quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Na Índia, concurso para 368 vagas atrai 2,3 milhões de interessados





Um anúncio de 368 vagas de emprego de baixo salário em um governo estadual indiano atraiu 2,3 milhões de interessados (dezenas deles com doutorado), em um sinal do desespero dos jovens do país por um trabalho que lhes traga segurança.
Na ndia concurso para 368 vagas atrai 23 milhes de interessados
Pelos cálculos das autoridades do Estado de Uttar Pradesh, mesmo se 2.000 candidatos forem entrevistados ao dia, serão necessários até quatro anos para que todos sejam analisados.
Com vagas para profissionais como guarda-noturno e ajudantes de limpeza para a Assembleia Legislativa local o governo de Uttar Pradesh pensava em atrair pessoas com ao menos cinco anos de educação escolar, mas entre os interessados estavam 255 doutores (em áreas como engenharia) e 25 mil mestres.
O salário inicial é de 16 mil rúpias (cerca de R$ 1.000).
A procura sem precedentes mostra como é difícil o mercado de trabalho nas regiões mais pobres do país, apesar de a taxa nacional de desemprego ser inferior a 5%.
Ao se eleger no ano passado, o primeiro-ministro Narendra Modi prometeu criar empregos e, apesar de programas do governo para capacitar profissionais, a realidade é que a Índia tem dificuldades para gerar vagas para os 12 milhões de estudantes que entram no mercado de trabalho todos os anos -sem falar no enorme saldo de desempregados na população de 1,3 bilhão de pessoas.
Economistas e investidores dizem que a maior parte da culpa está nas regras trabalhistas, que não encorajam as contratações pelo setor privado, sem falar nos benefícios concedidos para os funcionários públicos. Hoje menos de 10% dos 500 milhões de trabalhadores indianos estão no mercado formal - metade destes tem emprego em estatais como a Indian Railways (ferrovias).
Para Surjit Bhalla, presidente do conselho da Oxus Investments (firma de investimento financeiro), a procura de milhões de pessoas por um emprego público mostra “tudo que está errado na Índia: tanto nas leis trabalhistas como no fato de que no funcionalismo você não precisa fazer nada e tem ótimo salário. Você não pode ser demitido, está lá para todo o sempre”.
Raghuram Rajan, presidente do BC indiano, diz que o problema é que o emprego público tem um “alto status” na sociedade indiana, graças à estabilidade e aos benefícios.
Segundo ele, não há atalhos para resolver a questão: o ambiente de negócios precisa ser atrativo para o investimento, para a criação de bom empregos, produtivos no setor privado.


segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O extintor e a maconha


O extintor e a maconha

Para Refletir...


O Extintor e a Maconha
Alguns seres pensantes, resolveram criar e renovar o Código de Trânsito Brasileiro, já não era sem tempo.
Um dos seus artigos famosos, está a “falta de equipamento obrigatório”, previsto no artigo 230 que é o dispositivo mais extenso do CTB, dentre os que versam sobre infrações de trânsito, totalizando vinte e três condutas infracionais.
Especificamente no inciso IX - Falta ou defeito de equipamento obrigatório. A relação de equipamentos obrigatórios encontra-se prevista no artigo 105 do CTB, complementado por Resoluções do CONTRAN específicas, a principal delas de nº 14/98, onde está inserido o Famoso Extintor de Incêndio (o vermelhinho).
Os seres pensantes, decidiram que este pequeno equipamento vermelho, serviria para combater pequenos focos de incêndio veicular, maravilha, assim foi por muitos anos.
De uns tempos para ca, os mesmos seres pensantes, não sei por que cargas d’águas, ou, INTERESSES não sei de quem, resolveram aperfeiçoar o tal equipamento vermelho obrigatório criando a Resolução nº 536, de 17 de junho de 2015 onde:
“Altera o § 2º do art. 8º da Resolução CONTRAN nº 157, de 22de abril de 2004, com redação dada pelas Resoluções CONTRAN nº 333, de 06 de novembro de 2009, nº 516 de 29 de janeiro de 2015 e 521, de março de 2015, de forma a prorrogar o prazo fixado para a substituição dos extintores de incêndio com carga de pó BC pelos extintores de incêndio com carga de pó ABC”.
Após essas medidas, todos nós seres não pensantes, cumpridores da lei, pagadores de impostos, corremos desesperadamente atrás do vermelhinho para não sermos autuados.
Os seres pensantes resolveram inovar, decidiram, criaram a;
RESOLUÇÃO Nº 556, DE 17 DE SETEMBRO 2015
Torna facultativo o uso do extintor de incêndio para os automóveis, utilitários, camionetas, caminhonetes e triciclos de cabine fechada.
Altera o art. 1º, art. 7º e o art. 9º, altera o § 2º e acrescenta o § 3º ao art. 8º, da Resolução CONTRAN nº 157, de 22 de abril de 2004 e revoga o item 20, do inciso I, da art. 1º da resolução CONTRAN nº 14 de 1998.
Explicando:
Assim, vocês que correram para cumprir a lei, tiveram gastos com a mudança do vermelhinho, não precisam mais deste equipamento, pensamos e refletivos e achamos melhor que ele não serve pra nada.
Aliás, segundo pesquisas, o uso do tal equipamento causa mais riscos à vida docondutor (grifo na palavra), do que sua falta.
Nota sobre o grifo:
Transporte de passageiros, de cargas, caminhões, caminhões tratores, micro-ônibus, ônibus e veículos destinados a produtos perigosos, continuarão sendo obrigatório o uso do extintor (o vermelhinho), quem conduz estes veículos?
Subestimando minha inteligência, o extintor de incêndio, segundo pesquisas elaboradas por pessoas altamente qualificadas no assunto, causam riscos a vida do condutor no seu manuseio de veículos automóveis (de passeio), mas não aos condutores acima citados?
Deixa pra lá, vamos a maconha.
O que tem ela a ver com extintor?
Nada, onde há fumaça, há fogo, mas não precisa de extintor, só deixar queimar.
PL 7187/2014
Dispõe sobre o controle, a plantação, o cultivo, a colheita, a produção, a aquisição, o armazenamento, a comercialização e a distribuição de maconha (cannabis sativa) e seus derivados, e dá outras providências.
Em todos os artigos, bem elaborados, sobre a descriminalização da maconha, deixo minhas ponderações, no tocante ao despreparo do governo em criar leis e normas.
Observei o julgamento do assunto (RE 635659 – Repercussão Geral do relator ministro Gilmar Mendes: Francisco Benedito de Souza x Ministério Público do Estado de São Paulo), onde Ministros do STF, com conhecimentos de causa ou não, votaram a favor e contra a descriminalização.
Citando um dos argumentos do Ministro Barroso, onde após sua explanação, deixou claro, palavras dele –“não sou conhecedor do assunto (usuário) mas podemos fixar em 25 gramas por usuário”.
Resolveu votar a favor da descriminalização da maconha, transformando-a em abacaxi para o legislador, e que ele (s) transformem em lei (caso seja aprovado) e para o juiz, é aquele que você conhece lá da sua comarca, com pilhas e mais pilhas de processos, para decidir, julgar, em que circunstâncias as 25 gramas seriam porte para consumo próprio ou tráfico.
Para finalizar, respeitando opiniões contrárias, quero esclarecer, que em todos os assuntos citados, é notório o despreparo do “governo/estado”, em elaborar leis, normas, sem o mínimo aprofundamento do assunto. (minha opinião).
No primeiro caso, se fizeram uma pesquisa por pessoas especializadas no assunto, por que não a fizeram antes da elaboração de uma resolução que tornou obrigatório a mudança do extintor, para que nós contribuintes, cumpridores das leis, não fossemos onerados pela aquisição do novo produto?
No segundo, sei que se trata de um julgamento de um recurso, onde há a liberdade de um ser humano em jogo, uma pena a ser atribuída e cumprida.
Mas, quantas pessoas estão aprisionadas por tráficos de maconha, ou pelo consumo exacerbado da famigerada, há anos nas prisões e só agora se preocuparam em descriminalizar?
Por que deixam as coisas acontecerem, para somente depois tentarem tomar uma providência cabível ou satisfatória para a sociedade que de nada resolve?
Até quando pessoas eleitas por nós, responsáveis pela administração pública de nossas vidas, agirão antes de pensar?
Para Reflexão.

Promotores do Piauí recusam auxílio-moradia


A promotora Leida Diniz alega que não há necessidade do benefício

TERESINA - Em setembro de 2014, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ampliar o direito ao auxílio- moradia para os membros da Justiças Trabalhista e Militar, e para magistrados dos estados que ainda não recebiam o benefício.
Promotores do Piau recusam auxlio-moradia
A medida provocou a reação de inúmeras entidades, dentre elas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Advocacia-Geral da União (AGU), que questionaram a moralidade da concessão do benefício, criado pela Lei Complementar nº 35/79. Inúmeras ações populares já chegaram à Corte da justiça brasileira. Um Mandado de Segurança impetrado pela AGU foi rejeitado pelo STF.
A principal preocupação da AGU é com o impacto que a concessão do benefício vai causar aos cofres públicos, e que pode chegar à cifra de cem milhões por ano. A medida não condiz com a redução de gastos determinada pelo Ministério Público da União, para viabilizar o pagamento do auxílio.

Promotores do Piauí renunciam ao benefício

No Piauí, seis promotores renunciaram ao direito de receber o auxílio. Os promotores Fernando Santos e Leida Diniz argumentam que abdicaram do direito por acharem que não há necessidade de receber o benefício.
Promotores do Piau recusam auxlio-moradia
Além de renunciar ao auxílio-moradia, a promotora Leida Diniz se recusa a receber também o auxílio-alimentação no valor de 1.000 reais por considerar vergonhoso. “Não recebo porque o que ganho dá para eu morar e me alimentar com dignidade. É imoral eu receber o auxílio-moradia num valor que é muito acima do rendimento da maioria da população”, desabafa.
Não recebem o auxílio no Piauí, as promotoras: Cláudia Portela Lopes, Cleia Cristina Ferreira Fernandes, Leida Diniz; os promotores: Fernando Santos Marcio Rocha e o presidente da Associação Piauiense do Ministério Público (APMP), Paulo Rubens Rebouça.

sábado, 3 de outubro de 2015

10 verdades sobre concurseiros que nunca te contaram

Uma tendência natural de quem se aventura por uma seara qualquer é seguir conselhos e recomendações de quem já vem atuando há algum tempo.
Apesar das melhores intenções que existem nessas orientações, esses 'conselheiros' vão, ao longo do tempo, replicando informações recebidas de outros conselheiros que replicam de outros e de outros e assim sucessivamente.

Por este motivo, e para acabar com alguns mitos, separei 10 verdades sobre nós concurseiros que nunca te contaram:
1 - Você não quer ser aprovado para ter um bom salário e estabilidade
O discurso é um, mas a motivação é outra! Salário e estabilidade são coisas boas, isso eu concordo, mas na verdade o que você quer são os benefícios que esses e outros itens trarão para sua vida: aí o significado é só seu! Então, pare de dizer que você faz concurso para passar na prova. Você faz para ter o cargo, para conquistar bens materiais e a tranquilidade que ocupar esse cargo pode te proporcionar.
2 – Sofrer para estudar é opcional, não regra
A ideia de que não há conquista sem sofrimento é uma grande bobagem. Se você tiver em mente seu objetivo bem definido e alinhado com seu propósito de vida – mesmo que o cargo que quer neste momento seja só uma etapa de tudo – você dificilmente irá sofrer como alguns defendem que é preciso. Controlar suas emoções e sua ansiedade é a melhor maneira de canalizar energia para o que realmente importa.. Então, pare de bancar o coitadinho. Você fez uma escolha e nem tudo serão flores, mas no fim valerá a pena. Nada de ficar reclamando pelos cantos.
3 – Você deve ajustar o concurso à sua vida e não sua vida ao concurso
A maior bobagem que lhe dizem é que você precisa parar tudo o que faz na vida para estudar. Dizem que você não pode sair, não pode ter tempo para família, deve abandonar os amigos… Respire fundo, vou te contar agora: Isso é uma mentira! Se preparar para concursos públicos é só uma parte da sua vida e não ela toda. Você terá que fazer negociações a que pode não estar acostumado por um tempo, mas nem por isso deve deixar de ter seus momentos de lazer, sua atividade física, um tempo para se cuidar, ficar com a família e amigos. Pode não ser a mesma quantidade de horas, mas, com planejamento – olha ele aqui de novo – você terá como gerenciar tudo isso e não virar uma bomba-relógio esquizofrênica.
4 – Você não precisa comprar tudo o que vê pela frente
Ter montanhas de materiais ao seu redor não fará você ser aprovado. Ou melhor: comprar tudo o que vê pela frente de materiais e soluções não vai te dar a segurança que você está procurando. Sabe o que vai resolver essa sua dor? Planejamento e estratégia. Avalie tudo o que já tem antes de tirar qualquer centavo da carteira. Invista em fontes de qualidade, mesmo que sejam mais caras. Muitas vezes, menos é mais. Desta forma, você – além de economizar – poderá aproveitar oportunidades de conseguir não só negociar como lapidar seu patrimônio concurseiro. Procure também na internet, existe muito material de qualidade gratuito. Olha essa dica aqui embaixo.
5 – Você é quem está sob o controle da sua preparação
Se o seu foco está no dia da aprovação, você está fadado a ter uma ansiedade tão grande que este dia nunca vai chegar. Imaginar o dia da sua nomeação pode ser uma arma poderosa de motivação. Porém, só pensar nela é um atraso para isso se tornar real. Crie metas semanais de estudo pensando na qualidade do que estudou e não na quantidade de horas sentado na cadeira. Você precisa ter certeza de que aprendeu o conteúdo e não de que o relógio passou. Faça uma planilha de controle de resultados. Ela pode até ter as horas de dedicação, mas o principal é o quanto você aproveitou, quantas questões é capaz de acertar com o que aprendeu, o que você revisou e o que ainda precisa revisar...
6 – O tempo é seu aliado, não inimigo
Vá me desculpando, mas quem não tem tempo para o que precisa fazer é desorganizado, sem planejamento e não um projeto de sucesso. Ser produtivo é fazer tudo o que precisa com tranquilidade, sem desespero e afobamento. Se antecipe ao edital, identifique as matérias básicas do cargo que deseja e vai estudando. Você querendo ou não vai levar alguns meses para aprender o conteúdo. Não existe uma só pessoa que seja capaz de responder quanto tempo é preciso para se passar em um concurso. Quem faz isso está iludindo você. Sabe por que? Porque depende da sua bagagem sobre os assuntos cobrados, do seu tempo disponível para estudar, do seu planejamento, a sua disposição e determinação para fazer isso e ainda de outros fatores externos, como a publicação do edital e a data da prova. Pare de perguntar quando é que vai passar e pergunte quando estará preparado.
7 – Você é muito mais inteligente do que imagina
Você acha que concurso que para passar em concurso precisa ser muito inteligente? Se enganou. Todo mundo tem capacidade de aprender o que é necessário para ser aprovado em concurso. Já vi pessoas consideradas medianas na escola ocupando cargos iguaizinhos àqueles dos que eram os primeiros da sala. Pode até ser que leve mais tempo e que o esforço precise ser maior. Mas você tem armas poderosas nas mãos que pode usar: um bom planejamento, um bom controle de resultado e a mais extraordinária delas: a motivação. São mais de 300 mil oportunidades de vagas todos os anos. Se quiser de verdade, vá atrás desse sonho!
8 – O verdadeiro valor da sua aprovação pertence somente a você
Você não tem apoio em casa, seus amigos não entendem por que você quer ser servidor público? Você tem um problema, mas ele é bem menor do que imagina. Converse com quem está em casa, tente explicar que o fato deles não atrapalharem já é ótimo! Se puderem fazer mais alguma coisa, excelente. Quanto aos amigos, tente explicar, mas não gaste energia demais se justificando. O maior interessado na sua aprovação é você. É a você que toda verdade tem que ser dita todos os dias e também será você quem irá sentir todo o valor da aprovação.
9 – A melhor história de sucesso é a sua
As histórias de sucesso de quem se superou e já é um servidor público são inspiradoras, não é mesmo? Dá vontade de fazer exatamente o que aquela pessoa fez para ter o mesmo resultado. Só que há uma dificuldade nisso: você não é ela e ela não é você. O método que ela usou pode até ser útil para sua estratégia, mas vai precisar de ajustes. Se você é daqueles que, a cada novo depoimento de sucesso, muda de foco estratégico, saiba que a imagem que as pessoas verão é a de um cachorro correndo atrás do rabo e fazendo um buraco abaixo de si mesmo. Se você não quiser ser visto dessa forma, pare de repetir os outros e tire proveito adaptando cada ideia.
10 – Estudar para qualquer concurso não serve
"Não importa o concurso, o que importa é passar”. Essa é a maior das maiores mentiras de todas que já te contaram, e que com certeza você já ouviu e deve estar repetindo por aí. Mudar de foco a cada edital que sai é um tiro no pé (ou na cabeça!). As disciplinas cobradas em cada área e grupo de cargos são diferentes e as bancas também. Então você vai acumular um monte de conteúdos, multiplicá-lo pelos editais e o resultado qual será? Você nunca estará preparado de verdade, nunca será competitivo, a única coisa que você será é um prato cheio para a concorrência. Além disso vai se estressar e consequentemente desanimar até desistir. Defina um cargo ou uma área de interesse e dedique-se. É uma decisão que parece difícil, afinal, como abrir mão de 300 mil chances por ano? Vai por mim, sua aprovação será muito mais rápida.
Se você quer melhorar seu planejamento e ser mais estratégico em busca da sua aprovação em concursos, compre o curso do André Almeida, Acessem www.segredosdacespe.com.br


Meninas de 11 anos são rifadas em bingos no sudoeste da Bahia


Denúncia foi feita pela ONG Meninadança e pelo jornal britânico Daily Mail


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Meninas de 11 anos so rifadas em bingos no sudoeste da Bahia
Homens pagavam cerca de R$ 30 por um bilhete para participar dos sorteios e abusar das jovens - Marcello Casal Jr./ABr
Meninas entre 11 e 17 anos foram sorteadas em rifas e bingos nos município de Encruzilhada e Cândido Sales, localizadas no sudoeste da Bahia, denunciou a ONG Menidadança, que trabalha com garotas em situação de risco em comunidades ao longo da BR-116. O fundador da ONG, o inglês Matt Roper, e repórter do jornal britânico Daily Mail, afirmou ao R7 BA que recebeu a informação de um advogado de Encruzilhada. O caso aconteceu há um ano, mas a organização revelou que tomou conhecimento do problema há apenas um mês.
De acordo com o jornalista, que divulgou a matéria na publicação inglesa, os homens pagavam cerca de R$ 30 por um bilhete para participar dos sorteios e abusar das jovens. Quando o "prêmio" é uma menina virgem, os preços são mais caros.
Ao jornalista britânico, o delegado Arilan Botelho afirmou que a polícia investigou o caso e que já estava na Justiça, para que os responsáveis fossem presos. O R7 BA tentou contato com o delegado, mas até o fechamento da matéria, nenhuma ligação foi atendida.
De acordo com o conselheiro tutelar Fábio Dias, de Cândido Sales, a situação foi denunciada no ano passado e, na época, a polícia ficou ciente do caso e encaminhou a ocorrência para o Ministério Público, mas foi verificado que os bingos e as rifas já não aconteciam mais.
Para Warlei Torezani, brasileiro membro da ONG MeninaDança, a decisão de divulgar o problema foi para chamar a atenção do poder público sobre a exploração sexual, para pensar em ações mais eficazes.
— Pode não estar mais havendo bingos e rifas, mas a violência sexual contra crianças e adolescentes ainda existe. O atendimento nos interiores é precário e onde há precariedade, há impunidade.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Ex-borracheiro estuda com 200 kg de resumos por 4 anos e vira juiz no DF


Ao final descubra quais estratégias ele usou para a aprovação

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Ex-borracheiro estuda com 200 kg de resumos por 4 anos e vira juiz no DF
O recém-empossado juiz federal Rolando Valcir Spanholo, de 38 anos, afirma quedisciplina e motivação foram a receita que o levaram a romper com a antiga realidade de borracheiro e alcançar o sonho de ser magistrado em Brasília. Os últimos quatro anos foram dedicados a concursos públicos, nos quais ele acumulou 200 quilos de resumos de disciplinas de direito. O advogado é de Sananduva, no Rio Grande do Sul, e foi aprovado na mesma seleção feita pela miss DF Alessandra Baldini.
Spanholo conta que a ideia de virar juiz veio tarde, já no final da faculdade e por influência de um professor. Até então o objetivo dele era apenas “melhorar de vida”. A graduação, de acordo com o juiz, já parecia uma grande superação para ele e os quatro irmãos, que trocavam de roupa e sapatos entre si para não irem todos os dias vestidos do mesmo jeito para a instituição.
O trabalho começou cedo. Entre os 9 anos e os 15 anos, os cinco consertavam pneus e lavavam carros junto com o pai. “Durante o inverno, as mãos e os pés ficavam quase sempre congelados. Não tínhamos luvas de borracha e outros equipamentos de proteção que hoje são comuns e obrigatórios. Só restava fazer muito fogo para se aquecer, mas, com isso, os choques térmicos eram inevitáveis. Vivíamos com fissuras nas mãos e pés."
O magistrado diz que a condição levava a família a ser muito severa em relação à educação e a acreditar que só assim todos teriam melhores oportunidades. O esforçou coletivo ajudou os cinco irmãos a ingressarem em uma faculdade de direito que ficava a 250 quilômetros de casa. Para pagar os estudos, os irmãos tiveram de aprender a costurar cortinas e edredons e a fazer bordados.
“Depois, com a chegada da habilitação para dirigir, também passei a trabalhar na área de vendas. Era um desafio diário. Saía sempre cedinho, rodava o dia todo, batendo de porta em porta pelos municípios da região, oferecendo nossos produtos diretamente nas casas. Por razões de economia, meu almoço era sempre debaixo da sombra de uma árvore, dentro do carro. Cardápio? Algumas fatias de pão caseiro e um pedaço de frango empanado – e frio – ou uma torrada carinhosamente preparados pela minha mãe. Bebida? Água que levava dentro de um litro [de garrafa] pet”, lembra.
Spanholo voltava para casa no final da tarde para pegar o ônibus para ir à faculdade. Muitas vezes, por causa da distância, não conseguia tomar banho antes das aulas. As faltas também eram frequentes por causa do trabalho e aconteciam em média duas vezes por semana. Como consequência, ele ficou de exame nos dez semestres do curso.
"Na verdade só consegui levar adiante a graduação porque meus colegas conheciam minha realidade e sempre me emprestavam os cadernos para copiar ou tirar xerox das suas anotações. Confesso que, durante a graduação, estudei muito pouco por livros de doutrina, não tinha como”, explica. “Aliás, meu 'horário de estudos' era no ônibus, durante as viagens de ida e volta, e aos domingos – os sábados eu usava para fazer vendas nas cidades mais distantes. A necessidade faz a gente se reinventar."
Sem familiares e conhecidos na área, Spanholo afirma que só fez a seleção para a Escola Superior da Magistratura, aos 22 anos, por insistência de um professor. A instituição fica em Porto Alegre e oferece cursos de preparação e de aperfeiçoamento para interessados na área. A aprovação foi uma surpresa, e o jovem precisou se desdobrar entre trabalhar em escritórios aos finais de semana enquanto passava de segunda a sexta estudando a 400 quilômetros de casa.
Ao fim do curso e já casado, o juiz deu início à primeira das duas" temporadas "de concursos públicos. Ele conta que chegou perto da aprovação para promotor, procurador, juiz do trabalho e juiz estadual entre 1999 e 2003, mas precisou desistir dos certames porque a mulher havia acabado de ganhar bebê.
"Tínhamos o filho pequeno, e, em uma decisão muito difícil, conjuntamente optamos por ‘adiar’ meu sonho de ser magistrado. Em 2010, decidi retomar tal sonho, mas agora na área federal. Sofri muito para refazer a base do conhecimento que perdi durante aquela ‘parada técnica’. Levei um bom tempo para voltar a atingir um ‘nível competitivo’. Reprovei em muitos concursos. Aliás, de tanto ficar no ‘quase’, acabei ficando ‘especialista’ em calcular e antecipar as notas de cortes das provas objetivas dos nossos concursos”, brinca Spanholo.
Foram dezenas de seleções desde então. Para se preparar, o magistrado passou a estudar a vida de pessoas que já haviam alcançado aprovação no concurso que ele queria. Ele lembra que identificou o que havia de comum, em relação a estratégias e métodos de estudos, para traçar o plano de como se prepararia.
Spanholo afirma que surgiu então a ideia de começar a fazer resumos das matérias e de grifar as principais leis para voltar a ter uma noção das principais áreas do direito. Depois, passou a estudar com base em provas antigas. Ele também fez sinopses de informativos dos tribunais superiores e usou a internet para pesquisas. Ao final, juntou mais de 200 quilos – em 34 caixas – de material de estudo. O acervo foi encaminhado para reciclagem.
Para suportar a pressão e o esgotamento emocional, o juiz conta que também via vídeos motivacionais em redes sociais. Ele lembra que a preparação o ajudou a manter a tranquilidade no dia da prova oral, depois de passar quase seis horas trancado em uma sala de confinamento para ser testado por cinco pessoas sobre conhecimentos em todos os ramos do direito.
“Naquele momento um filme da vida passa na cabeça da gente. Sem me abalar, em fração de segundos, lembrei-me de cada fase, dos meus pais e familiares, das privações, das quedas, enfim, de tudo que tinha se passado ao longo dos 38 anos de minha existência”, conta. “Entrei naquele recinto pronto para ‘lutar’ por mim e por todas as pessoas que, de uma forma ou de outra, acabaram me ajudando a chegar naquele lugar. Não podia decepcioná-los.”
O resultado do certame para o Tribunal Regional Federal saiu em novembro de 2014, e Spanholo ficou entre os 60 primeiros classificados. Surpreso com a boa colocação, ele se diz orgulhoso da trajetória e atribui o resultado ao esforço e ajuda dos familiares e amigos.
A vida sempre me ensinou que dificuldades existem para serem superadas. Aliás, dificuldades todos têm. Uns mais, outros menos, mas todos enfrentam obstáculos para alcançar seus sonhos. O que diferencia as pessoas é exatamente a forma como elas reagem diante das resistências do cotidiano. Uns se acovardam e se deixam dominar. Outros veem nas dificuldades grandes oportunidades de crescimento, de evolução pessoal”, afirma.
“No meu caso, desde criança, sempre precisei acreditar naquilo que para os outros seria motivo de dúvida. Nada nunca chegou fácil. Por necessidade, treinei minha mente para acreditar que com humildade, disciplina e motivação era possível vencer um a um os desafios da vida, mesmo não dispondo das melhores condições para enfrentá-los. Sempre fui à luta. Nunca esperei que os outros viessem me dizer o que eu poderia e o que eu não poderia ser. Definia meus objetivos e passava a identificar o que precisava ser feito para atingi-los”, completou o juiz.
Dizendo-se avesso a publicizar a própria história, Spanholo conta que tem se espantado com a quantidade de pessoas que diariamente o procuram para falar que ele as inspirou. Segundo o magistrado, os relatos extrapolam o mundo dos concursos públicos e têm relação até mesmo com a vida privada de algumas delas.
“Não sei explicar direito, mas é como se as pessoas precisassem ver diante dos seus próprios olhos uma prova de que também elas podem superar seus limites pessoais e alcançar os seus sonhos”, declara. “Procuro sempre mostrar para elas que, de fato, se um ex-borracheiro e ex-lavador de carros conseguiu, é porque qualquer outro também poderá ser juiz federal ou que quiser ser na vida. Basta ter disciplina, persistência, espírito de superação e, principalmente, acreditar no nosso próprio potencial.”
Linda história inspiradora! Um exemplo a ser seguido e uma própria viva de que determinação, persistência e estratégia de estudos resultam em aprovação!
Você também pode ser aprovado no concurso de sua preferencia, acesse www.segredosdacespe.com.br

Fonte: Portal G1 - Distrito Federal (Raquel Morais)

Execute! 5 regras de ouro que diferenciam os aprovados.


A 3ª diferencia os vencedores dos perdedores

Execute 5 regras de ouro que diferenciam os aprovados
Se existe algo que todos os vencedores têm em comum é a capacidade de executar. Colocar em prática o que foi planejado com rapidez.
Executar nada mais é do que "a capacidade de mesclar estratégia com realidade para alcançar os resultados esperados" (Honeywell).
Existem 5 regras de ouro que diferenciam os aprovados.
1. Estratégia.
Ter uma estratégia é fundamental. Você precisa definir o seu plano para poder seguir. Para quem não sabe onde quer chegar qualquer caminho serve, e esse caminho pode ser o do fracasso. Por isso é tão importante o planejamento.
"Uma estratégia ruim bem executada é melhor que uma ótima estratégia sem execução" (Allan Gilmour)
2. Foco.
Dentro de sua estratégia é preciso ter um foco. Onde você quer chegar? Analista, Delegado, Técnico, Defensor, Juiz, Promotor, Auditor Fiscal, Procurador, OAB, INSS?
Ter um foco reduz o que é preciso estudar e te direciona para um caminho claro e preciso.
3. Comece!
Esta é a principal diferença entre uma pessoa bem sucedida em concursos e uma fracassada. Um concurseiro de sucesso coloca seu planejamento em ação e ajusta a rota durante o percurso.
4. Faça bem feito.
De nada adianta ter um plano se você estuda de forma correta. Inicie com determinação e faça isso de forma correta, estudando de forma constante, elaborando resumos eficientes e revisando com freqüência.
5. Seja Otimista.
Quando você é otimista e confiante tudo tende a dar mais certo. Principalmente em concursos, quando os resultados não vêem logo no início.
Se você estuda para concursos e quer saber as técnicas que Dr. André Almeida utilizou para ser aprovado em concursos, acesse www.segredosdacespe.com.br


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

40 dicas importantes para quem presta concurso público


Estabilidade profissional e salários vantajosos é o que a maioria das pessoas busca em concursos, mas passar não é uma tarefa muito fácil.


Conquistar estabilidade profissional e salários vantajosos é o que a maioria das pessoas deseja fazendo concurso público, mas passar não é uma tarefa muito fácil. É preciso dedicação, esforço e sacrifícios. Cada dica para encurtar esse caminho faz a diferença. Confira 40 dicas para você se destacar!
1) O momento é agora – A vida passa rápido e não temos tempo a perder. Temos que correr atrás dos nossos sonhos, pois se não fizermos isso, ninguém vai fazer por nós. Se você considera concurso como seu aniversário, que acontece todo ano, vai acabar vendo todos comemorando o sucesso profissional, menos você. Pare de se enganar! Não deixe para amanhã quando você pode passar hoje.
2) Faça do concurso um objetivo de vida – Se você quer passar em concurso, deve transformá-lo no seu maior objetivo neste momento e abrir mão de uma série de atividades. A preparação exige de você um pequeno egoísmo em relação ao mundo, pois ninguém fará a prova por você. Quando alcançar o sucesso, todos elogiarão sua dedicação e força de vontade. O importante, agora, é estudar.
3) Defina pequenas metas – As metas devem ser claras e mensuráveis; uma espécie de subdivisão do seu objetivo. Elas são mais específicas (como quantidade de horas de estudo ou de simulados realizados, por exemplo), guiam o caminho até o objetivo final e devem ser estabelecidas periodicamente (mensal, semanal ou até mesmo diariamente). Se você não se importar com as pequenas metas, será difícil alcançar o seu objetivo de maneira satisfatória.
4) O sacrifício é necessário – Abandone tudo o que lhe impossibilite de focar. Deixe as atividades extras para depois da prova. Até lá, se preocupe com uma meta: o concurso. Não considere o concurso como mais uma atividade; ele deve ser a única atividade extra, se você já tem uma rotina de trabalho. Esse é o sacrifício para a conquista do seu futuro.
5) Mantenha-se atualizado – Muitos concursos abordam a matéria de atualidades, inclusive como tema de redação. Esteja por dentro dos fatos econômicos e acontecimentos políticos e sociais recentes. O poder está nas mãos daqueles que detêm o conhecimento.
6) Saiba investir seu dinheiro – Não precisa comprar dezenas de livros e apostilas que estão à disposição no mercado. Não compre por ser barato. Compre por ser um material de qualidade, um que você entenda a didática para assimilar melhor o conteúdo, por ser atualizado e com professores de gabarito. Material não é custo, é investimento.
7) Otimize seu tempo – Cada minuto é precioso em uma preparação para concurso. Relaxar é preciso, mas da forma adequada. Prefira atividades leves, que distraiam a sua mente sem estressá-lo ou sujeitá-lo a esforços físicos exagerados, para depois não ficar cansado demais para estudar.
8) Não menospreze os outros candidatos – Às vezes, você pode achar que os candidatos ao seu redor não estão se dedicando e que o concurso será fácil. Não se iluda! Não pense que você é o único querendo passar em concurso. Estude, pois há muitos querendo o mesmo que você.
9) Tenha paciência – As coisas quase nunca acontecem na velocidade que desejamos. Enfrente com paciência as adversidades que surgirem. Aquele dia sem internet para estudar ou um atraso na entrega do curso podem servir para você focar em planejar seu estudo ou revisar o que já foi estudado. Procure administrar esses momentos da melhor maneira possível.
10) Fuja da televisão, mas não tanto – Cuidado! A TV não é tão amiga e pode tomar tempo demais. Basta começar a assistir com intuito de se distrair um pouco e você cai na armadilha "só mais esse programa". Não se deixe levar e mantenha o foco. Mas já vimos que em período de preparação para concurso é preciso estar atualizado. Então, aproveite este tempo de distração para se manter informado. Disciplina é fundamental.
11) Organize seu tempo de estudo – Não comece estudando tudo de uma vez, vá com calma. Vá de maneira gradativa, aumentando o tempo de estudos aos poucos. Assim, o cérebro assimila melhor a matéria. Comece com uma meta alcançável e aos poucos aumente o tempo de estudo diário, organizando as matérias do edital, separando o material e deixando tudo organizado.
12) Programe-se em função do concurso – Não adie seus estudos devido a outras obrigações. O tempo planejado de estudo e as aulas são o que há de mais importante no momento. Comprometa-se com os horários do seu dia. Não abra exceções. Fuja das ideias de "só hoje" e "é só uma vez". Esse esforço é o preço do sucesso. O seu dia e a sua rotina devem ser planejados para que você obtenha o máximo de tempo possível para estudar.
13) Distribua as matérias – Deve-se distribuir as matérias em função dos horários disponíveis a cada dia ou semana a fim de que todas as disciplinas sejam estudadas regularmente. Reserve mais tempo para as matérias com as quais você está menos familiarizado (seja pela extensão, pela dificuldade ou pelo caráter de novidade do conteúdo) para que o aprendizado seja “equalizado” em relação às outras. OQualConcurso tem uma área de Controle de Estudos que organiza o seu estudo com base na sua disponibilidade e nas matérias que você deve se dedicar mais (levando em consideração as que você tem menos facilidade). Tudo isso é analisado com base na sua informação de tempo disponível e nos resultados obtidos nosSimulados disponibilizados pela plataforma. Vale a pena conhecer os planosoferecidos.
14) Não se apresse – Estudar sempre que pode não significa ler o máximo de páginas que você consegue. Seja incansável, mas não apressado. Leia com calma, entenda os conceitos e o conteúdo, resolva as questões sobre cada tema e repita cada passo se achar necessário. Preocupe-se em assimilar as informações, não apenas em obtê-las. Seu objetivo é aprender, e não terminar o estudo. Leia com atenção, faça resumos e exercícios, sobretudo de concursos anteriores (disponíveis em Simulados).
15) Tenha seu tempo sozinho – Os professores ensinam e ajudam, colegas podem tirar dúvidas, mas você precisa de um tempo para estudar sozinho. Há detalhes da matéria que necessitam de amadurecimento e só são de fato apreendidos a partir de uma análise individual.
16) Confie em si – Da mesma maneira que você não pode desprezar os concorrentes, não se ache incapaz. Mergulhe de cabeça e valorize sua capacidade, acredite no seu potencial.
17) Motivação alheia – Procure, nesta etapa de preparação, estar com pessoas com o mesmo objetivo que você; um servirá de apoio para o outro e poderão se reunir para trocar experiências e ajudar um ao outro na hora do estudo, dividindo os problemas, compartilhando o que há de bom e ruim nesta fase da vida.
18) Entenda a sua vocação – É importante conhecer sua vocação, aptidões naturais e interesses específicos para, assim, definir o concurso que irá prestar e qual carreira vai seguir. Além de seu aprendizado ser mais rápido, você terá mais chances de ser aprovado. Você evitará futuras frustrações e provavelmente se tornará um melhor profissional e mais adequado para o cargo escolhido. O QualConcurso é um aliado nesse processo, pois confronta seus resultados nos Simulados oferecidos pela plataforma com o desempenho real do último convocado em cada carreira e, assim, informa os concursos que você tem mais chances de passar.
19) Descubra seu caminho – Cada pessoa possui características diferentes que determinam quais os melhores meios para assimilar informações. Se você perceber que suas táticas de estudo estão falhando, tente outros métodos. Há pessoas que aprendem mais ouvindo, outras fazendo resumo, outras através de associações e algumas comparando situações opostas. Não existe um meio perfeito para todos. Encontre seu método e seu horário para otimizar o aprendizado.
20) Tenha disciplina – Procure fazer um planejamento de modo a obter um ritmo de estudo progressivo. Organize seu material e prepare-se para uma rotina bem marcada. Se o cansaço bater, resista. Valorize o seu dia e, acima de tudo, mantenha o ritmo.
21) Ganhe o seu dia – Para ser aprovado, não precisa passar a noite acordado estudando desesperadamente, acumulando mau humor e cansaço. Estude de dia e reserve a noite para dormir. Assim, você certamente aumentará sua capacidade de aprendizado, assimilando melhor o que pretende aprender. Caso você seja daqueles que estudam melhor à noite, avalie melhor sua rotina diária para poder desfrutar as longas noites de estudo.
22) Elabore um cronograma de estudo – Com tudo o que será exigido em mãos, é hora de elaborar uma lista para facilitar seus estudos. Se o edital tiver muitas novidades em relação ao que você já estudou previamente, elabore uma lista do conteúdo que deve ser estudado durante o período que você ainda tem até a prova. Foque nas matérias que valem mais pontos, pois quanto menos você errar, suas chances melhoram em muito. Separe também um tempo para revisão do que foi estudado – faça uma revisão em etapas para não confundir ou misturar conteúdos.
23) Não despreze as disciplinas – Sua aprovação depende do sucesso em todas as matérias. Não pense que uma disciplina de pouco peso não deva ser estudada. Todo ponto é um passo rumo à sua conquista. Notas altíssimas em poucas disciplinas não irão suprir pontos que você perderá em uma disciplina que desconheça. Por não estudar determinada matéria, você perderá pontos ou até sua vaga.
24) Em todo lugar – Não perca as oportunidades de estudar em vários momentos. Fila de banco, ônibus ou intervalo no trabalho, toda hora é uma boa hora. Sempre tenha à mão algum material. Carregue exercícios rápidos para estudar e deixe arquivos no computador do trabalho. Você nunca sabe quando terá um tempo extra. Saiba aproveitar! Em um mês, dez minutos por dia representam cinco horas estudadas. O QualConcurso disponibiliza um aplicativo gratuito (temporariamente disponível apenas para Android) para você acessar e estudar de onde estiver. São mais de 200 mil questões para você resolver.
25) Faça exercícios – Além dos simulados, as provas anteriores exercem papel importante nessa preparação do concurseiro. Portanto, refaça provas anteriores. Alguns candidatos não acham necessário rever a prova anterior, pois acreditam que nenhuma questão será a mesma. No entanto, tão mais importante do que a questão ser repetida em outro concurso é o candidato sentir e perceber como elas são cobradas.
26) Seja seletivo – Analise as possibilidades e escolha o caminho a seguir. Fique de olho nos concursos previstos, procure a carreira que tenha mais a ver com suas aptidões e aspirações e defina claramente seu objetivo. Descubra as matérias em que você pode evoluir mais e fazer mais pontos. Estudar o que se sabe menos é desgastante, porém, pode ser bem mais lucrativo do que refinar conhecimentos nos campos em que já se possui certa qualificação e se tem muitos pontos garantidos. Reconheça quais são as suas fraquezas e trabalhe para que elas não sejam mais um obstáculo.
27) Calma – Cada um possui uma maneira própria de relaxar, porém, evite exercícios físicos pesados ou atividades que possam deixá-lo exausto. Dê preferência a atividades leves, como caminhadas, que ajudam a oxigenar melhor o cérebro.
28) Nunca é demais – Nunca pense que já estudou o suficiente. Assim, estude mais e mais. Você só descobrirá se sua preparação foi suficiente no dia da prova. Então, supere-se a cada dia.
29) Acredite no sonho e não pare – Se você está prestando concurso, deve haver uma boa razão para isso. Apoie-se nesse motivo para encontrar forças e superar suas dificuldades. Se estiver cansado ou desanimado por um problema, pense no que você deseja, no que te faz persistir. Deixe-se envolver por essa imagem de um futuro promissor, se entusiasme com seu próprio sonho. À medida que ele for se apoderando de você, mais energia você terá para estudar.
30) Se for estudar, estude – Ao se defrontar com tópicos complicados, não invente desculpas para interromper o estudo. Não comece a estudar e, dois minutos depois, levante para tomar um copo d'água. Deixe tudo preparado antes de começar a estudar. Não perca seu tempo, que é precioso, nesse momento de preparação. Se for estudar, estude!
31) Vá devagar na véspera – Antes de chegar o dia da prova, você não conseguirá aprender tudo o que ainda não viu. Chegou a hora de começar a relaxar a mente. Revise os tópicos sem pressa e de forma superficial. Evite atividades que exijam muita concentração e atenção redobrada. Você precisa dessa capacidade para fazer uma boa prova.
32) Leia primeiro as questões – Normalmente, um texto se refere a várias questões. Antes de ler os longos textos que se apresentam, descubra os pontos que merecem especial atenção na leitura. Muitas questões sequer exigem a leitura integral do texto ou do entendimento de todas as passagens. Seja objetivo: a sua meta é acertar as questões.
33) Preste atenção em cada questão – Muitas vezes a resposta está no próprio enunciado ou em questões seguintes. Por isso, é necessária atenção máxima. A perfeita interpretação da questão é fundamental para sua resolução. Quando for passando pelas questões, não tente ler rapidamente para ganhar tempo. Leia com atenção e marque os pontos importantes de cada enunciado. Assim, aumentará muito as chances de acerto.
34) Não precisa se apavorar – Quando começar a estudar, não se assuste com a quantidade de matéria. Com calma, faça um bom planejamento. Quando estiver faltando um mês, não entre em pânico – isso não ajuda! Concentração é fundamental na hora de aprender. É hora de seriedade e otimismo!
35) Nada de estacionar em questões – Se você não souber uma questão, deixe para depois. Não gaste tempo precioso para ganhar apenas um ponto. Seu subconsciente continuará processando a questão enquanto você faz outras. À medida que a prova for se desenvolvendo, as pendências poderão se resolver. Deixe as questões difíceis para o final e garanta pontos importantes com as que você sabe.
36) Não brigue com as questões – Uma prova é feita de questões fáceis e questões difíceis. Há pegadinhas, mas não pense que a prova inteira é composta de pegadinhas. As provas seguem ideologias e obedecem a padrões de respostas. Não discuta se isso é certo ou errado, não perca tempo reclamando. Adapte-se às circunstâncias!
37) Curta o momento da prova – Não se apresse e nem queira se livrar logo da prova. Ela não é um obstáculo, é o caminho do seu sucesso. Passe e repasse as questões. Há tempo suficiente! Por isso, não se precipite. Equilibre o tempo de resolução. Resolva todas as questões óbvias e fáceis e deixe as difíceis para depois. Controle o tempo para poder tirar o máximo de proveito deste momento com a prova.
38) A prova é difícil para todos – Se você achar a prova mais difícil do que esperava, fique calmo. Todos estão fazendo a mesma prova e ela é difícil para todos. Normalmente, aqueles que acharam a prova fácil é porque nem conseguiram entender, verdadeiramente, o que as questões cobravam.
39) Exerça seu direito de recurso – Alguns candidatos não sabem que podem entrar com recurso para que pedir que questões que sabem que acertaram sejam revistas pela banca. É importante estar atento e recorrer aos seus direitos também no concurso.
40) Saia na frente – Você pode querer não seguir estas dicas, mas alguém as seguirá. E isso o coloca na sua frente. Planeje-se e inicie seus estudos!
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5 técnicas científicas para aprender sem (muito) esforço

Pesquisadores da Universidade College London lançaram um concurso para encontrar novas técnicas de aprendizagem: Especialistas de memória de todo o mundo foram convidados para um experimento a fim de descobrir o método mais fácil e eficaz de memorizar novas informações.
Então, uma grande competição foi realizada com uma tarefa aparentemente simples: Os participantes, divididos em grupos, tinham uma hora para estudar uma lista de 80 palavras e lembrar delas depois de uma semana. Simples não é? Seria, se as palavras não estivessem em lituano. Tada ji pasireiškia sunkiau
Ao invés de focar em uma única técnica de memorização, os grupos tendiam a usar combinações de outras estratégias que podem ajudar em nosso cotidiano. Vamos as elas:
1 – Reconhecimento da Ignorância
O auto-teste é uma das melhores maneiras de melhorar a memória. Sem qualquer informação, os participantes foram forçados a adivinhar o significado das palavras lituanas. Eles vão sempre errar da primeira vez, mas os erros iniciais podem fazer algum sentido posteriormente. Reconhecer a própria ignorância deixa a mente em ação, ajudando na memorização de informações. Realizar uma tarefa mais difícil envolve atenção e, consequentemente, cria alicerces mais firmes para recordar do conhecimento obtido mais tarde.
2 – A tecnologia é o seu cérebro expandido
Você perde muito tempo estudando. Para combater isso, muitos participantes programaram algoritmos para lembrá-los de alguma palavra que poderia ser esquecida eventualmente. Eles tinham uma preocupação a menos e poderiam otimizar o tempo de estudo. Da mesma forma, apps e a internet podem ser grandes aliados na hora de memorizar conceitos - e o ato de olhar para algo além de seus livros e anotações pode ser de grande ajuda.
3 – Relaxe
Um operador experimentou dar pausas curtas para os participantes durante a tarefa de memorização de palavras, permitindo que eles assistissem a um vídeo relaxante. Quando você estiver estudando, certamente vale a pena fazer pausas curtas para garantir o aprendizado e deixar o seu cérebro absorver as informações.
4 – Pequenas porções de informações
Grandes campeões de memorização não ‘gravam’ as cartas de um baralho pelo naipe. Eles processam as informações em pequenas porções. É melhor gastar pequenos blocos de tempo em uma maior variedade de assuntos e habilidadesem vez de concentrar todo o seu período de estudo em um único tópico.
5 – Contar uma história
Uma história pode ajudar a reativar sinapses e memorizar algo. Um operador pediu que os participantes construíssem uma história com as palavras que estavam aprendendo - e isso os ajudou bastante na memorização. Associar palavras a outros objetos ajudam no aprendizado. Depois de “criar” uma história, você só precisa refazer seus passos e ficará mais fácil de lembrar dos estudos.
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