domingo, 21 de maio de 2017

Vendi o meu veículo, porém o comprador não efetuou a transferência da propriedade. O que eu faço?


Vendi o meu veculo porm o comprador no efetuou a transferncia da propriedade O que eu fao
Bom, uma das ações mais comuns nos Juizados Especiais Cíveis é a de obrigação de fazer para a transferência de veículo e seus possíveis débitos. Ocorre que, ao vender um veículo, é necessário comunicar venda ao DETRAN, para que futuras multas sejam transferidas ao novo proprietário. É imprescindível, além da comunicação de venda, que o vendedor vá ao DETRAN junto ao comprador para que, de fato, efetuem a transferência do veículo.
Você não comunicou venda e não acompanhou o comprador no processo de transferência?
Eis o problema. Ir ao cartório autenticar o DUT (Documento Único de Transferência) não é suficiente, pois o comprador pode, até mesmo com o DUT em mão, não efetuar a transferência do veículo e, por consequência disso, as multas e documentos com o pagamento atrasado estarão em nome do vendedor, possibilitando a inscrição de seu nome nos órgãos de proteção ao crédito (SPC e SERASA).
Uma forma de resolver tal situação é procurar o Juizado Especial Cível da sua cidade, munindo o nome completo da pessoa que realizou a compra do veículo, endereço completo (rua, número, bairro, CEP, etc) e algum documento que comprove a venda (conversas no whatsapp, contrato de compra e venda, cópia do DUT, etc). Se houver alguma dívida ativa, são primordiais as análises de débitos junto à SEFIN e ao DETRAN, para que seja possível o pedido de quitação por parte do comprador – ora requerido -. Se o nome do vendedor estiver inscrito nos órgãos de proteção ao crédito, é necessário o extrato atualizado que o comprove. Quando o nome do requerente está negativado, sugere-se a quitação de tal débito e, posteriormente, o ajuizamento de ação de cobrança, visto que, por mais rápido que seja o Juizado, costuma demorar alguns meses, salvo em casos de acordo nas audiências de conciliação.
Vale ressaltar que alguns juízes dos Juizados Especiais Cíveis levam em consideração o valor do veículo, isto é, não pode ultrapassar, sem advogado, 20 salários mínimos (R$18.740,00 reais). De outro modo, há juízes que levam em consideração o valor dos débitos, justificando, assim, o valor da ação.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Marcelo Serrado é acusado de dar calote em decoradora

Marcelo Serrado se envolveu numa confusão com sua ex-decoradora Claudia Hauer, que foi parar na Justiça. A profissional acusa Serrado de dar um calote por conta de um serviço prestado, enquanto o ator diz que não pagou porque o trabalho não foi feito como esperado. O caso corre na 19ª Vara Cível do Rio de Janeiro desde 2015.



A reforma aconteceu na cobertura de dois andares do ator em São Conrado, no Rio de Janeiro. A obra incluiu rebaixamento de teto, derrubada de paredes e a criação de ambientes.
De acordo com informações da revista Veja, a obra, orçada em R$ 865.882, ainda consta com R$ 99 mil pendentes. A decoradora quer receber o valor com juros e ainda cobra danos morais. O ator, por sua vez, quer ser ressarcido pelo que gastou depois que a decoradora parou de trabalhar para ele.
Claudia diz que foi chamada para fazer obras no primeira andar da cobertura, mas o ator solicitou que serviços fossem feitos no segundo andar também. Segundo Claudia, ela fez cobranças a Marcelo no decorrer da obra e achou que receberia o dinheiro em breve.
Pouco depois o contrato foi rescindido e a decoradora recebeu cheques que foram devolvidos pelo banco. Ela diz que não conseguiu concluir algumas obras por contas de problemas no apartamento.

Jornalista da GloboNews relata assédio que sofreu no início da carreira

Maria Beltrão, de 45 anos, é mais uma famosa que resolveu dar um depoimento sobre assédio que sofreu ao longo da vida. A jornalista da Globo News integra uma longa lista que conta com Xuxa, Claudia Alencar, Gisele Itiê, Luciana Coutinho e, caso mais recente, a figurinista da Globo Su Tonani, que denunciou o ator José Mayer como seu agressor.



O depoimento de Maria Beltrão faz parte da nova temporada do projeto da Globo News "Que Mundo É Esse?". Nele, a jornalista relatou sua experiência.
"No meu primeiro estágio, num escritório de assessoria de imprensa, eu estava superfeliz, fazia um mês que estava trabalhando. No elevador, fui atacada por um homem. Foi horrível, claro. Quando saiu no outro andar, ele disse: 'ó, a culpa é do vestido'. Aquilo foi tão forte pra mim, eu era muito novinha. Foi como se tivesse colocado um muro na minha frente, cerceando minha liberdade de ir e vir. Por quê?", desabafou a jornalista.
"Não tive coragem de voltar a trabalhar porque não encontraram esse agressor. Digo mais, tive um bloqueio tão grande que quis parar de usar aquele vestido, como se a culpa tivesse sido minha ou do vestido. Fico imaginando as mulheres que ainda não conseguiram transpor esses muros, essas barreiras que, naquele dia, há mais de vinte anos, tive ali na minha frente, me paralisando", contou Maria, inconformada.

Novo ciberataque está em curso, dizem especialistas

Um novo grande ataque cibernético está em curso nesta quarta-feira (17) e afeta milhares de computadores em todo o mundo, informou a empresa especializada em segurança online Proofpoint.   



De acordo com os especialistas, o ataque está vinculado ao ransonware "WannaCry", que foi iniciado na última sexta-feira (12) e afetou mais de 200 mil dispositivos em 150 países, e foi nomeado de Adylkuzz.   
"As estatísticas iniciais sugerem que esse ataque pode ser em maior escala que o WannaCry, afetando centenas de milhares de computadores e servidores ao redor do mundo", informa a empresa norte-americana.   
De acordo com as primeiras informações, que foram coletadas no dia 15 de maio, o Adylkuzz ataca também o Windows e não é barrado pelas correções desenvolvidas pelas empresas de antivírus para combater o ransonware.
O "invasor" pode ser detectado por problemas de performance nos computadores, que ficam mais lentos.    Mostrando testes feitos em computadores propositalmente vulneráveis, a Proofpoint mostrou que o novo vírus foi detectado. "No curso da busca pelo WannaCry, nós expusemos as máquinas. Enquanto esperávamos ver o WannaCry, nós tivemos um inesperado e menor invasor barulhento: a criptografia do Adylkuzz", explicam os especialistas.   
Diferentemente do WannaCry, que "sequestra" o dispositivo e só o libera após um pagamento, esse novo malware cria uma moeda virtual comparável aos Bitcoins, rouba os dados dos usuários e recebe o pagamento em moeda virtual sem que o usuário perceba. (ANSA)

segunda-feira, 15 de maio de 2017

No ato do casamento, homens estão colocando sobrenome da esposa

No ato do casamento homens esto colocando sobrenome da esposa
Com a alteração do novo código civil em 2002, houve uma equiparação de direitos entre homens e mulheres, o que inclui, entre outras coisas, a possibilidade do homem, ao se casar, poder acrescentar o sobrenome da mulher ao seu nome, o que antes era restrito somente às mulheres. Um direito ainda pouco usado, principalmente pelo desconhecimento das pessoas em relação a essa possibilidade.
Presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado do Rio de Janeiro (Arpen-RJ) e vice-presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado do Rio de Janeiro (Anoreg-RJ), Luiz Manoel Carvalho dos Santos afirma que no estado do Rio, o percentual de homens que passam a usar o sobrenome da mulher após o casamento varia entre 8% e 10%, o que para ele está relacionado, entre outras coisas, com toda a burocracia envolvida para a mudança em todos os documentos.
“Acho que o grande motivo de não haver mudanças de nomes é a necessidade de depois do casamento ter que mudar os documentos pessoais. Existe toda a dificuldade em mudar carteira de trabalho, identidade, motorista, passaporte, entre outros, que dá muito trabalho, e se depois essas pessoas resolverem se separar vão ter que mudar tudo novamente”, explica.
A alteração do nome é, sem duvida, uma tendência que tem diminuído ao longo dos anos. De acordo com Luiz Manoel, há 20 anos, em quase 100% dos casamentos, as mulheres acrescentavam o sobrenome do marido, hoje, esse número foi reduzido praticamente à metade. Porém, ainda assim, segundo ele, no estado de São Paulo, o número de maridos que aderem ao sobrenome das esposas é muito mais expressivo, chegando a aproximadamente 25%.
“Um sobrenome bonito, imponente, costuma ser motivo para que os maridos queiram mudar. Os homens que fazem a alteração, geralmente têm interesse em usar um sobrenome mais bonito ou estão muito apaixonados” ressalta Luiz Manoel.
O processo de casamento tem sido facilitado nos últimos anos com a desburocratização judicial, e o que antes demorava até 90 dias, atualmente pode ser feito em apenas 15 dias. “O desejo de acrescentar o sobrenome do outro é expresso no memorial de habilitação de casamento durante o preenchimento dos dados. Feito isso, já na cerimônia de casamento, o cônjuge assina com o nome novo”, explica.
Joyce Teixeira Vitorino Rodrigues, 24 anos, balconista e aluna do curso de Serviço Social, ficou sabendo que o então futuro marido poderia usar seu sobrenome durante o preenchimento dos papéis para o casamento.
“No cartório, perguntaram se ele queria usar meu sobrenome, a princípio ele não aceitou, porque até então a gente achava que só a mulher podia fazer isso, mas depois eu insisti e ele acabou aceitando o meu pedido. Os parentes brincam como se ele tivesse mudado de família”, diverte-se Joyce.
Para ela, o casal usar o sobrenome um do outro se torna ainda mais significativo quando se tem filhos, e todos ficam com os mesmos complementos ao nome. Apesar de casada com Alex Soares Rodrigues Vitorino há apenas um ano e dois meses, o casal já tem um filho de oito anos, Cauã Luiz Vitorino Rodrigues.
“As pessoas geralmente não sabem dessa possibilidade e quando eu conto, elas logo perguntam: Ele aceitou? Eu acho, inclusive, que o marido e a mulher usarem o sobrenome um do outro deveria ser obrigatório, para ficar uma união documentada e com direitos iguais”, declara a estudante.
Alex Soares Rodrigues Vitorino, de 29 anos, é auxiliar de serviços gerais, diz que concordou em adotar o sobrenome de Joice, mas afirma que a união entre eles já era muito forte, e essa foi apenas mais uma decisão que tomaram juntos.
“Meus amigos brincam dizendo que quem manda em casa é ela. Eu acho que meu nome ficou mais bonito com o sobrenome dela, mas também acho que essa decisão tem que ser em comum acordo do casal”, aconselha.
Jean Carlos Bezerra da Silva Pacheco, 35 anos, autônomo, acrescentou o Pacheco, que é sobrenome da sua mulher, depois do casamento, há pouco mais de um ano. Ele conheceu Cláudia no trabalho, e um ano depois já estavam casados. Ele diz que “foi amor à primeira vista”. Uma paixão tão intensa que o fez querer, inclusive, adotar o sobrenome da mulher.
“Era a primeira vez que eu estava me casando, e eu queria fazer tudo certinho, mas a razão de acrescentar o sobrenome dela é porque eu a amo muito. Para mim, ter o sobrenome dela significa um laço mais sólido entre nós”, conta.
A esposa, Cláudia de Almeida Pacheco da Silva, recepcionista de 29 anos, diz que o fato de o marido decidir acrescentar seu sobrenome foi uma surpresa. Ela afirma que não sabia que o homem, assim como a mulher, também poderia trocar de nome ao casar, e que no caso deles foi uma mudança mútua, ele com o Pacheco dela, e ela com o Silva dele.
“Para mim, tem um significado muito grande essa atitude. Eu achei uma coisa fantástica essa possibilidade, já que eu gosto muito dele, e é uma felicidade que agora ele tenha o meu sobrenome também. Até os meus pais ficaram contentes. Eu aconselho que todos os casais façam isso” diz a recepcionista.
Nos dias 3 e 4 de abril, vai acontecer no Rio de Janeiro, no Windsor Atlântica Hotel, o Congresso Nacional de Registro Civil, que reúne os cartórios de todo o país, e entre os temas abordados está a possibilidade do homem acrescentar o sobrenome da esposa, com o objetivo de divulgar esse direito.
Fonte: COLÉGIO NOTARIAL DO BRASIL - SEÇÃO DO RS

11 benefícios da água com limão que você não sabia

domingo, 14 de maio de 2017

Cerveja é mais eficaz que remédio no combate à dor, diz estudo

Cientistas britânicos avaliaram a capacidade do álcool para diminuir a sensação de dor


Um estudo realizado por pesquisadores da universidade de Greenwich, no Reino Unido, afirmam que a cerveja pode ser mais eficaz do que comprimidos analgésicos comuns no combate à dor. Os cientistas concluiram que duas canecas de cerveja, o equivalente a dois copos de 473 mililitros, contribuem para atenuar um nível de intensidade de dor.

De acordo com o jornal Daily Express, o principal responsável por esta pesquisa, Trevor Thompson, afirma mesmo que o álcool pode ser mais eficaz que o paracetamol.
A recomendação a longo prazo, contudo, é sempre beber com moderação: A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que não sejam ultrapassadas duas unidades (20 gramas de álcool) por dia, com abstinência de pelo menos dois dias por semana.

Café pode diminuir risco de câncer de próstata, diz estudo

Segundo pesquisa, para isso é necessário tomar 3 xícaras por dia


O café, melhor se não for descafeinado, pode representar uma arma na ajuda da prevenção do câncer de próstata. De acordo com um estudo italiano, três xícaras da bebida por dia, principalmente se for preparada a la italiana, pode reduzir em mais de 50% o risco deste tumor. Essa foi a principal conclusão de uma pesquisa realizada por especialistas do Instituto Neurologico Mediterraneo de Pozzilli (Irccs Neuromed) em colaboração com o Instituto Superior de Saúde e com o Istituto Dermopatico dell'Immacolata de Roma (IDI), conduzida por George Pounis, do Neuromed, e publicada na revista "International Journal of Cancer".

Os pesquisadores italianos estudaram o consumo de café de cerca de 7 mil homens residentes da região do Molise e que participam do projeto epidemiológico Moli-sani. "Analisando os costumes relativos ao consumo de café e os casos de câncer de próstata registrados na amostra, pudemos evidenciar uma diminuição do risco, de 53%, nas [pessoas] que bebiam mais de três taças por dia", disse Pounis. Já na segunda parte do estudo, os pesquisadores testaram as ações dos extratos de café com ou sem cafeína nas células de tumores em proveta. Os primeiros mostraram a capacidade de reduzir significantemente o crescimento das células cancerígenas e a capacidade de se formar uma metástase. O efeito do café em grande parte desaparece com o descafeinado, sinal que o efeito benéfico observado é muito provavelmente devido à cafeína em si mais do que a outras substâncias contidas na bebida.
"O nosso estudo indica que os consumidores habituais de café que bebem mais de três taças por dia têm menores probabilidades de ter tumores na próstata; naturalmente é bom que os excessos que podem ter efeitos negativos de outro tipo sejam evitados", afirmou Francesco Facchiano, um dos estudiosos envolvidos na pesquisa. Já a italiana Licia Iacoviello, outra pesquisadora do estudo disse que também é necessário levar em conta que a pesquisa se relaciona "com uma população que bebe o café rigorosamente a la italiana, ou seja, com alta pressão e com a temperatura da água muito elevada" e que "este método, diferente dos seguidos em outras áreas do mundo, pode determinar uma maior concentração de substâncias bioativas"
Em 1991, o café foi incluído em uma lista em que aparecia como "provável causador" de câncer de bexiga. Porém agora, após analisar cerca de 500 estudos publicados nos últimos 25 anos sobre a bebida, os especialistas afirmaram que não existe qualquer evidência da relação entre o câncer de bexiga - ou qualquer outro tipo de tumor - e o amado cafezinho. Na realidade, com essa revisão de estudos, os especialistas chegaram à conclusão que o café protege contra duas formas de tumores: aquele que atinge o fígado e outro que atinge o útero. (ANSA)

sábado, 13 de maio de 2017

Mochila escolar 'gigante' dada por prefeitura na BA vira piada na web

Município de Jequié, na Bahia, distribuiu o mesmo material para alunos de creche e de ensino fundamental


O tamanho das mochilas distribuídas pela Prefeitura de Jequié (BA) gerou indignação e piadas na internet. O município deu mochilas iguais para crianças de creche, com menos de seis anos, e para alunos do ensino fundamental 2. Para os mais novos, a mochila é muito grande, sendo que os meninos chegam a caber dentro do utensílio.

A Secretaria de Educação começou a distribuir o material na última sexta-feira (5), segundo informações da prefeitura repassadas ao G1. Além das mochilas, os 18 mil alunos do município receberão kits com camisetas e um tipo de pochete que serve como estojo.
O tamanho das mochilas chamou atenção de internautas. "Gostei. Dá para usar até para viagem, para ir embora", publicou um usuário do Facebook. "É para durar até a faculdade", escreveu outro internauta.
A assessoria de comunicação da prefeitura informou, por telefone, que não tinha previsão de distribuir os kits para as crianças pequenas da creche, mas professores, diretores e a própria secretaria se reuniram e decidiram fazer a entrega também para os alunos mais novos. O município garante que o material foi licitado.
A Secretaria de Educação diz que"deve prevalecer o bom senso de todos os envolvidos na utilização dos materiais distribuídos, cabendo principalmente aos pais ou responsáveis utilizarem as mochilas para transporte do material das crianças, lembrando ainda que o Ministério da Saúde recomenda que o peso transportado pelo aluno não ultrapasse em mais de 10% do peso da criança", afirmou, em nota, o secretário de Educação Roberto Gondim.

MP 776/2017 permite que a criança seja registrada como sendo natural do Município onde reside a mãe, mesmo que o nascimento não tenha ocorrido ali

MP 7762017 permite que a criana seja registrada como sendo natural do Municpio onde reside a me mesmo que o nascimento no tenha ocorrido ali
MP 776/2017 permite que a criança seja registrada como sendo natural do Município onde reside a mãe, mesmo que o nascimento não tenha ocorrido ali
Foi publicada a MP 776/2017 que modifica a Lei de Registros Publicos (Lei nº 6.015/73).
Trata-se de novidade legislativa com um importante cunho social e que certamente irá ser cobrada nas provas de concurso, especialmente de cartório.
Imagine a seguinte situação hipotética:
Maria está grávida e mora em Manaquiri, pequeno Município do interior do Amazonas.
Como em Manaquiri não existe maternidade, Maria foi realizar o parto em Manaus, onde então nasceu seu filho Neymar.
No momento em que Neymar for ser registrado, o oficial do Registro Civil deverá consignar que ele é natural de qual Município? Qual será a naturalidade de Neymar?
Antes da MP 776/2017: Se esse fato tivesse ocorrido antes da MP 776/2017, o Oficial deveria consignar que Neymar era natural de Manaus (AM), local em que ele efetivamente nasceu.
Depois da MP 776/2017 (atualmente): Existem duas opções de naturalidade para Neymar. Ele poderá ser registrado como sendo natural de:
1) Manaus (local onde ocorreu o nascimento); ou de
2) Manaquiri (Município de residência da mãe do registrando na data do nascimento).
Assim, a MP 776/2017 altera a LRP para prever que, se a criança nasceu em cidade diferente daquela onde mora sua mãe, ela poderá ser registrada como sendo natural do local de nascimento ou do Município onde reside sua genitora.
A pessoa que estiver declarando o nascimento é quem irá escolher uma das duas opções acima (obs: normalmente quem declara o nascimento é o pai ou a mãe, nos termos do art. 52 da LRP).
Veja o parágrafo acrescido pela MP 776/2017 ao art. 54 da Lei de Registros Publicos:
Art. 54 (...)
§ 4º A naturalidade poderá ser do Município em que ocorreu o nascimento ou do Município de residência da mãe do registrando na data do nascimento, desde que localizado em território nacional, cabendo a opção ao declarante no ato de registro do nascimento.
Vale ressaltar que não há grande repercussão jurídica no fato de a criança ser registrada em um ou outro Município brasileiro. A questão aqui é mais sentimental, ou seja, de a mãe sentir que seu filho é natural do Município onde eles moram e, apesar disso, antes da MP, ela ser obrigada a registrá-lo como sendo natural de outro local pelo simples fato de o parto ter ocorrido ali. Dessa forma, a intenção da MP foi a de corrigir uma "injustiça" que os Municípios mais pobres do Brasil sofriam já que praticamente não tinham pessoas registradas como sendo naturais dali já que as mães eram obrigadas a ter seus filhos em cidades vizinhas.
Recém nascido que estava em processo de adoção
Outra situação abarcada pela MP é o caso em que a criança nasceu e já estava em processo de adoção. Nesta hipótese, se a pessoa que estiver adotando morar em uma cidade diferente daquela onde nasceu a criança, será possível registrá-la como sendo natural do Município onde residem os adotantes.
Veja o dispositivo acrescentado pela MP:
Art. 54 (...)
§ 5º Na hipótese de adoção iniciada antes do registro do nascimento, o declarante poderá optar pela naturalidade do Município de residência do adotante na data do registro, além das alternativas previstas no § 4º.
Ex: imagine que Túlio e Sandra haviam iniciado o processo para adotar o filho de Maria (Neymar), ainda quando ela estava grávida. O casal mora em São Paulo (SP). Neste caso, no momento do registro do nascimento haverá três opções de naturalidade de Neymar:
1) Manaus (Município onde ocorreu o nascimento);
2) Manaquiri (Município de residência da mãe do registrando na data do nascimento);
3) São Paulo (Município de residência dos adotantes).
Assento e certidão de nascimento
Outra novidade trazidas pela MP 776 é que agora existe a expressa previsão legal de que o registrador, no momento do assento do nascimento, deverá consignar a naturalidade do registrando. Isso já acontecia na prática, no entanto, agora esse dever consta expressamente na LRP.
Além disso, a MP também determinou que nas certidões de nascimento deverá constar a naturalidade do nascido.
Assento do casamento
Por fim, a MP 776/2017 determina que, no assento do casamento, deverá constar expressamente a naturalidade dos cônjuges. Antes não havia essa exigência.
Art. 70 Do matrimônio, logo depois de celebrado, será lavrado assento, assinado pelo presidente do ato, os cônjuges, as testemunhas e o oficial, sendo exarados:
1º) os nomes, prenomes, nacionalidade, naturalidade, data de nascimento, profissão, domicílio e residência atual dos cônjuges; (Redação dada pela Medida Provisória nº 776/2017)

8 dicas essenciais para evitar a hipertensão

Especialista apresenta atitudes que ajudam a evitar a doença


No dia 26 de abril comemora-se o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão, considerada a doença do coração mais frequente entre os brasileiros, afinal de acordo com o Ministério da Saúde, por ano, 1 em cada 4 brasileiros adultos é diagnosticado com hipertensão. A data tem como objetivo alertar a população sobre os males causados pela patologia.

A hipertensão é o aumento da força que o sangue bombeado pelo coração exerce contra a parede das artérias para irrigar os outros órgãos ou movimentar-se, ou seja, as artérias apresentam resistência para a passagem do sangue, exercendo pressão igual ou superior a 140/90mmHg (quando 120/80mmHg – ou 12 por 8 – é considerado normal).
De acordo com o Dr. Élcio Pires Junior, coordenador da Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular e coordenador das Unidades de Terapia Intensiva do Hospital e Maternidade Sino Brasileiro, qualquer pessoa pode apresentar picos de pressão em situações de estresse ou pós exercícios físicos intensos. No entanto, para ser considerado hipertenso, o paciente deve apresentar pressão acima do normal na maior parte do tempo.
“A hipertensão é silenciosa e crônica, uma vez adquirida é possível controla-la, porém não há cura, por isso, a prevenção é a melhor forma de combate-la”, explica Dr. Élcio.
Confira abaixo algumas dicas selecionadas para você se precaver dela:
1. Não fume – o tabaco e outras substâncias presentes no cigarro elevam a pressão imediatamente.
2. Evite o estresse – controle suas emoções e procure relaxar, pois as sobrecargas podem acarretar em hipertensão e outras doenças cardíacas.
3. Controle o seu peso corporal – geralmente peso alto é sinônimo de pressão alta devido à dificuldade que o coração de um obeso tem para bombear o sangue.
4. Pratique atividades físicas – exercitar-se contribui para a melhoria do sistema circulatório. Mas, antes de iniciar qualquer prática, consulte um especialista.
5. Reduza o consumo de sal – o sal em excesso aumenta a retenção de líquido, o que ocasiona a hipertensão. E atenção, deve-se observar não apenas a quantidade de tempero utilizada no preparo das refeições, como a ingestão de alimentos processados, embutidos, enlatados, refrigerantes e demais produtos com elevado teor de sódio.
As dicas oferecidas até agora são bem comuns quando se fala em pressão alta, mas há outras atitudes bem menos prováveis que também contribuem:
6. Abaixe o volume – por incrível que pareça, a exposição diária acima de 60 decibéis aumenta o risco de hipertensão.
7. Aproveite e escute uma música relaxante – músicas calmas melhoram a respiração e o coração.
8. Atente-se para a sua postura – sentar-se de forma ereta permite que a pressão se mantenha sem alteração, ao curvar os ombros e posicionar a barriga para a frente, a pressão sanguínea aumenta.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Leo Santana desabafa ao saber que ovo cozido custa R$ 8 em hotel

"Eu tô chateado, tô put*”, disse, diante do preço cobrado por unidade do alimento

Leo Santana reclama do valor de ovo cozido de restaurante em hotel

Por essa Leo Santana não esperava... O cantor retornara da festa de aniversário da funkeira Ludmilla, dia 26, no Rio de Janeiro, quando, numa "fome brother", como ele mesmo descreveu, resolveu pedir uma porção de seis ovos cozidos ao restaurante do hotel em que estava hospedado, segundo informa o Bahia Notícias. 

No entanto, ele se deparou com um fato inusitado, que fez questão de registrar em vídeos publicados em seu Instagram. De acordo com o funcionário do estabelecimento, “uma porção de ovos é oito reais”, mas o pagodeiro questionou: “E quantos ovos vem nessa porção?”. ”Um”, respondeu o funcionário para a revolta do artista.
Leo não se conformou com a afirmativa e continuou os questionamentos: “Oxe, então não é uma porção, é unidade”. E completou: "Eu tô chateado, tô put*”. Nos vídeos, ele mostrou revolta com o preço aos fãs: “O cara na maior frieza, ‘é senhor, R$ 8, vai querer?’”.
O cantor decidiu, então, pedir auxílio a um amigo: “Me salve irmão, traga uns ovos já cozidos aí”. Leo Santana afirmou por vezes que poderia divulgar o nome do hotel, mas não o fez: “Tô com a língua coçando aqui pra esculachar esse hotel”. E reitera: “Antes de ser artista sou ser humano, consumidor”.
Para reforçar a queixa, o cantor expôs os comentários dos fãs que compartilham do mesmo pensamento. “Tão achando que é turista pivete, fala com ele que tu é Bahia”, escreveu um seguidor.

Quais os direitos das diaristas?


Quais os direitos das diaristas
Para realizar de forma eficaz uma explicação sobre os direitos das diaristas, é importante explicar a diferença entre diarista e empregada doméstica, afinal, muitos confundem uma profissional com a outra, e nenhum dos direitos assegurados às empregadas domésticas são assegurados para a diarista.
A diarista é uma pessoa que presta serviço eventualmente, ou seja, sem vínculo empregatício, pois trabalha por conta própria fazendo seus próprios horários e pode trabalhar de uma a duas vezes na semana para a mesma pessoa sem estabelecer relação de trabalho. Ao contrário da empregada doméstica que trabalha de maneira contínua como prestadora de serviços para uma mesma pessoa, tendo sua carteira registrada e, portanto, seus direitos assegurados por lei.
A diarista pode trabalhar por até oito horas diárias, tendo total liberdade de prestar serviços em demais residências, tendo como descanso os finais de semana (sábado e domingo).
No entanto, a diarista não possui direito a férias, vale transporte, FGTS e décimo terceiro.

Direitos das diaristas ao INSS

Esse ponto é importante ser levantando pois é algo relevante nos direitos das diaristas.
Por não possuir carteira assinada, é obrigada a se inscrever junto ao INSS como contribuinte individual, ou seja, contribuir com o dinheiro do próprio salário para ter direito a sua aposentadoria conforme consta no artigo 9º, parágrafo 12, do Decreto nº. 9.048/99 (Regulamento da Previdência Social), que dispõe: “o exercício da atividade remunerada está sujeita a filiação obrigatória ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS)”.

Exemplos de tipos de trabalho que não criam vínculo empregatício

Prestadores de serviços que atuam na residência entre um ou dois dias na semana, seja lavadeira, passadeira, faxineira, limpador de piscina, jardineiro, entre outros com trabalhos em comum atuados dentro do mesmo local.
Mas vale ressaltar um cuidado importante ao qual devemos observar que se uma diarista mesmo trabalhando até duas vezes por semana, mas trabalhando há anos para o mesmo empregador poderá obter os mesmo direitos de uma empregada doméstica, pois sobressai, assim, a presença do contrato de emprego doméstico quando presentes a necessidade periódica da prestação de serviço, ainda que intermitente.
Por isso, fique atento, pois, o ingresso na Justiça do Trabalho por uma diarista pleiteando vínculo empregatício é mais comum do que se imagina. É preciso ter confiança e acima de tudo ter documentado todos os pagamentos, demonstrando que todos os pagamentos estão sendo feitos conforme direito, solicitando que a mesma assine um comprovante após o final do dia garantindo que recebeu em dia seus direitos pelo trabalho executado.
Agora se sua dúvida são os valores pagos entre diarista e empregado doméstico, para aqueles que estão tentando economizar vale lembrar que, em 2015, o custo mensal do empregado doméstico na região de São Paulo teve aumento de 12% em relação ao ano anterior.
O Salário mínimo passou de R$ 810,00 para R$ 905,00 sem inclusão dos benefícios, enquanto o salário para uma diarista está na média de R$ 150,00 ao dia, dependendo do região do Brasil da qual se trata o serviço em questão. Por isso, é importante realizar o cálculo dos custos totais relacionando as atividades, tanto para realizar os cálculos de qual serviço é mais benéfico para o contratante, quanto aquele que é mais benéfico para o trabalhador

Vitória é a 3ª melhor capital para se viver

Resultado de imagem para vitória espírito santo

A Capital ainda ficou em 1º lugar em Educação e Cultura,na frente de Florianópolis e São Paulo .

Um levantamento feito pela consultoria Macroplan sobre as melhores e as piores capitais do país para se viver mostra Vitória na terceira posição. Liderando a pesquisa está a cidade de Curitiba, seguida por Florianópolis.

Belo Horizonte aparece em 4º lugar e São Paulo em 5º. Já do lado oposto da lista, Macapá aparece como a pior capital para se morar. Porto Velho é a segunda pior. Maceió, Belém e São Luís completam a lista das cinco piores capitais brasileiras para se viver.

O estudo Desafios da Gestão Municipal avaliou as 100 maiores cidades do Brasil, que representam metade do Produto Interno Bruto (PIB) do país, em 16 indicadores divididos em quatro áreas: educação e cultura, saúde, segurança e saneamento e sustentabilidade.

NA LIDERANÇA O estudo também mostra quais foram as cidades mais bem colocadas em cada categoria. Vitória foi a melhor capital no quesito Educação e Cultura, seguida por Florianópolis e São Paulo.

A Macroplan ressalta que os 25 municípios com melhor nota em educação estão nas regiões Sul ou Sudeste. Neste grupo, destaque para o Estado de São Paulo, que abriga 19 municípios (incluindo a capital). Em Saúde, as capitais mais bem colocadas foram Curitiba, Palmas e Vitória. Em segurança, São Paulo é a capital mais bem colocada.

Da lista, 10 capitais se destacam no grupo dos 25 cidades com menores notas nessa categoria, sendo oito capitais do Nordeste (Recife, Natal, João Pessoa,Aracaju,Maceió,Teresina,Fortaleza e São Luís) e duas do Centro-Oeste (Goiânia e Cuiabá).

Em saneamento básico e sustentabilidade, Curitiba se destaca como a capital com maior nota, seguida por Goiânia, São Paulo e Salvador. Já Vitória ficou em 10º  lugar na lista.

Veja ao lado as melhores e piores capitais para se viver no Brasil e o desempenho de Vitória na pesquisa.

RICARDO MEDEIROS - 09/03/2017

Vista da Praia de Camburi, região que é um dos cartões-postais da Capital Vitória é a 3ª melhor capital para se viver

LEVANTAMENTO RANKING GERAL  - Qualidade de vida
1º Curitiba
2º Florianópolis
3º Vitória
4º Belo Horizonte
5º São Paulo
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terça-feira, 9 de maio de 2017

Filha de Temer é a favor do aborto e da legalização das drogas

Sobre polêmico discurso do presidente no dia das mulheres, Luciana garante que não é o discurso que ela gostaria de ouvir


A filha do presidente Michel Temer, Luciana Temer, defendeu a legalização do aborto, das drogas e da prostituição em uma entrevista para a revista Marie Clare publicada nesta sexta-feira (28). À frente do Instituto Liberta, que combate a exploração sexual de crianças, a advogada, que iniciou a carreira como delegada da mulher, falou sobre a sua trajetória e as diferenças ideológicas em relação ao pai.

Luciana ficou conhecida durante o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. A advogada chamou a atenção da mídia por trabalhar com o então prefeito de São Paulo, o petista Fernando Haddad, e por afirmar que o impeachment não era bom para a democracia.
Aos 47 anos, Luciana tem dois filhos, Pedro, de 16, e Marina, de 14. A advogada dá aulas de direito na PUC e na Uninove, ambas em São Paulo, além de comandar o Instituto Liberta, criado em janeiro deste ano.
Luciana contou que aceitou o convite de Haddad para trabalhar com ele na prefeitura, mas o seu pai precisou ser consultado. A princípio, Temer preferiu mantê-la longe da política e mais especificamente do PT, mas cedeu aos apelos da filha.
“Fui até a casa dele e perguntei o porquê daquilo (de dizer que Luciana não poderia atuar com Haddad). Ele disse que eu apanharia muito por ser sua filha. Respondi: ‘Enquanto você viver, estarei nessa posição. Eu aguento. Você aguenta?’.” O pai acabou recuando.
Luciana contou que estava na prefeitura durante o processo de impeachment, em que o PMDB rompeu com o governo e foi alvo de ataques. “Foi difícil, mas meu pai e o Haddad me apoiaram.” Desde então, ela tem ajudado os filhos a lidar com os ataques dirigidos ao avô.
Quando questionada se é a favor da legalização do aborto, Luciana disse que sim, pois "essas hipocrisias sociais precisam ser rompidas. Ele é a quarta causa de mortalidade materna no Brasil”, explicou. "E são as classes menos favorecidas que pagam o preço", completou a advogada.
Sobre o polêmico discurso do presidente no dia das mulheres, quando ele ressaltou o papel feminino na criação dos filhos e na percepção da oscilação dos preços no supermercado, Luciana disse que este não era o discurso que queria ouvir, mas explicou a intenção do pai:
É o discurso que eu gostaria de ouvir no Dia Internacional da Mulher? Não. Mas é o que ele acredita e falou para muitas mulheres que vivem dessa forma. Até hoje fala: 'Sou grato porque sua mãe criou muito bem vocês'. Também me dizia que a Procuradoria do Estado é uma ótima carreira porque é meio período. Na lógica dele, você tem que se fortalecer profissionalmente, mas também cuidar dos filhos. Mas é importante dizer que sempre me incentivou a ser independente financeiramente."
Luciana, que trabalhou com Haddad no programa De Braços Abertos, com usuários de crack, também defendeu a legalização das drogas. "A proibição já deu errado. Nos últimos dez anos, dobramos o sistema prisional brasileiro. O causador disso foi o tráfico de entorpecentes, que passou de quarto para primeiro motivo de prisões. Quem vai preso? O preto, o pobre, o da periferia, a mulher que levou droga pro marido. Mais de 75% das prisões não são de inteligência, são feitas pela Polícia Militar: é o menino que é abordado ali e é preso", explicou.
A filha de Temer assumiu na entrevista, inclusive, já ter experimentado maconha. "Já experimentei maconha quando era jovem. Não gosto, não faço apologia do uso. Mas, se legalizar, fica mais fácil de lidar com a situação", justificou.
Luciana definiu o momento que ouve um “Fora, Temer” como "desconfortável". "Uma vez, eu estava fazendo uma plenária com o Had­dad e uma líder comunitária subiu no palco e falou: 'Não aguento, sou vermelha desde criancinha. Fora, Temer!'. Eu estava no palco. Ficou um silêncio. Peguei o microfone e falei: 'Mas não eu, tá?'. Todo mundo riu. Não é pessoal, não é contra mim", disse.

Atriz desabafa por ter foto nua ao lado de crianças censurada na web

A nudez é considerada normal para Isabel, de 40 anos, que costuma aparecer sem ou com pouca roupa em seus espetáculos



Isabel Chavarri e Simone Mazzer foram alvo de uma censura no Facebook. Isabel, que é atriz burlesca, posou nua dentro um banehiro, sendo observada por crianças, para uma ilustração que virou capa do CD de Simone. A imagem também foi postada na rede social que tratou de sumir com a ilustração.

A nudez é considerada normal para Isabel, de 40 anos, que costuma aparecer sem ou com pouca roupa em seus espetáculos. "Acho que atingimos o ponto. Se tem gente incomodada com um desenho onde nada tem ligação com o erotismo, é sinal de que precisamos falar sobre isso. Claro que aquelas crianças que aparecem no desenho não estavam lá", explica a atriz, dizendo que as crianças foram desenhadas na imagem posteriormente.
"A Isabel fez fotos nuas, nenhuma criança estava presente. Todos os pais foram consultados antes, e a ilustração feita depois. Eu não quis criar rebuliço”, conta Simone.
O Facebook já pediu desculpas à artista e a imagem está no ar novamente.
Alvo de críticas também por conta das formas físicas da atriz, Isabel e Simone militam para que cada mulher seja livre para ter o corpo que quiser.

Furto nas dependências de condomínio, quem paga o prejuízo?

O condomínio só responde por furtos ocorridos nas suas áreas comuns se isso estiver expressamente previsto na respectiva convenção.




Nos dias atuais, nem aqueles que tem o privilégio de residirem em condomínios fechados, dotados inclusive de segurança privada, estão imunes dos dissabores de um furto na sua garagem por exemplo.
Entretanto, o condômino que amarga mensalmente em taxas condominiais costumeiramente fixadas em patamares assaz elevadas, desconhece as consequências de uma ocorrência desta natureza.
Afinal, quem paga o prejuízo? Para a surpresa de muitos, na grande maioria das vezes o condomínio não é juridicamente responsável ao ressarcimento dos danos. Isto porque, infelizmente a legislação condominial, tratou da matéria de forma tímida.
A Lei 4.591/64 e o Código Civil, por exemplo, se limitam a disciplinar aspectos referentes à natureza do direito, à guarda de veículos nas vagas de garagem (art. 2º da primeira, a Lei de Condomínios) e à locação ou eventual alienação (art. 1.338 e § 2º do artigo 1.339 do Código Civil) deles, sem, no entanto, fornecer qualquer solução para a hipótese de danos ocorridos nas garagens dos prédios, como furto e roubo de automóveis ou acessórios automotivos.
Diante da omissão da legislação, e considerando que uma responsabilização oneraria todos os condôminos, já que os recursos utilizados para as indenizações não teriam outra fonte senão a taxa condominial, entende-se que deve prevalecer a vontade dos indivisários em assumir tal obrigação, que neste caso é expressada por meio da convenção do condomínio.
Deste modo, os Tribunais Superiores, quando em julgamento da matéria consolidaram entendimento de que “O condomínio só responde por furtos ocorridos nas suas áreas comuns se isso estiver expressamente previsto na respectiva convenção” (Recurso Especial 268.669-SP).
Vale destacar, contudo, que existe uma pequena exceção à esta regra, que pode favorecer a frágil condição do condômino frente a uma situação como esta, e responsabilizar o condomínio pelos prejuízos experimentados; tal exceção surge quando existe a efetiva prova de que o preposto do condomínio tenha incorrido em culpa para a consumação do dano, como por exemplo, o porteiro que não tomou as devidas cautelas, e negligentemente autorizou a entrada do malfeitor, possibilitando que este consumasse o delito.
Infere-se no entanto, que em regra os condomínios não são responsáveis por furtos nas suas dependências, salvo se tal obrigação estiver expressamente contida em sua convenção, ou se a culpa do condomínio pelo ocorrido, for devidamente comprovada pela vítima, já que tal responsabilidade também não pode ser presumida.

domingo, 7 de maio de 2017

Arrancar um fio de cabelo branco faz nascerem dez no lugar? Descubra!

Cabelos brancos ou grisalhos aparecem naturalmente, com o passar dos anos


Provavelmente você já ouviu alguém mandando você não arrancar o fio de cabelo branco que teima em aparecer pois do contrário "dez nascerão no lugar". Mas afinal, isso não passa de lenda urbana ou tem algum fundo de verdade? Os cientistas resolveram descobrir.

Segundo o site MegaCurioso, tudo não passa de mito. No máximo, o que vai acontecer é outro fio branco que nascerá no mesmo lugar. Caso você note que outros fios brancos estão nascendo, a culpa não é daquele que foi arrancado, mas da idade que está avançando. Contudo, os médicos alertam: não é saudável arrancar os fios, pois o folículo pode ser danificado e nunca mais gerar fios. Caso você queira disfarçá-los, o melhor é cortá-los ou tingi-los.

Cabelos brancos ou grisalhos aparecem naturalmente, com o passar dos anos, e a genética pode retardar ou adiantar o aparecimento dos fios. Os brancos aparecem quando as células responsáveis pela pigmentação do cabelo, denominadas melaninas, morrem e deixar de transmitir a cor para os fios. Este processo é gradual é acontece por fatores genéticos ou com o passar dos anos.

Casais que falam sobre suas fantasias são mais felizes, diz estudo

Os participantes que mostraram estar numa relação aberta a conversas sobre fantasias mostraram ter uma melhor comunicação geral


Quanto mais abertamente um casal fala sobre suas fantasias, maior é a felicidade e melhor é a vida sexual. Esta é a conclusão de um recente estudo publicado na revista científica The Journal of Sex Research, que destaca ainda o impacto que este tipo de conversa tem na relação.

Realizada pela Universidade de Nevada, a pesquisa analisou as respostas de 256 pessoas que estão em longas relações. O questionário contava com perguntas acerca da relação em si, da satisfação sexual e da abertura que existe entre ambos para falar de fantasias, como noticia o site Bustle.
Os participantes que mostraram estar numa relação aberta a conversas sobre fantasias mostraram ter uma melhor comunicação geral, um fator determinante para o bem-estar do casal.
Falar de fantasias, revelando as suas e ouvido as da outra pessoa traz ainda uma maior sensação de conforto, diz o site.