindade leiloada por R$ 109 mil.
FIORELLA GOMES | fnunes@redegazeta.com.br
Bonita, olhos verdes, boca carnuda, corpo de causar inveja e capaz de guardar segredos. Pela bagatela de R$ 5 mil, por quatro horas, um motel de São Paulo oferece essa companhia perfeita a homens solitários. Mas se engana quem pensa que se trata de uma mulher: a bela é uma boneca erótica (real doll), que recebeu o nome de Valentina.
Foto: Divulgação
Valentina, a real doll que custa R$ 5 mil por programa em motel de São Paulo
Fabricada nos Estados Unidos e trazida ao país pelo site Sexônico, a boneca custou R$ 40 mil para ser desenvolvida e é única no país. A novidade foi lançada na 1ª Mostra Internacional de Bonecas Infláveis, realizada em São Paulo e teve a "virgindade" leiloada por R$ 109 mil, pagos por um publicitário paulista, de cerca de 30 anos. Agora ela está disponível no Motel Swing para quem tiver disposição de pagar o valor estipulado.
Valentina tem esqueleto feito por material PVC, 1,65 cm de altura e 75 kg de peso. Pode ser colocada em qualquer posição, porque tem todas as articulações humanas e é revestida por cyberskin, um material de silicone que reproduz a pele humana.
Foto: Divulgação
Valentina tem esqueleto feito por material PVC, 1,65 cm de altura e 75 kg de peso
Quando é colocada em contato com água quente - durante um banho, por exemplo -, a boneca apresenta um calor corporal próxima ao de um ser humano. Possui também pelos pubianos fixos, unhas e dentes - feitos do mesmo material. Já os cabelos da boneca são humanos, e a maquiagem feita por uma profissional.
Valentina tem outros diferenciais em relação às bonecas infláveis, como boca articulada e o canal vaginal renováveis, o que garante a higiene na hora da relação. A limpeza da boneca e as trocas das entradas são feitas pelos funcionários do local.
domingo, 21 de abril de 2013
Sexo: o que fazer quando é o marido que alega "dor de cabeça"
Doenças e mulheres que não se cuidam podem reduzir desejo sexual masculino
Dayse Torresdtorres@redegazeta.com.br
Não ter desejo sexual é tão natural para os homens quanto é para as mulheres. Mas, a “dor de cabeça” na “Hora H” não precisa significar o fim do relacionamento. Com jeitinho, paciência e bom humor, é possível, sim, ajudar o seu parceiro a elevar a libido (e com você).
Existem vários motivos que podem levar à falta desejo sexual, que vão desde a redução da testosterona no organismo a estar se relacionando com uma mulher que deixou de se cuidar.
“Os problemas de saúde serão tratados com a ajuda de um urologista ou sexólogo, que farão exames e indicarão medicamentos. Mas, o lado psicológico e a postura da companheira também devem ser analisados”, recomenda a sexóloga e ginecologista Denise Galvêas.
A médica explica que o problema pode surgir em qualquer faixa etária, e a mulher precisa ter muita paciência para lidar com essa fase. “Educação, respeito e paciência são essenciais. Ter bom humor também é importante. Porém, isso não significa fazer brincadeiras indelicadas”.
Segundo a médica, a relação precisa ser avaliada para verificar se é algo ligado à saúde ou o motivo é a falta de atração do homem pela sua mulher. Com os exames feitos e se há sentimento entre eles, a mulher pode ajudar o casal com uma simples mudança.
“Às vezes, basta que ela volte a se cuidar e a ser carinhosa como antes. É preciso descobrir porque ela não é mais carinhosa – muitas vezes, isso acontece porque ele deixou de ser mais atencioso com ela –, e se cuidar, pois homem gosta de mulher bem arrumada e perfumada”.
Tudo vai voltar ao normal
Possíveis causas
Não ter desejo sexual é tão natural para os homens quanto é para as mulheres. Mas, a “dor de cabeça” na “Hora H” não precisa significar o fim do relacionamento. Com jeitinho, paciência e bom humor, é possível, sim, ajudar o seu parceiro a elevar a libido (e com você).
Existem vários motivos que podem levar à falta desejo sexual, que vão desde a redução da testosterona no organismo a estar se relacionando com uma mulher que deixou de se cuidar.
“Os problemas de saúde serão tratados com a ajuda de um urologista ou sexólogo, que farão exames e indicarão medicamentos. Mas, o lado psicológico e a postura da companheira também devem ser analisados”, recomenda a sexóloga e ginecologista Denise Galvêas.
A médica explica que o problema pode surgir em qualquer faixa etária, e a mulher precisa ter muita paciência para lidar com essa fase. “Educação, respeito e paciência são essenciais. Ter bom humor também é importante. Porém, isso não significa fazer brincadeiras indelicadas”.
Segundo a médica, a relação precisa ser avaliada para verificar se é algo ligado à saúde ou o motivo é a falta de atração do homem pela sua mulher. Com os exames feitos e se há sentimento entre eles, a mulher pode ajudar o casal com uma simples mudança.
“Às vezes, basta que ela volte a se cuidar e a ser carinhosa como antes. É preciso descobrir porque ela não é mais carinhosa – muitas vezes, isso acontece porque ele deixou de ser mais atencioso com ela –, e se cuidar, pois homem gosta de mulher bem arrumada e perfumada”.
Tudo vai voltar ao normal
Possíveis causas
Testosterona
Pode ser uma causa orgânica, como redução de testosterona. Isso acontece por volta dos 50 anos
Pode ser uma causa orgânica, como redução de testosterona. Isso acontece por volta dos 50 anos
Doenças
Problemas como depressão, hipotireoidismo, distúrbios de ansiedade, uso de alguns medicamentos – como os antidepressivos – e doenças crônicas
Problemas como depressão, hipotireoidismo, distúrbios de ansiedade, uso de alguns medicamentos – como os antidepressivos – e doenças crônicas
Psicológico
Experiências sexuais ruins, decepções, cansaço, estresse, doenças na família, morte de algum parente ou amigo, preocupação, autoestima baixa, desemprego e salário baixo
Experiências sexuais ruins, decepções, cansaço, estresse, doenças na família, morte de algum parente ou amigo, preocupação, autoestima baixa, desemprego e salário baixo
Ligados à mulher
Sem ânimo
Desmotivação conjugal com aquela parceira especificamente
Desmotivação conjugal com aquela parceira especificamente
Beleza
Isso pode acontecer quando a mulher deixa de cuidar da aparência e higiene. A mulher precisa ficar arrumada e perfumada
Isso pode acontecer quando a mulher deixa de cuidar da aparência e higiene. A mulher precisa ficar arrumada e perfumada
Falta de atitude
Ela não é ativa no sexo ou não gosta mais
Ela não é ativa no sexo ou não gosta mais
Fala demais
É grosseira e reclama o dia inteiro sobre tudo
É grosseira e reclama o dia inteiro sobre tudo
Falta de respeito
Quando a mulher humilha o parceiro, seja por sua aparência, porque ele ganha menos que ela, está acima do peso, está ficando careca ou porque ele não tem libido
Quando a mulher humilha o parceiro, seja por sua aparência, porque ele ganha menos que ela, está acima do peso, está ficando careca ou porque ele não tem libido
Indelicadeza
Quando a mulher não é mais delicada na relação, como quando se conheceram
Quando a mulher não é mais delicada na relação, como quando se conheceram
Disputa
Quando ela insiste em disputar o poder com seu marido
Quando ela insiste em disputar o poder com seu marido
Sem admiração
Quando a mulher não é dinâmica nem produtiva. Assim, o homem fica desmotivado e deixa de admirá-la como pessoa e como mulher
Quando a mulher não é dinâmica nem produtiva. Assim, o homem fica desmotivado e deixa de admirá-la como pessoa e como mulher
Como ajudá-lo
Regras básicas
Ter educação, respeito e bom humor (sem exageros) para lidar com o problema e paciência
Ter educação, respeito e bom humor (sem exageros) para lidar com o problema e paciência
Sem pressão
Conversar com o parceiro, sem pressão, sem críticas destrutivas e sem questionar a masculinidade dele. Ofereça ajuda
Conversar com o parceiro, sem pressão, sem críticas destrutivas e sem questionar a masculinidade dele. Ofereça ajuda
Médico
Sugira uma visita a um urologista ou sexólogo para ajudar no processo. Assim, ele fará exames para tentar descobrir o que está havendo
Sugira uma visita a um urologista ou sexólogo para ajudar no processo. Assim, ele fará exames para tentar descobrir o que está havendo
Remédios
Se for algo orgânico, ele vai usar o medicamento correto e tudo voltará ao normal na cama
Se for algo orgânico, ele vai usar o medicamento correto e tudo voltará ao normal na cama
Terapia de casal
Se for algo ligado à relação, o casal vai ter que descobrir – com ajuda do sexólogo – o que precisa ser mudado. A mulher deve estar disposta a escutar – sem se sentir ofendida – e, se for o caso, tentar mudar para que o casal se reaproxime
Se for algo ligado à relação, o casal vai ter que descobrir – com ajuda do sexólogo – o que precisa ser mudado. A mulher deve estar disposta a escutar – sem se sentir ofendida – e, se for o caso, tentar mudar para que o casal se reaproxime
Falar mais
Se for uma questão apenas dele, o homem deve fazer terapia sozinho para se restabelecer
Se for uma questão apenas dele, o homem deve fazer terapia sozinho para se restabelecer
Carinho
Nem tão perto
Não force uma penetração, pois ele está sem desejo sexual. Não priorize o contato genital
Não force uma penetração, pois ele está sem desejo sexual. Não priorize o contato genital
Carícias
Priorize as carícias para que um redescubra o corpo do outro
Priorize as carícias para que um redescubra o corpo do outro
Passe longe
Erotizar demais com lingeries e fantasias de sex shop não é indicado para este momento. Ele pode ver isso como pressão
Erotizar demais com lingeries e fantasias de sex shop não é indicado para este momento. Ele pode ver isso como pressão
Recomeço
Saiam para namorar, jantem fora, convide-o para ir ao cinema, tenham momentos só para os dois
Saiam para namorar, jantem fora, convide-o para ir ao cinema, tenham momentos só para os dois
Fonte: Denise Galvêas, sexóloga e ginecologista
sábado, 5 de janeiro de 2013
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
por Patricia Gebrim com pequeninas intervenções de minha parte ara ajustar ao meu dia de ontem (domingo) - 28-10-2012 - encontro da família Almeida.
"Sinto uma gratidão imensa por meus raros e queridos amigos verdadeiros, por essas pessoas raras e preciosas que me ajudam a acreditar na beleza, mesmo em meio a tantos desafios. Por essas pessoas luminosas que me olham com aqueles olhos grandões e me ajudam a encontrar o que de melhor existe em mim"
| Nesse mundo maluco em que vivemos, onde cada dia acaba sendo uma espécie de batalha, precisamos ter ao menos um amigo de verdade. |
Digo “um” porque amigos como esses a que me refiro são raros, preciosidades que nem todos têm a sorte de encontrar.
Não estou falando aqui das turmas engraçadas que se reúnem para falar bobagens e rir, se bem que esse tipo de relacionamento superficial pode também ser divertido e aliviar um pouco do estresse do dia a dia. Mas não é a esse tipo de relação que me refiro, e sim à beleza e profundidade de amizades que nos fazem sentir menos sós nesse mundo tão cheio de arestas.
Estou falando daquelas pessoas que compreendem nossa língua, pessoas a quem não nos precisamos explicar.
- Ah... Que alívio não precisarmos nos explicar...
Estou falando dessas pessoas com quem aprendemos coisas e que nos fazem sentir alguém melhor. Estou falando da profundidade de amizades que vão além da necessidade adolescente de estar em “turma”, o que acaba, muitas vezes, engolindo nossa individualidade e camuflando o que temos de mais belo. Quando nos dissolvemos na “turma”, pela necessidade de pertencimento, acabamos nos nivelando pela média, muitas vezes nublando ou não tendo a chance de revelar o nosso melhor.
Se você já não é um adolescente, talvez já esteja pronto para experimentar trocas com uma qualidade superior. Não é preciso abandonar os grupos, se isso deixa você feliz, mas abra-se para experimentar algo mais. Abra-se para a possibilidade de estabelecer uma forma mais profunda de relacionamento, onde você aprenderá muito mais. Aprenderá a receber e a dar.
Aprenderá a amar.
Estou falando de uma relação de troca com uma dessas pessoas raras, dessas que de verdade fazem a diferença. Dessas que podem estar ao nosso lado não somente nos bons momentos de celebração e descontração, mas também na tristeza, na dor, no silêncio ou na beleza de um momento da mais pura contemplação. Pessoas assim são como poesia em nossa vida.
Não estou falando aqui das turmas engraçadas que se reúnem para falar bobagens e rir, se bem que esse tipo de relacionamento superficial pode também ser divertido e aliviar um pouco do estresse do dia a dia. Mas não é a esse tipo de relação que me refiro, e sim à beleza e profundidade de amizades que nos fazem sentir menos sós nesse mundo tão cheio de arestas.
Estou falando daquelas pessoas que compreendem nossa língua, pessoas a quem não nos precisamos explicar.
- Ah... Que alívio não precisarmos nos explicar...
Estou falando dessas pessoas com quem aprendemos coisas e que nos fazem sentir alguém melhor. Estou falando da profundidade de amizades que vão além da necessidade adolescente de estar em “turma”, o que acaba, muitas vezes, engolindo nossa individualidade e camuflando o que temos de mais belo. Quando nos dissolvemos na “turma”, pela necessidade de pertencimento, acabamos nos nivelando pela média, muitas vezes nublando ou não tendo a chance de revelar o nosso melhor.
Se você já não é um adolescente, talvez já esteja pronto para experimentar trocas com uma qualidade superior. Não é preciso abandonar os grupos, se isso deixa você feliz, mas abra-se para experimentar algo mais. Abra-se para a possibilidade de estabelecer uma forma mais profunda de relacionamento, onde você aprenderá muito mais. Aprenderá a receber e a dar.
Aprenderá a amar.
Estou falando de uma relação de troca com uma dessas pessoas raras, dessas que de verdade fazem a diferença. Dessas que podem estar ao nosso lado não somente nos bons momentos de celebração e descontração, mas também na tristeza, na dor, no silêncio ou na beleza de um momento da mais pura contemplação. Pessoas assim são como poesia em nossa vida.
- Como tem valor uma pessoa que consegue ficar silenciosamente ao nosso lado!
Que privilégio poder falar abertamente, sem medos ou edições sobre a vida, sobre medos, sobre nossas dúvidas, sonhos e aspirações. Poder rir e chorar. Poder falar coisas sem sentido e acabar encontrando algum sentido no final. Poder ser tão de verdade que a gente acaba se sentindo um pouco criança. Que maravilha é não ter medo de virar criança na frente de alguém (quando crianças nos tornamos frágeis e indefesos).
Quem nunca teve um amigo assim talvez não compreenda o que digo. Uma única pessoa como essa em nossa vida, torna mais leve toda uma existência, acreditem. Poder conviver e trocar com uma pessoa que compreenda e partilhe de nossa visão de mundo torna a vida muito menos solitária.
Muitas vezes estamos rodeados de pessoas e continuamos nos sentindo sós, pois somos tomados por uma solidão existencial, uma solidão de alma, uma sensação de que existe entre nós e o mundo um abismo intransponível. Mas quando encontramos uma única pessoa que seja capaz de olhar lá no fundo de nossos olhos e enxergar nossa luz, quando encontramos uma única pessoa com quem podemos abrir mão das máscaras e ser simplesmente quem somos, quando encontramos uma única pessoa a quem podemos nos mostrar frágeis e humanos; então já não estamos sozinhos e o mundo deixa de ser tão ameaçador. Estamos acompanhados no que existe de mais verdadeiro.
A cada encontro com um amigo de verdade, nos aproximamos mais de nós mesmos. Aproximamo-nos mais da nossa luz, da nossa essência e do que temos de melhor. Essa é a beleza de uma amizade verdadeira, ela sempre nos ajuda a ficarmos mais próximos de nosso próprio eu. É como se, a cada encontro com o outro, nos tivéssemos um pouco mais de volta, e não há como explicar isso a quem nunca viveu algo assim.
Sinto uma gratidão imensa por meus raros e queridos amigos verdadeiros, por essas pessoas raras e preciosas que me ajudam a acreditar na beleza, mesmo em meio a tantos desafios. Por essas pessoas luminosas que me olham com aqueles olhos grandões e me ajudam a encontrar o que de melhor existe em mim.
A cada uma delas, que já me viu frágil, criança, que já me viu rir e chorar, que já filosofou comigo sobre a vida, que já me deu colo, que me empurrou para frente e acreditou em mim; a cada uma delas que me olha de uma forma que me ajuda a acreditar em mim mesma, que toca minha alma... Dedico este artigo, que escrevo tomada por esse sentimento de mais pura gratidão.
Um último comentário... Diamantes não são encontrados com muita facilidade. Se uma pessoa dessas passar pela sua vida, não a perca.
Quem nunca teve um amigo assim talvez não compreenda o que digo. Uma única pessoa como essa em nossa vida, torna mais leve toda uma existência, acreditem. Poder conviver e trocar com uma pessoa que compreenda e partilhe de nossa visão de mundo torna a vida muito menos solitária.
Muitas vezes estamos rodeados de pessoas e continuamos nos sentindo sós, pois somos tomados por uma solidão existencial, uma solidão de alma, uma sensação de que existe entre nós e o mundo um abismo intransponível. Mas quando encontramos uma única pessoa que seja capaz de olhar lá no fundo de nossos olhos e enxergar nossa luz, quando encontramos uma única pessoa com quem podemos abrir mão das máscaras e ser simplesmente quem somos, quando encontramos uma única pessoa a quem podemos nos mostrar frágeis e humanos; então já não estamos sozinhos e o mundo deixa de ser tão ameaçador. Estamos acompanhados no que existe de mais verdadeiro.
A cada encontro com um amigo de verdade, nos aproximamos mais de nós mesmos. Aproximamo-nos mais da nossa luz, da nossa essência e do que temos de melhor. Essa é a beleza de uma amizade verdadeira, ela sempre nos ajuda a ficarmos mais próximos de nosso próprio eu. É como se, a cada encontro com o outro, nos tivéssemos um pouco mais de volta, e não há como explicar isso a quem nunca viveu algo assim.
Sinto uma gratidão imensa por meus raros e queridos amigos verdadeiros, por essas pessoas raras e preciosas que me ajudam a acreditar na beleza, mesmo em meio a tantos desafios. Por essas pessoas luminosas que me olham com aqueles olhos grandões e me ajudam a encontrar o que de melhor existe em mim.
A cada uma delas, que já me viu frágil, criança, que já me viu rir e chorar, que já filosofou comigo sobre a vida, que já me deu colo, que me empurrou para frente e acreditou em mim; a cada uma delas que me olha de uma forma que me ajuda a acreditar em mim mesma, que toca minha alma... Dedico este artigo, que escrevo tomada por esse sentimento de mais pura gratidão.
Um último comentário... Diamantes não são encontrados com muita facilidade. Se uma pessoa dessas passar pela sua vida, não a perca.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Elas falam se namorariam um homem sem grana
Ele é atraente, engraçado, tem um bom papo, te convida para jantar fora e, na hora de pagar a conta, avisa que está desempregado e você é obrigada a colocar a mão no bolso para, não só rachar, mas bancar a refeição dos dois. Há quem diga que o amor é capaz de superar qualquer problema - até mesmo os financeiros -, mas até que ponto a falta de dinheiro pode interferir em uma relação? Para saber se elas namorariam um homem sem grana, oTerra conversou com algumas mulheres e perguntou se, de fato, falta de dinheiro é uma barreira para se envolver com alguém. Acredite, elas não se preocupam tanto com isso quanto eles pensam.
“Tudo depende da situação. Se um homem me chama para sair, me entrega a conta e avisa que não tem dinheiro, óbvio que vou achá-lo interesseiro. Mas se isso for conversado antes ou se ele estiver passando por uma fase difícil durante o namoro, não vejo motivo para deixar de se envolver. Uma hora todo mundo vai envelhecer, empobrecer e engordar. Namorar é saber aceitar essas mudanças”, avalia a professora Carmen García.
Para a analista de marketing Gabriela Gerbi, há uma lista de prioridades para um relacionamento dar certo, como cumplicidade, admiração e sintonia. Mas nenhuma delas envolve a parte financeira. “A falta ou a abundância de dinheiro são condições que podem mudar a qualquer momento, e dependem, não só, mas muito do esforço de cada um”, explica. Ela, que já se envolveu com um “cara sem grana”, acredita que isso só passa a ser um problema quando acontece por comodismo. Por isso, garante que não se incomodaria de pagar a conta de vez em quando se o parceiro estivesse passando por uma fase difícil. “Também não acho justo um sacrificar o outro, tem que ter um equilíbrio”, defende.
A engenheira química Julia Diaz, concorda com Gabriela. Para ela, a questão principal não é saber se um homem tem dinheiro ou não, mas se ele se esforça para mudar essa situação. “Quase todo mundo já teve uma fase de vacas magras na vida. Logo depois de sair da faculdade, fiquei alguns meses em casa sem encontrar um emprego legal. É normal. O problema é quando as pessoas se acomodam com a situação e desistem de tentar. Eu deixaria de me envolver com um homem se ele fosse imaturo e não corresse atrás dos sonhos, mas não me importaria se ele fosse esforçado e tentasse sair dessa. Até porque uma hora acaba dando certo”, conta.
Enquanto algumas mulheres estabelecem condições entre amor e dinheiro, outras acham inaceitável colocar a parte financeira como barreira em uma relação. É o caso da estudante de arquitetura Bárbara Souza. “Eu namoro há quatro anos e, no comecinho só eu trabalhava. Ele sempre se sentiu muito mal por isso, mas eu explicava que não escolho namorado pela carteira ou a marca do carro, mas porque ele é legal, me faz bem e me atrai. Infelizmente, nem todo mundo pensa assim”. Ela acredita que só é preciso saber se adaptar a situações. “Não tem dinheiro para o cinema? Vê filme na televisão. Não tem dinheiro para comer fora? Faz um jantar baratinho em casa. Tudo é adaptável”, sugere.
Dinheiro é prioridade para eles?
Quando o assunto é dinheiro em uma relação, os homens são bem mais flexíveis que as mulheres. Pelo menos essa é a opinião em comum entre todas as entrevistadas pelo Terra. “Acredito que para os homens isso importa menos do que para as mulheres, até porque o homem tem um instinto provedor (quando pode, claro). Por mais que o casal divida as contas, como eu sempre preferi fazer, o homem vira e mexe quer agradar a mulher provendo algo, seja um jantar ou um presente”, opina Gabriela.
Quando o assunto é dinheiro em uma relação, os homens são bem mais flexíveis que as mulheres. Pelo menos essa é a opinião em comum entre todas as entrevistadas pelo Terra. “Acredito que para os homens isso importa menos do que para as mulheres, até porque o homem tem um instinto provedor (quando pode, claro). Por mais que o casal divida as contas, como eu sempre preferi fazer, o homem vira e mexe quer agradar a mulher provendo algo, seja um jantar ou um presente”, opina Gabriela.
Para Bárbara, eles costumam agir por instinto e colocam a atração em primeiro lugar. “No geral, as mulheres são bem mais acomodadas que os homens. Nem todas percebem que passou da época em que eles tinham que pagar o cinema e o restaurante para os dois. Eu ficaria p... da vida se fosse um homem e, no primeiro encontro, uma mulher nem mexesse na carteira para rachar a conta. É muito ultrapassado. Nem minha vó concorda mais com isso”, critica a estudante.
7 dicas para prevenir a ejaculação precoce.
O assunto ainda é tabu. Controlar a ejaculação, a fim de prolongar o tempo da relação é desejo da maioria dos homens, mesmo dos que não sofrem de nenhuma disfunção que prejudique a performance. O site Ask Men elaborou dicas para ajudar na tarefa, que vão desde relaxar até reaprender coisas que parecem óbvias.
Confira:
1) A tensão muscular está associada à ejaculação precoce. Portanto, investir em atividades que aliviem esse quadro é recomendado, como ioga, alongamento, diminuir a ansiedade e praticar exercícios de maneira geral.
2) Permita que a companheira faça uma boa massagem em todo o corpo com os toques no estômago, coxas e outras áreas e preste atenção às sensações - de ansiedade ao alívio. Lidar com o corpo exposto, vulnerável, ajuda a reduzir a ansiedade.
3) Técnicas geralmente indicadas para as mulheres são importantes para homens também. Pratique exercícios de Kegel, contraindo o músculo pubococígeo.
4) Masturbação ajuda a controlar a ejaculação, mas é preciso algum treino. Segundo o site, deve ser praticada até o limiar do orgasmo e então o homem deve parar a estimulação. Isso ensina corpo e mente a prolongarem a fase de excitação, além de aumentar os níveis de autoconfiança.
5) Essa técnica deve ser usada também durante as relações, incluindo sexo oral.
6) A posição sexual também influencia na velocidade da ejaculação. A tradicional papai-mamãe é uma delas, pois mantem o corpo tenso, principalmente os braços e acelera o processo. Prefira posturas que aliviem essa tensão, como mantendo a parceira por cima.
7) Não faça uso de cremes que prometem reduzir a sensibilidade durante as relações, pois não resolvem o problema e atrapalham o prazer.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Hoje eu quero................
Hoje eu
quero TCHU = Trabalho, Cultura, Honra e União.
Hoje eu
quero TCHA = Teto, Cidadania, Hospitais e Alimentação.
E você, o
que quer hoje?
Hoje eu quero................
Hoje eu
quero TCHU = Trabalho, Cultura, Honra e União.
Hoje eu
quero TCHA = Teto, Cidadania, Hospitais e Alimentação.
E você, o
que quer hoje?
Hoje eu quero................
Hoje eu
quero TCHU = Trabalho, Cultura, Honra e União.
Hoje eu
quero TCHA = Teto, Cidadania, Hospitais e Alimentação.
E você, o
que quer hoje?
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