sexta-feira, 24 de julho de 2015

Segundo a ciência para ficar rico basta seguir esses 4 hábitos

Dinheiro não traz felicidade. Mas convenhamos, bem melhor chorar numa Ferrari que no busão.
eike_sossolteiro
O americano Thomas Corley passou cinco anos observando e pesquisando os hábitos de pessoas ricas e pobres. Essa pesquisa se transformou no livro chamado Rich Habits – the daily success habits of wealthy individuals, para nós brasileiros: “Hábitos de ricos – O dia-a-dia de indivíduos bem sucedidos”.
O estudo publicado em seu livro é bastante curioso: pessoas pobres tinham hábitos diferentes das pessoas ricas, o que poderia ser um indicativo da chance de enriquecimento de um indivíduo.
“Eu percebi, não é tanto o que está acontecendo no mundo dos negócios, são os hábitos diários, as atividades, que são a razão de sua riqueza ou sua pobreza”, escreveu ele.
Segundo o livro, cerca de 88% dos milionários americanos fizeram fortuna em sua geração, sem que tivessem contado com herança ou um histórico de dinheiro da família. E essas pessoas tinham certos hábitos, que talvez as tenha levado ao sucesso. E isso quer dizer que você pode seguir esses hábitos e… ser rico também!
Pelo menos, é isso que afirma Corley. E como a esperança é a última que morre, reunimos alguns hábitos pra você começar a praticar agora!

***

1. Se manter em forma e comer direito

De acordo com a pesquisa, 70% dos ricos comiam menos do que 300 calorias de junk food (gordices) por dia, enquanto 97% das pessoas pobres comiam mais. Além disso, 76% dos endinheirados faziam exercício 4 vezes por semana, contra 23% das pessoas pobres. Manter-se saudável, então, é o primeiro passo pra ficar rico.
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2. Estabelecer metas

Pelo menos 80% das pessoas ricas focavam em alcançar um determinado objetivo. Elas também escreviam o que queriam, enquanto somente 12% das pessoas pobres listavam seus desejos. Então, põe no papel o que você quer que aconteça! Aliás, segundo a pesquisa, fazer uma lista de tarefas também é uma ótima ideia.
- Lista de tarefas | Nada

3. Mudar o lazer

Enquanto 78% das pessoas pobres curtiam assistir reality shows na TV (ops!), apenas 6% dos ricos que assistiam televisão paravam pra ver esse tipo de programa. Os milionários também se preocupavam em se manter sempre estudando: 88% deles liam por pelo menos menos 30 minutos diários. Das pessoas pobres, apenas 2% tinham esse hábito. Vá ler um livro! Sua fortuna depende disso!

4. Seja social

Manter as relações é muito importante. Portanto, ligue para as pessoas no dia do aniversário e o mais importante: Não faça fofoca!

Mas sera que eles fazem isso porque são ricos, ou são ricos porque fazem tudo isso? Na dúvida, eu vou cancelar a pizza (mentira!)

Tudo que vicia começa com “C” – Por Luiz Fernando Veríssimo

“Tudo que vicia começa com C. Por alguma razão que ainda desconheço, minha mente foi tomada por uma ideia um tanto sinistra: vícios. Refleti sobre todos os vícios que corrompem a humanidade.

Pensei, pensei e, de repente, um insight: tudo que vicia começa com a letra C! De drogas leves a pesadas, bebidas, comidas ou diversões, percebi que todo vício curiosamente iniciava com cê. Inicialmente, lembrei do cigarro que causa mais dependência que muita droga pesada. Cigarro vicia e começa com a letra c.

 Depois, lembrei das drogas pesadas: cocaína, crack e maconha. Vale lembrar que maconha é apenas o apelido da cannabis sativa que também começa com cê. Entre as bebidas super populares há a cachaça, a cerveja e o café. Os gaúchos até abrem mão do vício matinal do café mas não deixam de tomar seu chimarrão que também – adivinha – começa com a letra c. 

Refletindo sobre este padrão, cheguei à resposta da questão que por anos atormentou minha vida: por que a Coca-Cola vicia e a Pepsi não? Tendo fórmulas e sabores praticamente idênticos, deveria haver alguma explicação para este fenômeno. Naquele dia, meu insight finalmente revelara a resposta. É que a Coca tem dois cês no nome enquanto a Pepsi não tem nenhum. Impressionante, hein? E o computador e o chocolate? Estes dispensam comentários. 

Os vícios alimentares conhecemos aos montes, principalmente daqueles alimentos carregados com sal e açúcar. Sal é cloreto de sódio. E o açúcar que vicia é aquele extraído da cana. Algumas músicas também causam dependência. Recentemente, testemunhei a popularização de uma droga musical chamada “créeeeeeu”. 

Ficou todo o mundo viciadinho, principalmente quando o ritmo atingia a velocidade… cinco. Nesta altura, você pode estar pensando: sexo vicia e não começa com a letra C. Pois você está redondamente enganado. Sexo não tem esta qualidade porque denota simplesmente a conformação orgânica que permite distinguir o homem da mulher. O que vicia é o “ato sexual”, e este é denominado coito. Pois é. 

Coincidências ou não, tudo que vicia começa com cê. Mas atenção: nem tudo que começa com cê vicia. Se fosse assim, estaríamos salvos pois a humanidade seria viciada em Cultura…”

Navio polui o mesmo que 50 mi de carros

Nos Estados Unidos, 60 mil pessoas morrem por ano em decorrência da poluição do transporte marítimo


Daniel Teixeira/Estadão

Os governos mundiais estão cada dia mais rigorosos quanto à regulamento de leis de emissões de poluentes dos automóveis.  Algumas cidades do globo, aliás, planejam até banir a circulação de veículos nos centros. Mas um outro meio de transporte pode ser um vilão do meio ambiente muito mais agressivo neste quesito. De acordo com um estudo confidencial do setor marítimo levantado pelo jornal "The Guardian", um único navio de carga grande pode produzir os mesmos gases de óxido de enxofre que cinquenta milhões de carros.
Para se ter uma ideia, um motor a diesel de um navio pode produzir até 5.732 toneladas de gases de óxido de enxofre por ano. Outro levantamento feito pela publicação é que 15 dos maiores navios do mundo emitem tanto quanto 760 milhões de carros. A poluição gerada pelo transporte marítimo pode causar distúrbios pulmonares, câncer e doenças cardíacas.
Um outro estudo feito nos Estados Unidos estima que 60 mil mortes por ano sejam por consequência de doenças pulmonares atribuídas a emissões de poluentes de navios de carga. A questão das emissões não é novidade, mas a Organização Marítima Internacional e a União Europeia devem reconsiderar as regras de emissões para navios de carga nos próximos anos.


Fonte: Jornal do Carro de 25-06-2015

terça-feira, 7 de julho de 2015

Por que as pessoas ficam de luto quando uma celebridade morre?

A notícia da morte do sertanejo Cristiano Araújo e da namorada dele, Allana Morais, chocou o Brasil inteiro e, desde então, o que se vê são depoimentos de artistas, amigos, familiares e fãs do cantor, que não apenas lotaram o Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia, onde os corpos estão sendo velados, como enviam mensagens de solidariedade em eventos sertanejos e também nas redes sociais.


Pessoas famosas, quando morrem, realmente conseguem deixar um país inteiro de luto, ou, no caso de celebridades como Michael Jackson, um planeta inteiro. Você já se perguntou por que essa comoção acontece? O que será que nos leva a sofrer com a morte de uma pessoa que provavelmente nunca nem vimos de perto? Será que isso é apenas uma questão de solidariedade? Ao que tudo indica, não.
ara exemplificar bem esse assunto, podemos levar em conta que as pessoas que não conheciam o trabalho do cantor, embora comovidas com a tragédia, não passam pelos estágios de luto como os fãs do sertanejo, que choram, rezam e se emocionam quase como se fossem amigos íntimos de Araújo.
Essa comoção com a morte de celebridades queridas parece ter a ver com o fato de que, no caso dos fãs, Cristiano Araújo esteve presente em momentos importantes de suas vidas, quase como se fosse um amigo ou um parente.
São pessoas que ouviram as músicas do cantor em momentos especiais, que se emocionaram com algumas canções, que se divertiram ao som de outras, que se identificaram com alguns versos. Ainda que o fã não tivesse o contato real com o ídolo, ele contava com a presença do sertanejo em programas de televisão, sites e revistas dedicados a comentar a vida de celebridades e, com força total nos últimos anos, nas redes sociais.



Araújo era conhecido entre os fãs por responder a comentários sempre com muita atenção. Era o artista que distribuía sorrisos em suas apresentações, muito bem quisto entre outros artistas do meio, apresentadores e jornalistas. Além do talento para a música, é evidente que o carisma de Araújo foi fundamental para a construção de sua carreira.
Toda essa questão do comportamento social do cantor, da forma alegre como se apresentava, das parcerias musicais, da atenção com o público nas redes sociais e também durante os shows, além das letras, da música alegre e da identidade de seu trabalho contribuem para que os fãs criem essa conexão emocional com a pessoa famosa, ainda que a maioria dos fãs nunca tenha visto Araújo de perto, muito menos trocado algumas palavras com ele.

Outro fator que contribui para o sentimento de luto por uma pessoa famosa é a identificação com essa pessoa, o que acontece quando fã e famoso estão na mesma faixa etária ou são moradores da mesma região, por exemplo. Além disso, condições familiares delicadas também nos comovem. Quando a Princesa Diana morreu, o mundo inteiro ficou em choque: não apenas ela era, à época, a mulher mais famosa do planeta, como era jovem e tinha dois filhos.
O falecimento de Diana, também provocado por um acidente de carro, nos faz perceber que, de fato, a morte é um acontecimento inevitável, capaz de pegar de surpresa mesmo as pessoas mais ricas, que têm condições melhores de saúde e segurança, dois fatores essenciais quando o assunto é a expectativa de uma vida longa.
Outro ponto que emocionalmente coloca pessoas em uma posição de luto diante da morte de uma celebridade é a lembrança de uma perda recente, especialmente quando o motivo da morte é semelhante. É absolutamente normal, portanto, que aqueles que perderam amigos ou familiares em acidentes de trânsito voltem a sentir uma tristeza parecida com a do luto pessoal.
Agora com relação às redes sociais, muitas das pessoas que publicam homenagens à celebridade morta o fazem, inconscientemente, também pela necessidade de fazer parte de uma espécie de movimento.
Muitas pessoas têm essa necessidade de se fazerem ouvidas, ainda que nem percebam isso. Nesse sentido, a internet e o surgimento das redes sociais acabaram contribuindo para que milhões e milhões de anônimos pudessem sentir a sensação de que estão sendo ouvidos e de que, mais ainda do que isso, fazem parte de um universo antes dominado apenas por famosos: o das notícias.
Se antes precisávamos comprar um jornal para saber a opinião de alguns colunistas, hoje temos acesso a essa opinião na internet, que ampliou o número de “colunistas”, digamos assim. E, como se não bastasse, qualquer material publicado pode se tornar um viral, que nada mais é do que os famosos “15 minutos de fama” dos tempos de Andy Warhol.
No caso do luto, as redes sociais possibilitam também uma espécie de “senso de comunidade”, que seria algo capaz de unir mais e mais pessoas, que se encontram porque dividem a mesma tristeza. Compartilhar nossos pensamentos e lamentações nos torna parte de um grupo muito maior, e se tornar parte de um grupo é uma das características mais humanas de todas.
Gostar de pessoas com as quais temos afinidades, sejam elas famosas ou não, é outra característica que nos humaniza – e isso pode ser visto também como uma maneira de nos agrupar, de novo. Nesse sentido, a morte de alguém com quem nos identificamos por algum motivo é mais sentida por nós, ainda que essa pessoa seja uma celebridade que nunca tivemos a chance de conhecer.

A morte de um famoso pode, às vezes, fazer com que as pessoas sintam uma espécie de vazio existencial. Quando há essa questão de aproximação por idade, região, identidade, características pessoais ou mesmo apenas pela necessidade de fazer parte de um frenesi online, sentimos uma dor significativa, como se realmente tivéssemos perdido alguém próximo ou até mesmo algum familiar.
A lembrança de que todos morrem um dia, independente da idade, da relevância social ou da condição financeira, é e sempre vai ser uma questão delicada, que mexe com cada pessoa de maneira diferente. Nesse sentido, valem reflexões a respeito da morte, a coisa mais comum de todas e, paradoxalmente, a menos comentada e sobre a qual menos gostamos de pensar.
De qualquer forma, assim como acontece quando alguém que conhecemos morre, é importante lembrarmos que a tristeza tende a passar. No caso dos familiares de Cristiano Araújo e de Allana Morais, a superação da perda pode demandar também tratamentos médicos e terapêuticos. A aceitação não acontece de uma hora para a outra, e é preciso que esses familiares tenham o apoio de outras pessoas da família, dos amigos e que, além de tudo, tenham sua privacidade respeitada.

Fonte: MegaCurioso

Façam as contas senhores.

O sistema de computadores caríssimo de uma multinacional deu pau, todos os técnicos passaram horas tentando consertá-lo, mais de nada adiantou, ai um dos técnicos falou:

- Chama o japonês, só ele vai dar jeito.

A diretoria da empresa mais do que depressa chamou o japonês, ele chegou e examinou o equipamento por alguns minutos, pegou uma chave de fenda e apertou um parafuso, olhou para os diretores e disse:

- Pronto! Está funcionando perfeitamente.

Os diretores logo perguntaram:

- Quanto ficou seu serviço?

E o japonês respondeu:

- Ficou R$ 1.000,00.

- Você esta ficando louco só apertou um parafuso, eu quero um relatório por escrito do que foi feito.

-> Apertar um parafuso: R$ 1,00
-> Saber qual parafuso apertar: R$ 999,00

Moral da historia:só você pode valorizar seu conhecimento
ou passar a vida trabalhando de graça.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Mensagem do dia

Rádio Terra Venâncio Aires

Um camponês criou um filhote de águia junto com suas galinhas.

Tratando-a da mesma maneira que tratava as galinhas, de modo que ela pensasse que também era uma galinha.

Dando a mesma comida jogada no chão, a mesma água num bebedouro rente ao solo, e fazendo-a ciscar para complementar a alimentação, como se fosse uma galinha.

E a águia passou a se portar como se galinha fosse. Certo dia, passou por sua casa um naturalista, que vendo a águia ciscando no chão, foi falar com o camponês:

- Isto não é uma galinha, é uma águia!

O camponês retrucou:

- Agora ela não é mais uma águia, agora ela é uma galinha!

O naturalista disse:

- Não, uma águia é sempre uma águia, vamos ver uma coisa…

Levou-a para cima da casa do camponês e elevou-a nos braços e disse:

- Voa, você é uma águia, assuma sua natureza!

- Mas a águia não voou, e o camponês disse:

- Eu não falei que ela agora era uma galinha!

O naturalista disse:

- Amanhã, veremos…

No dia seguinte, logo de manhã, eles subiram até o alto de uma montanha.

O naturalista levantou a águia e disse:

- Águia, veja este horizonte, veja o sol lá em cima, e os campos verdes lá em baixo, veja, todas estas nuvens podem ser suas. Desperte para sua natureza, e voe como águia que és…

A águia começou a ver tudo aquilo, e foi ficando maravilhada com a beleza das coisas que nunca tinha visto, ficou um pouco confusa no início, sem entender o porquê tinha ficado tanto tempo alienada.

Então, ela sentiu seu sangue de águia correr nas veias, perfilou de vagar suas asas e partiu num voo lindo, até que desapareceu no horizonte azul.

Criam as pessoas como se galinhas fossem, porém, elas são águias.

Todos podemos voar, se quisermos. Conduza sua vida de cabeça erguida, respeitando os outros, sim, mas com medo, nunca!

O que muda no cálculo da aposentadoria com a regra 85/95 da MP nº 676/2015

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O que muda no clculo da aposentadoria com a regra 8595 da MP n 6762015
A presidente Dilma Rousseff vetou o fim do fator previdenciário, mas manteve como base para uma nova regra, criada pela Medida Provisória nº 676/2015, a Fórmula 85/95 progressiva.

A fórmula ou regra 85/95 representa o resultado que deve ser obtido da soma de idade e o tempo de contribuição para definir o valor do benefício.

Não estamos diante de uma alteração na idade exigida para fins de obtenção da aposentadoria, na verdade, trata-se de uma regra de pontuação que, quando atingida afasta a aplicação do “afamado” fator previdenciário que reduz o valor do benefício.

Diante desse cenário temos hoje duas regras para fins de cálculo da aposentadoria por tempo de contribuição:
  • A regra normal, que aplica o fator previdenciário nos casos em que o segurado tenha o tempo de contribuição mínimo exigido, mas ainda não alcançou a idade; e
  •  
  • A nova regra de pontuação 85/95 que viabiliza a aposentadoria com o valor integral do benefício nos casos em que a pontuação 85/95 (soma da idade e do tempo mínimo de contribuição) for atingida.
Importante ressaltar que para a regra 85/95 a soma sempre tem que levar em consideração o tempo mínimo de contribuição exigido, ou seja, 30 anos (mulher) e 35 anos (homem). Na prática representa benefício para quem começou a trabalhar cedo e ainda não atingiu a idade mínima exigida pela lei para se aposentar.

A regra 85/95 progressiva trazida pela Medida Provisória nº 676/2015 que, ainda pode sofrer alterações no Congresso Nacional, inicia com a pontuação 85/95 vigente até 2016 e chegará em 2022 majorada com a pontuação 90/100, vejamos:
O que muda no clculo da aposentadoria com a regra 8595 da MP n 6762015

Assim sendo, desde a publicação da MP 676, o segurado que pretenda aposentar-se por tempo de contribuição terá as duas regras, sendo a regra 85/95 um critério acessório a ser avaliado, considerando a hipótese de um benefício pelo valor integral, o que não é possível pela regra geral que se aplica o fator previdenciário.

Todas essas regras e alterações que ocorreram não afetam em nada a aposentadoria por idade, até porque o fator previdenciário não é aplicado nessa modalidade de aposentadoria, a menos que seja para aumentar, sendo o fator positivo, o que raramente acontece.

Lembrando que na aposentadoria por idade o tempo mínimo de contribuição é de 15 anos, sendo que a idade mínima é 60 anos para a mulher e 65 para o homem.



domingo, 5 de julho de 2015

Moto que anda até com água do Tietê faz 500 km por litro


Eduardo Schiavoni
Do UOL, em Ribeirão Preto (SP)




Moto que anda até com água do Tietê faz 500 km por litro4 fotos

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Azevedo, que já foi mecânico e preparador de motos de corrida, desenvolveu seu produto na garagem de casa, em Itu (SP), onde mora, em momentos de folga, especialmente nas madrugadas. Ele explica que o sistema é composto por um reservatório de água, colocado na parte traseira da moto. Esse reservatório é ligado, por um cano, a um recipiente que fica ao lado da roda traseira onde Azevedo acoplou uma série de placas metálicas negativas e positivas, com canais de diferentes diâmetros e ranhuras intercalados Leia mais Fernando de Souza /Staff News
Andar até 500 quilômetros sem uma gota de gasolina. E, ao reabastecer, conseguir encher o tanque de graça, em qualquer torneira. Não, não se trata do sonho de um motoboy. Esse é o resultado de um sistema, desenvolvido pelo funcionário público Ricardo Azevedo, 56, capaz de fazer com que motocicletas utilizem o hidrogênio obtido através da água como combustível.
Diversos leitores escreveram para o UOL duvidando que o experimento seja verdadeiro. Tentamos solucionar algumas das dúvidas neste link
Nomeado Moto Power H²O, o sistema utiliza os princípios da propulsão por hidrogênio, já conhecido da indústria automobilística. A inovação foi fazer o sistema ser acoplado a uma motocicleta. "Essa tecnologia pode ser adaptada em caminhões, ônibus, carros, enfim, qualquer veículo. E é muito eficiente", ressalta ele. 
Azevedo, que já foi mecânico e preparador de motos de corrida, desenvolveu seu produto na garagem de casa, em Itu (SP), onde mora, em momentos de folga, especialmente nas madrugadas. Ele explica que o sistema é composto por um reservatório de água, colocado na parte traseira da moto. Esse reservatório é ligado, por um cano, a um recipiente que fica ao lado da roda traseira onde Azevedo acoplou uma série de placas metálicas negativas e positivas, com canais de diferentes diâmetros e ranhuras intercalados.
As placas são alimentadas por uma bateria de carro, acoplada próximo à roda traseira. Com a eletricidade, ocorre a separação do hidrogênio da molécula de água. Através de um outro cano, o hidrogênio, altamente explosivo, é enviado a um outro recipiente, acoplado por Azevedo próximo ao reservatório, que envia o combustível para o carburador da moto, onde ocorre a combustão.
"Eu utilizei um craqueador, que separa as partículas de hidrogênio e de oxigênio da água. O hidrogênio vai para o carburador e, de lá, é utilizado pelo motor como combustível. Já o oxigênio é liberado para a atmosfera", disse ele, ressaltando que o hidrogênio tem um poder de combustão quase três vezes superior ao da gasolina.
O inventor explica ainda que, embora o hidrogênio seja um gás com alto poder de combustão, o fato de a produção de hidrogênio ser utilizada imediatamente pela moto, sem o armazenamento, diminui a chance de explosão.
De acordo com o professor de Química Ernesto Gonzalez, professor da USP (Universidade de São Paulo) em São Carlos e cientista que está na lista dos mais citados do mundo em sua área, o sistema desenvolvido pelo inventor de Itu se baseia no processo de eletrólise. "Com a bateria de carro, ele consegue efetivamente separar, pela eletricidade, o hidrogênio da água. A quantidade gerada pode realmente fazer um veículo como uma moto se movimentar. É um sistema relativamente simples", informa.
Gonzalez ressaltou ainda que o processo de utilização do hidrogênio no sistema desenvolvido por Azevedo é similar ao que ocorria com carros convertidos para funcionar, irregularmente, com gás de cozinha nos anos 1980 e 1990. "O modelo de combustão desses combustíveis é bem similar. A diferença, nesse caso, é que o sistema consegue extrair o combustível, que é o hidrogênio, da água. Mas a forma de o motor trabalhar é praticamente a mesma", disse.
Diferenciais
Entre os diferenciais do sistema está a não emissão de poluentes, já que apenas o vapor d'água é eliminado pelo escapamento. Além disso, a economia em relação à gasolina é outro diferencial, já que Azevedo relata que é possível fazer até 500 quilômetros com um único litro de água. As motos convencionais raramente fazem mais de 50 quilômetros por litro.
Segundo Azevedo, ele gastou, até o momento, R$ 6 mil no projeto, que começou a ser desenvolvido há seis meses. Ele informou ainda que, para uma possível utilização industrial, o projeto ainda precisa de adaptações, mas que considera que "70% do produto está desenvolvido". "Mas usei muita coisa que quebrou, materiais que, se fosse fabricar hoje, não seriam usados. O custo para fazer um sistema desses, hoje, seria bem menor", disse.
Azevedo conta ainda que esperou um estágio adequado de evolução de suas pesquisas para divulgar os resultados que conseguiu. "Eu testei na minha moto, uma NX 200 cilindradas, e ando com ela sem problemas. Trabalho em São Paulo, e viajei todos os dias com essa moto, movida a água, durante o desenvolvimento do produto", conta.
Desenvolvimento
O sistema foi desenvolvido em parceria com o filho dele, Gabriel, que é químico. "Eu cuidei da parte de mecânica e meu filho acrescentou conhecimentos de química que eu não tinha. Fizemos tudo com um grande embasamento científico", disse.
Azevedo informa ainda que não precisou modificar o motor da motocicleta, que pode funcionar, também, com gasolina. "Pode rodar só com a água ou um híbrido, que aceita os dois combustíveis. A estrutura do motor é a mesma, não altera, só muda o combustível", disse.
Recarga da bateria
Já sobre a recarga e os custos eventuais de energia elétrica, Gabriel Azevedo informa que, embora recargas adicionais possam ser necessárias, o sistema desenvolvido por ele trabalha com recuperação de energia de outros sistemas da moto, como os freios. "É um sistema parecido com o KERS utilizado na Fórmula 1. Armazenamos essa energia, que abastece a bateria. Mas não posso revelar mais do que isso sem expor os segredos do sistema que criamos", disse.
Questionado sobre a autonomia do sistema, Azevedo informou que ainda não terminou de fazer as quantificações, mas que, em pequenos deslocamentos urbanos, o sistema é capaz de manter a bateria por até uma semana sem a necessidade de recarga externa.
Qualquer água
Embora tenha ressaltado que a utilização de água destilada dá maior eficiência ao sistema, Azevedo informa que qualquer fonte de água pode ser utilizada. Ele afirma que já chegou a abastecer a moto com água do rio Tietê, que corta a cidade.
"Toda água, por mais poluída que seja, é composta por duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio. Então, a moto pode ser abastecida em qualquer torneira", disse.
Azevedo informou ainda que está à procura de investidores que possam se interessar em participar do projeto. "Eu faço isso de acordo com minhas possibilidades, e sou funcionário público. Claro que um parceiro poderia acelerar muito o desenvolvimento", disse.

Boechat sobre Silas Malafaia: Você é um idiota, um otário, tomador de grana dos fiéis, charlatão

A feia e baixa discussão de dois homens públicos. Lamentável! 

 

Nesta sexta-feira (19), Ricardo Boechat perdeu a cabeça ao ser criticado por Silas Malafaia durante seu programa de rádio na Band News FM.

Bastante alterado, o jornalista disparou: "Ele está pedindo para eu parar de falar asneira num programa de rádio, incitando o ódio. Ô, Malafaia, vai procurar uma r*, não me enche o saco! Você é um idiota, um paspalhão, um otário, um pilantra, tomador de grana de fiel, explorador da fé alheia. Você gosta de palanque, e palanque eu não vou te dar".

A confusão começou porque o religioso reclamou no Twitter que o profissional, ao noticiar fatos de intolerância religiosa, teria insinuado que os integrantes de igrejas neo-pentecostais estariam constantemente envolvidos nos atos contra outros tipos de fé.

Sobre isso, Boechat garantiu: "Em nenhum momento, em nenhum momento mesmo, eu generalizei que pessoas que frequentam igrejas pentecostais tinham ações de preconceito. Até porque eu não sou idiota como você. Você é homofóbico, você é uma figura execrável, uma figura horrorosa, e que toma dinheiro das pessoas pela fé. Você é rico. Você é um charlatão, cara. Usa o nome de Deus, de Jesus, para tirar grana.

Repito: vai procurar uma r*!".

Silas, que compra um horário da programação semanal da Band na TV, voltou, então, a usar o Twitter para se pronunciar, fazendo menção a Johnny Saad, dono da emissora do Morumbi. "Vou perguntar ao meu amigo Johnny, dono da Band, se a política do grupo é caluniar e difamar pessoas. Uma vergonha!".


Fonte http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/ricardo-boechat-xinga-pastor-silas-malafaia-no-r%c3%a1dio-v...

quinta-feira, 2 de julho de 2015

A Igreja da Maconha: uma nova“versão religiosa” para quem quer crer em algo e ainda não havia se encontrado

Já há alguns meses que foi noticiada a criação de uma nova igreja nos Estados Unidos, mais especificamente no Estado de Indiana.

Seu fundador Bill Levin, de 59 anos, decidiu levar os ensinamentos de "paz e amor" fundando uma igreja para cultuar a "planta mais saudável que existe no planeta", nas palavras dele.

A nova "religião" foi fundada no fim de março, pouco depois que a lei do "Religious Freedom Restoration Act" foi aprovada em Indiana para "proteger a liberdade religiosa".

"Eu vi o que realmente dizia a lei e aí entrei em um transe profundo e religioso com a cannabis, falei com Deus, ele tocou minha mão e me disse como fazer", disse o fundador da Igreja à BBC Brasil.

A lei garante aos cidadãos o direito de exercer quaisquer crenças religiosas sem que sejam vítimas de processos na Justiça – e causou polêmica porque poderia ser causa de discriminação contra homossexuais, a ponto de um buffet, por exemplo, poder recusar um trabalho em um casamento por se tratar de uma união gay.

Percebendo a oportunidade, Levin criou uma página oficial no Facebool e conseguiu a aprovação oficial para sua Igreja com base na nova lei, o que lhe garante reconhecimento oficial e isenção fiscal.

A partir daí, ele começou a divulgar uma lista de 12 "mandamentos" da nova religião, incluindo "Não seja um idiota, trate as pessoas igualmente e com amor", ou "Ria bastante, espalhe bom humor; divirta-se na vida e seja positivo". O último deles fala do "culto" à cannabis.

Veja a lista completa dos 12 mandamentos da nova religião (Fonte: site Maryjuana)

1) Não seja um babaca. Trate a todos com amor e igualdade.

2) O dia deve iniciar com um sorriso a cada manhã: assim que acordar, sorria.

3) Ajude os outros quando puder. Não por dinheiro, mas porque é necessário.

4) Trate seu corpo como um templo: não o envenene com comida de má-qualidade e refrigerantes.

5) Não tire proveito das pessoas e não magoe ninguém intencionalmente.

6) Nunca inicie uma briga. Apenas termine com elas.

7) Cultive comida, crie animais e mantenha-se em contato com a natureza na sua rotina diária.

8) Não seja um “troll” na internet, respeite os demais sem falar palavrões e ser vulgarmente agressivo.

9) Disponha de no mínimo 10 minutos diários para apenas refletir sobre a vida num local tranquilo.

10) Quando você presenciar uma agressão, faça de tudo para conter o agressor. Proteja aqueles que não podem se proteger sozinhos.

11) Ria, compartilhe bom humor, seja positivo na vida e divirta-se.

12) Cannabis – “a planta que cura” – é o nosso sacramento. Ela nos aproxima de nós mesmos e dos outros.

É nossa fonte de saúde e amor, curando-nos da doença e depressão. Nós a abraçamos com todo nosso coração e espírito, individualmente e em grupo.
A Igreja da Maconha uma novaverso religiosa para quem quer crer algo e ainda no havia se encontrado

Passo, continuo sem fé! Para mim deu! Parei! Vou “descer”! Meus últimos pensamentos antes de ficar embasbacada.

Imagine se o ensino religioso realmente se tornar obrigatório nas escolas públicas. O STF, em Audiência pública no dia 15 de junho de 2015 discutiu o assunto e ficou de decidir. Professores das mais variadas confissões terão que fazer concurso para ministrar aulas de religião nas escolas e a gente se depara com um edital de 10 vagas para a “Igreja da Maconha” - imaginem isso? Pois se tornar obrigatório isso poderá ocorrer já que será necessário professores de todos os cultos dando ao aluno direito de escolha….., o que vai dar de aluno mudando de crença não tá escrito! É o que penso se o Brasil, também, legalizar uma religião como essa – o que duvido ser possível haja vista a bancada moralista (todavia corrupta e processada) que temos dentro do Congresso.

Preconceito de minha parte? Não! Acredito que seja mais bom senso e vontade de falar o que penso do que discriminação ou preconceito (aqui, neste parágrafo, estou a falar dos políticos mas também da religião que professa a "cannabis").

Fonte: http://maryjuana.com.br/2015/06/04/confira-os-10-mandamentos-da-primeira-igreja-da-maconha/

Ranking do desempenho sexual das alunas da USP. Uma afronta à Dignidade da Pessoa Humana



Uma matéria veiculada num jornal online muito me impactou na manhã deste dia. Trata-se da descoberta de que há um ranking feito por alunos da USP conceituando o desempenho sexual das estudantes do Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - USP de Piracicaba-SP).

O documento, exposto em local público exibe temas, tais como: o codinome das vítimas, b*... Fedida, teta preta, sociedade do anel, dentre outras barbaridades e palavras torpes e de baixo calão.

No quadro afixado no Centro de Convivência (local de muita circulação de pessoas), há quadrinhos manuais mostrando quantas vezes as garotas foram à cama com os mentores, e, a cada relação sexual, a tabela é alimentada com informações terríveis acerca da performance e particularidades da mulherada.

Que absurdo!

O assunto tomou uma dimensão enorme, sendo alvo, inclusive, de muita indignação e discussão pelas vítimas. O cartaz, sem dúvida, tem conteúdo ofensivo, fulcrado em assédio e intenção difamatória, o que são atos criminosos.

Em nota, a assessoria da Esalq informou que "A direção do campus tomou ciência, por meio de informação do Portal G1, da existência de material que foi exposto no mural do Centro de Vivência e encaminhará o material para apreciação de uma comissão sindicante, cumprindo trâmite regular".

Leia a matéria em sua integralidade. Link:
http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/cartaz-com-ranking-exp%c3%b5e-intimidade-sexual-de-estudant...

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Vendas junho: HR-V, Corolla e HB20 são destaques mais uma vez

Hyundai HB20 Spicy
Hyundai, Toyota e Honda continuam passando imunes à crise do mercado automotivo brasileiro, pelo menos no que diz respeito ao número de vendas. No acumulado das vendas de junho, o HB20 segue em segundo lugar com 9.167 unidades, deixando o Onix em terceiro. O Corolla é oitavo, com 5.811, ficando neste mês à frente do Fiat Uno. E o HR-V, em décimo, já está vendendo praticamente o dobro do Ford EcoSport, ex-líder entre os SUVs, atingindo a cifra de 5.233 unidades. Os três modelos orientais seguem como destaques de 2015, sendo que estamos num ano para ser esquecido: foi o pior primeiro semestre desde 2007, com queda de 19,8% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Fiat Palio Fire 2016
Na liderança geral, o Fiat Palio é único modelo a emplacar mais de 10 mil unidades – lembrando, no entanto, que o Palio soma das duas gerações, sendo cerca de 50% das vendas da versão Fire (geração antiga). Na sequência continua a briga particular de HB20 e Onix, com vantagem para o Hyundai desta vez. E logo após surge o Gol, em recuperação, com o irmão Fox bem na cola, com menos de 300 unidades de diferença.
Volkswagen Fox Comfortline 2016
Ford Ka e Renault Sandero também vêm travando uma briga interessante, sendo que em junho o Ka ficou mais próximo das 7 mil unidades, enquanto o Renault fechou com 6.466 carros. No meio dos compactos, mais uma vez aparece o sucesso Corolla, um carro que começa em R$ 70 mil e vende como água: com 5.811 emplacamentos, neste mês empurrou o Uno para a nona colocação.
Toyota Corolla
Em décimo, o novo queridinho da Honda, o HR-V, já bateu inclusive o líder entre os sedãs pequenos, que voltou a ser o Siena (5.037), por sua vez pouco à frente do HB20S. Já o Prisma perdeu um pouco do pique dos últimos meses e ficou na 13ª colocação geral, e em terceiro na sua categoria.
Compara HR-V, Eco, Tracker e Duster
Em 14ª, o Honda Civic foi bem em junho: 3.722 unidades o levaram a vender mais que o compacto VW up!, este ainda sem encontrar seu espaço junto aos mais vendidos. Num surpreendente segundo lugar na categoria, o Renault Duster deixou para trás o EcoSport, que também foi ultrapassado pelo Jeep Renegade. Segundo apurou nossa reportagem, a marca francesa conseguiu uma boa venda direta para uma locadora e elevou os emplacamentos do SUV neste mês. Na sequência, segue a briga de Fiesta e Etios entre os compactos com motor acima de 1 litro, com pequena vantagem para o Ford.
compara-saveiro-ranger-strada
Praticamente sem novidades, a lista de comerciais leves manteve a Strada em primeiro, seguida da Saveiro e da S10. Destaque para a Hilux, que segue vendendo bem mesmo após a apresentação da nova geração na Tailândia, e para a Ranger, que deixou a L200 para trás e assumiu de vez a terceira colocação entre as picapes médias.

Vendas junho:

Automóveis:
1) Fiat Palio: 10.584
2) Hyundai HB20: 9.167
3) Chevrolet Onix: 8.874
4) VW Gol: 7.295
5) VW Fox/CrossFox: 7.008
6) Ford Ka: 6.979
7) Renault Sandero: 6.466
8) Toyota Corolla: 5.811
9) Fiat Uno: 5.722
10) Honda HR-V: 5.233
11) Fiat Siena: 5.037
12) Hyundai HB20S: 4.937
13) Chevrolet Prisma: 4.663
14) Honda Civic: 3.722
15) VW up!: 3.489
16) Renault Duster: 3.484
17) Ford Fiesta: 3.289
18) Toyota Etios: 3.286
19) VW Voyage: 3.218
20) Jeep Renegade: 3.061
21) Renault Logan: 2.985
22) Honda Fit: 2.784
23) Ford Ecosport: 2.632
24) Toyota Etios Sedan: 2.433
25) Chevrolet Spin: 2.338
Comerciais leves:
1) Fiat Strada: 8.682
2) VW Saveiro: 5.364
3) Chevrolet S10: 2.776
4) Toyota Hilux: 2.447
5) Chevrolet Montana: 1.535
6) Ford Ranger: 1.396
7) Fiat Fiorino: 1.296
8) Mitsubishi L200: 1.077
9) VW Amarok: 928
10) Renault Master: 705


Fonte: Renavam/Carsale

Mensagem do dia

O elefante acorrentado


Você já observou elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo.

A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir.

Que mistério! Por que o elefante não foge?

Há alguns anos descobri que o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno.

Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele.

E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.

Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.

Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas “que não podemos ter”, “que não podemos ser”, “que não vamos conseguir", simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos “nãos” que “a corrente da estaca” ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o “sempre foi assim”.

Poderia dizer que o fogo para nós seria: a perda de um emprego, doença de alguém próximo sem que tivéssemos dinheiro para fazer o tratamento, ou seja, algo muito grave que nos fizesse sair da zona de conforto.

A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes! Vá em frente!

O rompimento do noivado gera responsabilidade civil?

Publicado por Mariana Lima

Ninguém é obrigado a firmar o compromisso de casar. Porém, é importante que se tenha consciência desta responsabilidade, afinal existem expectativas e investimentos. Portanto, dependendo das circunstâncias, a ruptura injustificada do noivado, em havendo danos materiais e/ou morais será passível de responsabilidade civil.
A regra geral é que não cabe indenização com a ruptura do noivado. Entretanto, no caso concreto, o exercício deste direito (romper) pode ser considerado abusivo, pois ocasiona a quebra da boa-fé objetiva.

Jurisprudências:

1- O noivado não acarreta a obrigação de casar. Todavia, a doutrina com repercussão na própria jurisprudência (REsp 251689/RJ, Apelação Cível 0282469-5 do TJ/PR), tem admitido responsabilidade civil por ruptura injustificada de noivado.”
2- RESPONSABILIDADE CIVIL - CASAMENTO - CERIMÔNIA NÃO REALIZADA POR INICIATIVA EXCLUSIVA DO NOIVO, ÀS VÉSPERAS DO ENLACE - Conduta que infringiu o princípio da boa-fé, ocasionando despesas, nos autos comprovadas, pela noiva, as quais devem ser ressarcidas. Dano moral configurado pela atitude vexatória por que passou a nubente, com o casamento marcado. Indenização que se justifica, segundo alguns, pela teoria da culpa in contrahendo, pela teoria do abuso do direito, segundo outros. Embora as tratativas não possuam força vinculante, o prejuízo material ou moral, decorrente de seu abrupto rompimento e violador das regras da boa-fé, dá ensejo à pretensão indenizatória. Confirmação, em apelação, da sentença que assim decidiu. (TJRJ - 5ª Câm. Cível; AC nº 2001.001.17643-RJ; Rel. Des. Humberto de Mendonça Manes; j. 17/10/2001; v. U.). BAASP, 2274/584-e, de 29.7.2002.
OBS.: a ruptura do namoro não gera responsabilidade civil (TJ/RS, Apelação Cível 78220634: ‘Os namoros, mesmo prolongados e privando as partes de vida íntima, são fatos da vida, não recepcionados pela lei civil. Somente as relações jurídicas que surgem pelo casamento ou pela de união estável, asseguram direitos pessoais e patrimoniais’.)

Diante do exposto, o fim do afeto durante o noivado, gerando o rompimento natural, é plenamente aceitável. Porém, é a quebra dos princípios da dignidade da pessoa humana e da boa-fé objetiva que causa a violação do patrimônio moral e material da outra parte. Por isso, o caso concreto é que definirá se existirá ou não responsabilidade civil.

Mariana Lima
LIMA DE MELO Advocacia e Assessoria Jurídica
Advogada. Formada em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco em 2013. Pós graduada em Direito Constitucional pela Universidade Cândido Mendes (Rio de Janeiro).

15 termos jurídicos que todo cliente precisa conhecer

Todo advogado é também um exímio especialista de termos jurídicos, que são fundamentais para o entendimento jurídico no diaadia. Mas o que entre advogados é um "idioma" comum, na relação cliente-advogado pode ser considerado uma linguagem impeditiva para a compreensão de cada etapa dentro de um processo. O advogado então cumpre o papel de explicar para seu cliente alguns termos que esclareçam o andamento do pedido. Por isso, fizemos uma seleção de 15 termos bem comuns e que estão presentes ao longo de um processo, para você compartilhar com seu cliente.
  • Lide: é quando há uma disputa por uma causa ou bem entre dois lados. Também chamada de demanda, litígio, pleito judicial. Como por exemplo: pai e mãe demandando a guarda do filho.
  • Parte: pessoa, empresa ou órgão envolvidos num processo.
  • Petição Inicial: é o documento que resume o que a parte (autor) está solicitando que seja posto em análise. O que o juiz decidirá terá por base o conteúdo apresentado nesta petição.
  • Citação: É o ato processual no qual é chamada a juízo a pessoa contra a qual é proposta a ação ou que nela tem interesse. A citação ocorre de três formas: por meio de correspondência enviada pelo correio (com aviso de recebimento), por um oficial de justiça ou por edital (sendo o citando desconhecido ou se está em lugar inacessível, pública-se em órgãos oficiais e jornais de grande circulação).
  • Intimação: comunicado às partes do processo para que, querendo, se manifeste. Pode ser feita pela imprensa oficial (no caso do advogado) ou por carta registrada, pessoalmente e pelo oficial de justiça (no caso das partes).
  • Contestação: é a resposta do réu, contestando a pretensão do autor formulada na petição inicial.
  • Recursos: é um instrumento para pedir a mudança de uma decisão na mesma instância ou em instância superior, sobre o mesmo processo. Existem vários tipos de recursos. Vamos dar três exemplos:
    1. Embargos: diferentes tipos de recurso utilizados para contestar a decisão do juiz.
    2. Agravo: é o recurso que se pode intervir contra uma decisão que não põe fim ao processo, objetivando que esta seja modificada ou reformulada.
    3. Apelação: é o recurso que contrapõe a sentença proferida por juiz de primeiro grau.
  • Depósitos recursais: também chamados de garantias, são valores que deverão ser depositados em juízo (em uma conta pública), necessários para solicitar algum tipo de recurso (principalmente na área trabalhista).
  • Sentença: é o ato pelo qual o juiz finaliza o processo, decidindo ou não o mérito da causa.
  • Quitações: recibo; considerada a prova do pagamento. É um documento em que o credor (ou representante), reconhecendo ter recebido o pagamento do seu crédito, isenta o devedor da obrigação.
  • Custas: despesas, encargos, gastos acumulados com promoção ou realização de atos forenses (idas aos foros judiciais), processuais ou de registros públicos, que se somam e devem ser ressarcidos pela parte vencida no processo.
  • Honorários: pagamento que recebem o advogado por ter defendido seu cliente.