Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Justiça: pagamento de corretagem na compra de imóvel é abusivo

Uma decisão da 24ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determina que as cobranças de taxas de Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária (Sati) e o pagamento da comissão do corretor - ambas cobradas de imóveis adquiridos na planta - são abusivas. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira pela Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA), a Justiça determinou que uma imobiliária devolva os valores pagos por um mutuário. A decisão é de primeira instância e cabe recurso.De acordo com a decisão, a imobiliária deve devolver R$ 13.569,50 e R$ 6.500, respectivamente da Sati e da taxa de corretagem de forma dobrada e acrescida de correção monetária, juros e pagamento por danos materiais, o que totaliza R$ 40.139.

Segundo a associação, de janeiro a março de 2012 foram registradas 477 queixas referente à cobrança da Sati e da corretagem, contra 302 reclamações em 2011.

Em comparação ao primeiro trimestre do ano passado, o número de reclamações deste ano teve o aumento de 57%.Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA, afirma que, a partir do não cumprimento do prazo estabelecido para entrega do imóvel, o dono do bem já pode pleitear na Justiça o pagamento de multa de 2% e mais juros de mora de 1% por mês de atraso.

"Na maioria das vezes, a incorporadora se vale do direito do prazo de tolerância de 180 dias para postergar a entrega das chaves, mas na verdade, isso só se justifica em casos de força maior, como enchentes e terremoto."

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Mulher destrói carro do ex após troca de status no Facebook

Um ataque de ciúmes fez com que Claire Holley, de 31 anos, tivesse que enfrentar a corte britânica no último dia 11. Em janeiro deste ano, a britânica se irritou ao ver que o ex-namorado, Davy Jones, havia mudado o seu status de relacionamento do Facebook para "solteiro". Ela, então, pegou o Ford Focus do rapaz e saiu desenfreada com ele, batendo na loja Hollywood Bool, em Horwich, próximo de Bolton, no Reino Unido, e destruindo tanto o veículo como o estabelecimento, onde o rapaz trabalhava.

Mulher entrou com o carro na loja onde o namorado trabalhava (Foto: Reprodução/Daily Mail)Mulher entrou com o carro na loja onde o namorado trabalhava (Foto: Reprodução/Daily Mail)

O incidente causou prejuízo de £14 mil, cerca de R$ 42 mil, de acordo com estimativa feita pelos policiais que foram chamados ao local. Clientes e empregados do Hollywood Bool ficaram assustados e entraram em contato com as autoridades poucos minutos depois do ocorrido.

O carro bateu exatamente no local onde o ex-namorado trabalhava: um balcão de serviço de atendimento ao cliente. Algumas horas antes do crime, ele havia terminado o relacionamento com Holley, que ficou furiosa.

A mulher admitiu a culpa e revelou ter ingerido meia garrafa de vinho e algumas doses de vodka antes de dirigir. O promotor responsável pelo caso, Geoff Whelan, explicou que ela deixou o ex-namorado no trabalho um pouco antes do incidente e implorou para que ele não terminasse o namoro. No entanto, quando chegou em casa, leu a atualização do status do rapaz e perdeu o controle. “Ela escreveu no Facebook que estava com o coração partido”, resumiu Whelan.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Novo cartão promete até 200 prestações; analistas sugerem cuidado

Uma nova empresa de cartão de crédito chega ao mercado nos próximos dias prometendo parcelamentos em até 200 vezes, ou mais de 16 anos. A expectativa da Shopcards é conquistar 2 milhões de clientes em um ano.

Mas não há garantia de que essas prestações realmente chegarão a 200. Quem vai definir isso serão os lojistas. Ainda não há nenhuma empresa operando efetivamente com o cartão.

Além do parcelamento de longo prazo, a empresa diz que vai oferecer condições diferenciadas tanto para os consumidores como para os lojistas.

A ideia é substituir os tradicionais carnês das lojas de móveis e eletrodomésticos e oferecer o cartão nos locais em que essa modalidade de pagamento geralmente não está disponível, como consultórios médicos.

Segundo o vice-presidente da Shopcards, Marcello Gimenez, assim como já acontece com os cartões tradicionais, em alguns casos os consumidores poderão parcelar as compras sem pagar juros.

Quando os parcelamentos forem mais longos, ainda assim as taxas serão inferiores àquelas encontradas em outras modalidades de crédito de longo prazo, segundo a empresa. “Ficarão entre 2,5% e 3%”, estima Gimenez.

Atualmente, a taxa média cobrada pelos bancos nas linhas de empréstimo pessoal, por exemplo, é de 3,81% ao mês, ou 56,63% ao ano, segundo a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

Taxa do rotativo será mais baixa que a média, diz empresa

De acordo com Gimenez, quem não conseguir pagar integralmente no prazo e tiver de entrar no crédito rotativo também pagará taxas inferiores às cobradas atualmente. Em fevereiro, a taxa média do rotativo estava em 10,69% ao mês, ou 238,3% ao ano, segundo a Anefac.

Caberá ao lojista decidir a quantidade de parcelas que será oferecida ao consumidor, assim como os juros cobrados. A promessa da Shopcards, porém, é que as taxas serão sempre menores que as médias encontradas hoje no mercado.

Tanto os juros mais baixos como o parcelamento de longo prazo serão condições impostas em contrato aos lojistas, segundo a empresa. Mas ela não revelou quais os juros mínimos e qual o prazo mínimo que as lojas terão de oferecer por contrato.

Os consumidores também não precisarão pagar anuidade. Para os lojistas, uma das vantagens será que eles não vão precisar pagar pelo aluguel da maquininha em que passam os cartões na hora da compra.

Gimenez afirma que o objetivo da Shopcards é popularizar o consumo. "O consumidor deixa de comprar mais por causa do seu limite de crédito", afirma. Especialistas, porém, recomendam cautela aos consumidores no uso do parcelamento de longo prazo.

Cartão será oferecido em shopping de decoração
Uma das primeiras parcerias firmadas pela Shopcards foi com o Shopping D&D, em São Paulo, especializado em decoração. Uma incorporadora de imóveis também está entre as parcerias já feitas pela empresa.

Gimenez acredita que o parcelamento de longo prazo poderá ser interessante, entre outras situações, para a compra de viagens, móveis e artigos de decoração.

Ele cita o exemplo de quem compra um imóvel na planta e, com as chaves nas mãos, ainda precisa arrumar dinheiro para móveis, eletrodomésticos e objetos de decoração.

"Com o cartão será possível, na hora da compra do imóvel, já fechar também a compra da decoração em 200 vezes, por exemplo", diz.

sábado, 24 de março de 2012

Consumo excessivo de carne vermelha pode diminuir seu tempo de vida.

Que a carne vermelha não é o mais saudável dos alimentos, todo mundo já sabe.
Afinal, basta olhar os índices de problemas cardiovasculares em pessoas cuja dieta se resume basicamente a churrasco e derivados para perceber isso. No entanto, você sabe o quão prejudicial esse tipo de alimento pode ser ao seu organismo?

Uma pesquisa realizada pela Harvard School of Public Health comprovou aquilo que muita gente já imaginava. Segundo o estudo, o consumo regular desse tipo de alimento aumenta consideravelmente as chances de uma pessoa desenvolver problemas cardíacos e até mesmo câncer.

Para isso, foram analisadas mais de 120.000 pessoas ao longo de 28 anos, e o resultado é impressionante: se você ingerir doses diárias de carne processada — como salsicha e bacon, por exemplo —, o índice de mortalidade aumenta em 20%. Já com a carne vermelha propriamente dita — churrasco, bife e derivados —, o índice é de apenas 13%. Os cientistas não conseguiram explicar o porquê da diferença.

Em entrevista ao jornal britânico, The Guarduan. um dos chefes da pesquisa, o professor Frank Hu, declarou que o estudo comprovou que o consumo excessivo de carne pode realmente levar o indivíduo a ter uma morte prematura. A solução sugerida por ele é substituir o alimento por outra fonte de proteína mais saudável.

Quem se considera carnívoro e não consegue imaginar sua vida sem uma bela peça de picanha não precisa se desesperar. Embora seu tempo de vida esteja diminuindo a cada ida à churrascaria, você pode fugir de problemas futuros ao evitar o excesso de carne vermelha. De acordo com a World Cancer Research Fund, o ideal é que você não ingira mais do que cinco quilos de carne semanalmente.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Procon-SP suspende por três dias os sites Americanas.com, Submarino e Shoptime

O Procon-SP determinou a suspensão das atividades por 72 horas, a partir de quinta-feira (15), dos sites Americanas.com, Submarino e Shoptime – as três páginas são de responsabilidade da B2W Companhia Global do Varejo. Além de ficar proibida de comercializar produtos durante três dias nesses sites, a empresa deverá pagar a multa de R$ 1.744.320. A decisão foi publicada nesta quarta (14) no "Diário Oficial do Estado".

A suspensão foi motivada, principalmente, por reclamações referentes ao ano de 2011 sobre entregas de produtos e também defeitos nos itens adquiridos. “Isso é um descaso, desrespeito ao consumidor. Fizemos várias tentativas chamando a empresa para o diálogo no Procon, mas o problema não foi resolvido”, explicou em nota Paulo Arthur Góes, diretor-executivo da fundação.Em 2010, continua a nota, o Procon-SP registrou 2.224 atendimentos sobre problemas com os sites da B2W. Em 2011, esse número aumentou em 180%, com o registro de 6.233 atendimentos.

Segundo a fundação, a empresa já havia recorrido da decisão em 1º grau para a suspensão dos sites, publicada em 10 de novembro de 2011 no "Diário Oficial". A decisão, no entanto, foi mantida, conforme divulgado nesta quarta-feira.

A Justiça determinou ainda que, na página inicial dos sites bloqueados, seja exibida a seguinte mensagem: “O Grupo B2W, em virtude de decisão proferida pela Fundação PROCON – SP, em processo administrativo de n° 2573/2010, está com as atividades de e-commerce suspensas em todo o Estado de São Paulo, por 72 (setenta e duas) horas, a partir de 15 de março de 2012

quarta-feira, 7 de março de 2012

Como juntar R$ 1 milhão com R$ 360 por mês

Aiana Freitas
Do UOL, em São Paulo

Juntar R$ 1 milhão. O que para muitos é um sonho distante pode se tornar um plano efetivo para quem tiver disciplina, algum capital para investir e desejo por risco. Com pouco mais de meio salário mínimo por mês, é possível atingir a quantia aplicando o dinheiro em ações de grandes empresas pelo período de 40 anos.

Essa conta é feita considerando que é preciso reajustar os depósitos mensais pela inflação. A cada mês, é deve-se aumentar um pouco o montante a ser investido de acordo com a inflação do mês anterior. Dessa forma, ao final do período, o investidor terá o equivalente ao que hoje representa R$ 1 milhão (atualizado conforme o custo de vida até daqui a 40 anos).

A pedido do UOL, o especialista em finanças pessoais Marcos Silvestre, autor dos livros "12 meses para enriquecer: o plano da virada" e "Investimentos à prova de crise" elaborou planos de investimento para quem quer alcançar essa meta. Os cálculos mostram que um jovem de 20 anos pode atingir o valor aos 60 anos aplicando R$ 360 por mês numa carteira de ações.

Mesmo quem não tem coragem de se arriscar no mercado de ações, porém, pode realizar o sonho do milhão. Para isso, claro, será necessário um investimento mais alto. A meta pode ser alcançada aplicando-se, por exemplo, R$ 1.243 por mês em títulos públicos do governo por meio do Tesouro Direto, ou R$ 1.624 por mês na caderneta de poupança.

Quanto mais tarde se fizer planejamento, maior o esforço

Quanto mais tarde se fizer esse planejamento, no entanto, mais o esforço mensal precisará ser aumentado. Quem começar a fazer aplicações na poupança aos 30 anos só conseguirá atingir a meta do milhão aos 60 aplicando uma quantia mensal de R$ 2.309. Para quem começar a pensar no assunto aos 50, será necessário depositar R$ 7.847 na caderneta por mês.

"A marca do R$ 1 milhão é um desafio simbólico porque esta é uma soma que a maior parte das pessoas jamais possuirá como reserva financeira", diz Marcos Silvestre.

Seus cálculos mostram, porém, que se a ideia for fazer uma espécie de aposentadoria, aí a meta deverá ser mais ambiciosa. Se, ao atingir R$ 1 milhão em investimentos aos 60 anos, a pessoa decidir viver somente da renda deixando o valor aplicado no Tesouro Direto, obterá um valor mensal de R$ 2.000.

"É um valor claramente insuficiente para garantir um padrão de classe média confortável na condição de aposentado", diz Silvestre. Segundo seus cálculos, apenas uma reserva financeira líquida entre R$ 2 milhões e R$ 4 milhões poderia garantir uma renda "confortável".

'Liquidez da poupança é risco para aposentado', diz economista

Ainda pensando na aposentadoria, Silvestre considera que é melhor investir em planos de previdência do que em aplicações com grande liquidez, como a poupança (que permite o saque dos valores a qualquer tempo).

"A liquidez que a poupança, o Tesouro Direto e até das ações apresentam é um perigo para o aposentado, que pode passar a ser assediado por filhos, netos e amigos mal intencionados. Melhor que isso talvez seja trocar esta reserva pela garantia do recebimento mensal de um bom plano de previdência. Se for escolhida uma instituição sólida, os riscos serão pequenos perto das potenciais tentativas de 'extorsão' dos 'entes queridos'", afirma ele, que diz que há 20 anos lida com situações do tipo.

Para fazer os cálculos, o economista considerou uma rentabilidade líquida real, descontados impostos, taxas e a inflação, de 0,10% para a caderneta de poupança. Essa rentabilidade é semelhante, segundo ele, àquela obtida em um plano de previdência conservador (cuja carteira contém menos de 10% dos investimentos em ações).

Para aplicações no Tesouro Direto, foi considerada uma rentabilidade líquida real de 0,20% ao mês (também registrada por planos de previdência privada de risco moderado, com algo entre 10% e 20% de ações na carteira) e, para as ações, uma rentabilidade de 0,60% ao mês. Nesse caso, ele considerou uma previsão para ações de empresas de primeira linha, ou de planos de previdência de maior risco (até 49% de ações na carteira).

QUANTO INVESTIR POR MÊS DOS 20 ANOS ATÉ OS 60 ANOS

TIPO DE APLICAÇÃO PARA ACUMULAR
R$ 500 MIL
PARA ACUMULAR
R$ 1 MILHÃO
PARA ACUMULAR
R$ 2 MILHÕES
POUPANÇA R$ 812 R$ 1.624 R$ 3.248
TESOURO DIRETO R$ 621 R$ 1.243 R$ 2.486
AÇÕES R$ 180 R$ 360 R$ 720
  • Considerando-se rentabilidade líquida real mensal (descontados impostos, taxas e inflação) de 0,10% para a poupança, 0,20% para o Tesouro Direto e 0,60% para as ações

QUANTO INVESTIR POR MÊS DOS 30 ANOS ATÉ OS 60 ANOS

TIPO DE APLICAÇÃO PARA ACUMULAR
R$ 500 MIL
PARA ACUMULAR
R$ 1 MILHÃO
PARA ACUMULAR
R$ 2 MILHÕES
POUPANÇA R$ 1.155 R$ 2.309 R$ 4.618
TESOURO DIRETO R$ 950 R$ 1.899 R$ 3.799
AÇÕES R$ 394 R$ 788 R$ 1.576
  • Considerando-se rentabilidade líquida real mensal (descontados impostos, taxas e inflação) de 0,10% para a poupança, 0,20% para o Tesouro Direto e 0,60% para as ações

QUANTO INVESTIR POR MÊS DOS 40 ANOS ATÉ OS 60 ANOS

TIPO DE APLICAÇÃO PARA ACUMULAR
R$ 500 MIL
PARA ACUMULAR
R$ 1 MILHÃO
PARA ACUMULAR
R$ 2 MILHÕES
POUPANÇA R$ 1.844 R$ 3.689 R$ 7.377
TESOURO DIRETO R$ 1.625 R$ 3.250 R$ 6.501
AÇÕES R$ 937 R$ 1.873 R$ 3.747
  • Considerando-se rentabilidade líquida real mensal (descontados impostos, taxas e inflação) de 0,10% para a poupança, 0,20% para o Tesouro Direto e 0,60% para as ações

QUANTO INVESTIR POR MÊS DOS 50 ANOS ATÉ OS 60 ANOS

TIPO DE APLICAÇÃO PARA ACUMULAR
R$ 500 MIL
PARA ACUMULAR
R$ 1 MILHÃO
PARA ACUMULAR
R$ 2 MILHÕES
POUPANÇA R$ 3.924 R$ 7.847 R$ 15.695
TESOURO DIRETO R$ 3.691 R$ 7.382 R$ 14.763
AÇÕES R$ 2.857 R$ 5.714 R$ 11.428
  • Considerando-se rentabilidade líquida real mensal (descontados impostos, taxas e inflação) de 0,10% para a poupança, 0,20% para o Tesouro Direto e 0,60% para as ações

sexta-feira, 2 de março de 2012

Path

Rede social para amigos íntimos, Path chega a 2 milhões de usuários

Marion Strecker
Do UOL, em San Francisco

Se você tem um smartphone e está cansado da super-exposição em redes sociais como Facebook, Orkut ou Twitter, o Path pode ser uma opção.

Na visão do vice-presidente de negócios do Path, Matt van Horn, o Facebook (www.facebook.com) é uma rede social-social, o LinkedIn é uma rede profissional-social enquanto o Path é uma rede pessoal. Ou seja, o momento em que a pessoa faz uma espécie de curadoria radical dos seus contatos em outras redes, deixando no Path apenas as pessoas em quem mais confia.

O Path existe hoje em duas versões: para iPhone e para Android. O aplicativo só funciona em celulares pois a empresa aposta que os smartphones serão supercomputadores que vão simplesmente substituir os computadores de mesa e os notebooks.

Segundo dados da empresa, o Path acaba de superar a marca de 2 milhões de usuários no mundo.

No Path, cada pessoa tem em média 6 amigos. O limite máximo que cada um pode ter são 150 amigos. Esse número foi tirado de um estudo do professor britânico Robin Dunbar, da Oxford University, mostrando quantas relações confiáveis um ser humano é capaz de manter ao longo da vida.

A conclusão do professor Dunbar, simplificadamente, é que cada pessoa tem em média 5 melhores amigos, 15 bons amigos, 50 amigos próximos e familiares, e 150 amigos no total ao longo da vida.


Lançado em novembro de 2010, o Path ganhou nova versão em novembro passado, quando o número de downloads passou a crescer mais rapidamente. Ganhou ainda atualização no último dia 13 de fevereiro.

Sua cotação na loja da Apple é excelente: 4,5 estrelas de um total de cinco. Só para comparar, os aplicativos do Facebook, do Google+ e do Twitter (o oficial) estão com 2,5 estrelas.

Em número de pessoas de avaliaram o aplicativo na loja da Apple, o Path também está na frente das outras redes, exceto o Facebook.

Os países que mais usam o Path são hoje Estados Unidos, Inglaterra, Japão, Alemanha e Canadá. O Brasil já aparece no top 10.

A empresa tem hoje 28 funcionários e está sediada em San Francisco, Califórnia, cidade que eles veem como o novo epicentro de criatividade do Vale do Silício.

Eles insistem que seus verdadeiros concorrentes são o e-mail e o MSN, não o Facebook nem o Twitter. Um outro concorrente de peso certamente é o Instagram, o mais popular e bem avaliado publicador instantâneo de fotos para iPhone.

“O Path é um jornal moderno que permite que você compartilhe sua vida com as pessoas que você mais ama, ou seja, seus amigos mais íntimos e seus familiares”, diz o CEO da empresa, Dave Morin, egresso da Apple e do Facebook.

No menu principal do serviço há a hora em que você acorda, a hora em que vai dormir, a música que você está ouvindo, o lugar onde você está a cada momento do dia, suas fotos e o já clássico “em que você está pensando”.

“A gente realmente acredita que dividir certas informações apenas com as pessoas em quem você mais confia permite com que você seja você mesmo, seja autêntico e possa compartilhar sem medo. A gente realmente acredita que menos é mais”, disse Dave Morin.

O fato é que a Path já recebeu investimentos de US$ 13 milhões. Seu primeiro modelo de negócios é vender bens virtuais, como filtros para aplicar nas fotos feitas com o celular. Sua segunda frente será fazer parcerias com empresas. Nas próximas semanas, deverá vir a público uma parceria com a Nike, para se compartilhar detalhes de atividades esportivas pelo Path.

O primeiro revés também já veio. O escândalo do mês foi quando um programador de Cingapura descobriu que o Path estava sugando para seus computadores as agendas de contatos de todos os seus usuários. A primeira reação do CEO foi dizer que a empresa seguia as “melhores práticas da indústria”. Ele possivelmente disse nada mais do que a verdade. Tanto que logo veio a público que também o Twitter, entre outros, funciona da mesma forma.

O problema é que “as melhores práticas da indústria” não são necessariamente as melhores práticas na opinião geral.

Nos EUA, o presidente Obama, o poder judiciário, o Congresso e muitas entidades de defesa do consumidor se movimentam para garantir ao público um melhor controle sobre como suas informações pessoais são rastreadas, armazenadas e usadas pelas empresas de internet.

Sob pressão da Justiça, a Apple e o Google entraram num acordo semana passada tendo em vista controlar melhor como os aplicativos que vendem em suas lojas lidam com as informações pessoais dos clientes.

Quando a opinião pública discordou do Path, o CEO veio novamente a público, desta vez para pedir desculpas. “We are sorry” era o título do seu texto no blog da empresa, em que admitia a prática, prometia apagar tudo e passar a usar esse sistema apenas se o usuário previamente consentisse.

Demorei um dia para descobrir que o Path vem pré-programado não apenas para usar a geolocalização do meu celular como publicar essa informação a cada dia ou a cada vez que eu mudo de lugar. Sim, é possível desabilitar isso no Path. Mas me pergunto se a graça que as pessoas veem no serviço não é justamente essa: que ele faça publicações exigindo o menor esforço da pessoa.

As principais qualidades do Path estão na suavidade com que o software se relaciona com sua agenda pessoal, o GPS e a câmera do seu celular, seu Twitter e seu Facebook. Para alguns, essa suavidade é mais do que desejada. Para outros, ela é inadmissível.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

'Estacionamento de marido'

'Estacionamento de marido' com TV e sinuca ajuda a esperar mulher nas compras.

Se fazer compras é um hábito que, para as mulheres, está relacionado ao prazer, para os homens pode, muitas vezes, ser sinônimo de estresse e irritação. Pensando neles, arquitetos têm investido em áreas que prometem tornar lojas e shopping centers muito mais agradáveis ao sexo masculino: os "estacionamentos de maridos".

Também chamados de "maridódromos", esses espaços vêm sendo criados para tornar a espera do homem pela mulher que faz compras o mais agradável possível. Para entretê-los, oferecem videogames, sinuca, TVs com futebol, colchonetes, jornais, revistas esportivas e café.
Lojas oferecem futebol e sinuca para homens entediados

Lojas e shopping centers têm criado áreas que prometem tornar o momento das compras mais agradáveis aos homens: os "estacionamentos de maridos". Em 2011, a loja de decoração Ikea de Sydney, na Austrália, montou o "Mandland", onde eles podiam jogar videogame Divulgação

O Empório dos Calçados, um shopping que réune fabricantes e atacadistas de sapatos localizado na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo, vai ganhar mais um andar em abril. Lá, além de uma área de venda de roupas femininas, será montado um "maridódromo", como chama o proprietário do empreendimento, Mário de Almeida.

"Os maridos poderão tomar café, jogar xadrez e dama, e assistir a canais com programação esportiva", diz Almeida. "As mulheres que vêm ao shopping passam pelo menos uma hora circulando pelas lojas, e percebemos que os homens ficavam irritados por terem de esperar."
'O homem passa a querer que a mulher volte naquela loja'

A maioria das unidades da rede de moda Luigi Bertolli também possui grandes lounges desenvolvidos para servir de áreas de espera de clientes, especialmente maridos e crianças. Em amplos sofás, posicionados ao lado dos provadores, os maridos podem ler revistas e jornais enquanto suas mulheres experimentam e decidem o que levar para casa.

"O tempo do homem é diferente do tempo das mulheres. Se ele vai às compras, costuma ir atrás de um produto específico, ao contrário da mulher. Às vezes, o homem pode ficar irritado só por entrar em uma loja grande", diz o designer e artista plástico José Marton, que nos últimos anos vem se especializando na chamada "arquitetura de varejo".

O escritório de Marton foi responsável pelo desenvolvimento da arquitetura interna das lojas Luigi Bertolli, entre outras. "Um espaço como esse pode mudar o hábito de compra de uma pessoa. Muitas vezes o que vemos é que o homem acaba ficando lá mesmo depois que a mulher sai da loja e vai olhar outras vitrines", afirma. "Ele cria uma intimidade com a loja e passa a querer que a mulher volte lá."

Loja tem mesa de sinuca ao lado da área masculina
Gerente comercial da loja de roupas Realejo, em Ribeirão Preto (interior paulista), Fabiana Alexandrino percebeu que as mulheres sempre iam às compras acompanhadas dos homens. Passou a oferecer, assim, café, refrigerante e drinks para tornar a espera menos difícil. "Também temos uma mesa de sinuca e revistas que falam sobre carros e moda", diz.
Mesmo espaços que não foram especificamente pensados para os homens acabaram se tornando "estacionamentos de maridos" na prática. Dez das 15 lojas da rede de calçados Mundial possuem uma cafeteria própria.

"Em algumas lojas, a cafeteria fica justamente ao lado do setor masculino", diz a gerente-geral de cafeterias da rede, Patrícia Faria. Não por acaso, os televisores costumam estar sintonizados nos canais de esporte.

Na unidade da carioca Farm que fica no bairro de Vila Madalena, na zona oeste de São Paulo, as redes de deitar também costumam servir bem mais aos homens do que às mulheres.

A tendência não é só brasileira. No ano passado, a loja de móveis e decoração Ikea de Sidney, na Austrália, montou por uma semana um espaço chamado de "Manland" (terra dos homens), onde era possível comer petiscos, tomar refrigerante, ver TV e jogar videogame.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ITÁLIA, 2011: Conheça os campeões de vendas







As vendas de veículos novos na Itália, outro país afetado pela crise econômica do continente europeu, caíram 10,9% em 2011. As 1.757.649 unidades comercializadas no ano passado representaram o pior resultado desde 1996.



Com vendas pouco inferiores à soma dos resultados da 2ª, 3ª e 4ª colocadas a Fiat se manteve à frente entre as marcas por mais um ano e garantiu 360.017 novas unidades nas ruas italianas. Coube à Ford (142.764) ser a “melhor do resto”, com a VW (138.770) fechando o pódio.



A Toyota, 9ª, foi a melhor entre as marcas asiáticas enquanto a Audi, 11ª, não teve dificuldades para assegurar a liderança entre as Premium.



O Fiat Punto assegurou a liderança entre os modelos pelo 18º ano seguido, mas, com 122.287 unidades, perdeu 18% em relação a 2010. Outro Fiat, o Panda, garantiu a dobradinha para a marca italiana graças às 115.863 unidades. O pódio só não foi completo por conta do “intruso” Ford Fiesta e suas 65.139 unidades.



Ford Fiesta 2008 - Europeu



Um grande destaque do ano foi a presença do Alfa Romeo Giulietta (9º) no top 10. É a primeira vez desde 1990 que a fabricante emplaca um modelo entre os mais vendidos de seu país.



Alfa Romeo Giulietta 2011



Confira a lista das marcas e modelos que se destacaram em 2011:



RANKING DE MARCAS
1. Fiat 360.017
2. Ford 142.764
3. VW 138.770
4. Opel 116.651
5. Lancia 84.856
6. Renault 83.222
7. Citroën 81.600
8. Peugeot 78.235
9. Toyota 67.380
10. Nissan 63.189
11. Audi 60.578
12. Alfa Romeo 58.148
13. Mercedes 50.983
14. BMW 50.666
15. Hyundai 43.448
16. Chevrolet 32.611
17. Dacia 25.875
18. Smart 24.121
19. MINI 21.594
20. Suzuki 21.631
21. Kia 19.441
22. Volvo 18.448
23. SEAT 16.087
24. Skoda 14.332
25. Land Rover 9.053
26. Honda 8.928
27. Jeep 7.878
28. Mitsubishi 7.517
29. Mazda 6.593
30. Subaru 4.809
31. Porsche 4.299
32. Daihatsu 3.172
33. DR Motor 2.920
34. SsangYong 1.915
35. Great Wall 1.671
36. Lexus 1.492
37. Jaguar 1.258
38. TATA 1.105
39. Saab 881
40. Chysler 696
41. Ferrari 570
42. Infiniti 547
43. Maserati 414
44. Lamborghini 72
45. Lada 65
46. Dodge 42
47. Mahindra 10
48. Outras nacionais 87
49. Outras importadas 502



RANKING DE VEÍCULOS
1. Fiat Punto 122.287
2. Fiat Panda 115.863
3. Ford Fiesta 65.139
4. Fiat 500 60.029
5. Lancia Ypsilon 54.813
6. VW Golf 49.158
7. VW Polo 45.254
8. Citroën C3 41.061
9. Opel Corsa 40.765
10. Alfa Romeo Giulietta 34.955
11. Opel Astra 30.763
12. Nissan Qashqai 30.048
13. Renault Clio 28.714
14. Toyota Yaris 28.095
15. Ford Focus 27.480
16. Smart Fortwo 24.122
17. Mini 21.595
18. Peugeot 207 21.441
19. Ford C-Max 20.093
20. Fiat Bravo 19.847
21. Opel Meriva 19.645
22. Dacia Duster 19.209
23. Alfa Romeo Mi.To 18.345
24. Renault Mégane 18.250
25. Nissan Juke 16.675
26. Toyota Aygo 16.555
27. Mercedes Classe A 15.561
28. Audi A4 15.274
29. Ford Ka 14.954
30. Lancia Musa 14.934
31. Chevrolet Spark 14.927
32. Citroën C4 14.911
33. VW Passat 14.621
34. Lancia Delta 14.366
35. Renault Scénic 14.339
36. Nissan Micra 12.984
37. Opel Insignia 11.730
38. VW Tiguan 11.709
39. Fiat Qubo 11.551
40. Peugeot 308 11.208
41. Audi A1 11.205
42. Ford Kuga 10.527
43. Hyundai ix35 10.482
44. Hyundai i10 10.292
45. Audi A3 10.169
46. Fiat Freemont 9.983
47. Hyundai ix20 9.874
48. Fiat Sedici 9.772
49. Seat Ibiza 9.754
50. Audi Q5 9.743



Por Thiago Parísio / Fonte: ES Autoblog / Best Selling Cars / Unrae

domingo, 19 de fevereiro de 2012

AUSTRALIA, 2011 - Conheça os campeões de vendas


O mercado australiano perdeu espaço em 2011. O total de 1.008.437 unidades representou uma queda de 2,6% em comparação a 2010. Apesar do recuo, este foi apenas o 4º ano em que as vendas na Austrália superaram a casa de 1 milhão de unidades.
Apesar dos problemas provocados pelos desastres naturais no Japão e na Tailândia que prejudicaram o abastecimento de peças, a Toyota assegurou a liderança entre as marcas pelo 9º ano consecutivo ao emplacar mais de 180 mil unidades.

Mais de 55 mil unidades atrás da líder veio a Holden, subsidiária da GM no país. Ford, Mazda e Hyundai, todas acima das 87 mil unidades, completaram as cinco primeiras posições. 13ª, a Mercedes-Benz (21,1 mil) garantiu mais um ano na liderança entre as marcas Premium.
Depois de 15 anos de domínio do Holden Commodore, 2º no ano passado, o mercado australiano presenciou a chegada de um novo líder: por apenas 812 unidades (41.429 x 40.617) o Mazda3 garantiu a 1ª posição com um crescimento de 6%, ante uma queda de 12% do campeão em 2010.

A Toyota emplacou a Hilux (36.124) e o Corolla (36.087), ambos separados por apenas 37 unidades, na 3ª e 4ª colocações. Com um crescimento de 19% o Holden Cruze fechou o top 5 com quase 34 mil unidades emplacadas.

Confira a lista das marcas e modelos que se destacaram em 2011:
RANKING DE MARCAS
1. Toyota 181.624
2.Holden 126.095
3. Ford 91.243
4. Mazda 88.333
5. Hyundai 87.008
6. Nissan 67.926
7. Mitsubishi 61.108
8. VW 44.7409
9. Subaru 34.011
10. Honda 30.107
11. Kia 25.128
12. Suzuki 23.778
13. Mercedes 21.180
14. BMW 17.508
15. Audi 14.511
16. Great Wall 8.665
17. Jeep 8.648
18. Isuzu 6.397
19. Lexus 6.347
20. Land Rover 5.832
21. Volvo 5.272
22. Peugeot 5.220
23. Renault 3.622
24. Skoda 3.501
25. Dodge 2.703
26. MINI 2.291
27. Chery 1.822
28. IVECO 1.689
29. SsangYong 1.606
30. Fiat 1.544
31. Proton 1.542
32. Citroën 1.415
33. Porsche 1.343
34. Alfa Romeo 1.091
35. Jaguar 693
36. Chrysler 580
37. Smart 236
38. Maserati 140
39. Ferrari 134
40. Aston Martin 101

RANKING DE VEÍCULOS
1. Mazda3 41.429
2. Holden Commodore 40.617
3. Toyota Hilux 36.124
4. Toyota Corolla 36.087
5. Holden Cruze 33.784
6. Hyundai i30 28.869
7. Nissan Navara 21.675
8. Toyota Camry 19.169
9. Ford Falcon 18.741
10. Mitsubishi Lancer 18.717
11. VW Golf 18.383
12. Mazda2 17.591
13. Mitsubishi Triton 17.188
14. Toyota Yaris 16.214
15. Ford Ranger 15.586
16. Ford Territory 13.866
17. Subaru Forester 13.142
18. Toyota RAV4 13.125
19. Ford Focus 12.863
20. Suzuki Swift 12.388
21. Ford Fiesta 12.286
22. Nissan X-Trail 12.089
23. Holden Colorado 11.824
24. Toyota Kugler 11.692
25. Hyundai Getz 11.499
26. Hyundai ix35 11.487
27. Subaru Impreza 11.064
28. Toyota Prado 10.849
29. Honden Captiva7 10.324
30. Mazda CX-7 9.714

Por Thiago Parísio / Fonte: Car Advice / ES Autoblog / Best Selling Cars

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

CANADÁ, 2011: Conheça os campeões de vendas



Ford F-250 2011


O mercado canadense de veículos novos registrou em 2011 um crescimento de vendas de 2% em relação a 2010. Foram comercializadas no país 1.581.733 novas unidades, fazendo do Canadá o 12º maior mercado do planeta, acima da Coreia do Sul.


A Ford se manteve à frente entre as montadoras. Com 267.788 unidades registradas, 3,3% acima do total de 2010, a norte-americana garantiu uma vantagem superior a 100 mil unidades em relação à 2ª colocada, a Dodge / RAM (167.366). Completando um pódio 100% norte-americano veio a Chevrolet (150.540).



O maior crescimento no top 10 foi registrado pela Kia (+20,9%). Já a Honda, 6ª colocada, foi quem mais perdeu espaço (-12,8%). Na disputa entre as marcas Premium, vitória da Mercedes-Benz (13ª) sobre BMW (14ª) e sobre Audi (17ª) – a Lexus, líder de anos atrás, apareceu apenas em 20º lugar.


A Ford F-Series garantiu mais um ano – este foi o 46º – de liderança geral entre os modelos, desta vez com 96.325 unidades comercializadas. A Dodge Ram, outra picape, assegurou a 2ª colocação graças às 64.297 unidades vendidas.


Novo Honda Civic 2012


Coube ao Honda Civic, 3º com 55.090 unidades, a posição de honra entre os automóveis. O grande destaque, entretanto, foi o Hyundai Elantra. O modelo da marca sul-coreana fechou o ano com 57% de crescimento e chegou a liderar o ranking de carros de passeio na 1ª metade do ano passado.


Hyundai Elantra 2011


Confira a lista das marcas e modelos que se destacaram em 2011:


RANKING DE MARCAS
1. Ford 267.788
2. Dodge / RAM 167.366
3. Chevrolet 150.540
4. Toyota 144.176
5. Hyundai 129.240
6. Honda 107.849
7. Nissan 77.731
8. GMC 72.989
9. Mazda 69.186
10. Kia 65.123
11. VW 52.604
12. Jeep 42.909
13. Mercedes-Benz 31.063
14. BMW 29.773
15. Subaru 26.984
16. Mitsubishi 20.511
17. Audi 16.867
18. Acura 15.272
19. Chrysler 15.055
20. Lexus 13.364
21. Buick 11.652
22. Lincoln 8.162
23. Cadillac 7.577
24. Infiniti 6.936
25. Volvo 6.815
26. Suzuki 5.625
27. Fiat 5.392
28. Mini 5.155
29. Scion 4.720
30. Land Rover 3.228


RANKING DE VEÍCULOS
1. Ford F-Series 96.325
2. Dodge RAM 64.297
3. Honda Civic 55.090
4. Dodge Grand Caravan 53.406
5. GMC Sierra 46.680
6. Hyundai Elantra 44.970
7. Ford Escape 44.248
8. Chevrolet Silverado 40.523
9. Mazda3 37.224
10. Toyota Corolla 36.663
11. Chevrolet Cruze 33.900
12. Dodge Journey 29.021
13. VW Jetta 26.739
14. Ford Focus 25.736
15. Honda CR-V 25.076
16. Hyundai Santa Fe 24.121
17. Chevrolet Equinox 22.468
18. Hyundai Accent 22.280
19. Toyota RAV4 21.550
20. Ford Fusion 18.404
21. Ford Ranger 16.381
22. Hyundai Sonata 16.343
23. Jeep Wrangler 15.636
24. Ford Edge 15.633
25. Kia Sorento 15.105
26. Toyota Matrix 14.895
27. Nissan Versa 14.497
28. Hyundai Tucson 14.309
29. Nissan Rogue 14.191
30. Kia Forte (Cerato) 13.984
31. VW Golf 13.919
32. Toyota Venza 13.159
33. Ford Fiesta 13.064
34. Nissan Sentra 12.880
35. Nissan Altima 12.665
36. Toyota Camry 12.234
37. GMC Terrain 11.817
38. Kia Soul 11.651
39. BMW Série 3 11.226
40. Chevrolet Malibu 10.213
41. Toyota Sienna 10.835
42. Jeep Grand Cherokee 10.283
43. Mercedes Classe C 9.447
44. Ford Explorer 9.406
45. Chevrolet Impala 9.287
46. Honda Odissey 9.060
47. Mazda2 9.020
48. Honda Accord / Crosstour 8.769
49. Subaru Forester 8.673
50. Jeep Patriot 8.421


Por Thiago Parísio / Fontes: Best Selling Cars / Good Car Bad Car




segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

CHINA, 2011: Conheça os campeões de vendas

As vendas de veículos novos no país mais rico da Ásia surpreendentemente caíram 7% em 2011 na comparação com 2010. É o que apontam os dados divulgados pela China Passenger Vehicle Association (CPVA).

De acordo com a associação foram comercializadas no varejo (venda para o consumidor) no ano passado 16,6 milhões de unidades, 7% abaixo do registrado no ano anterior. Se considerarmos as vendas no atacado (fabricantes para concessionárias), no entanto, o total sobe para 18,5 milhões, 2,45% acima de 2010.

O gigantismo do mercado chinês foi impressionante. Dos 100 modelos mais vendidos no país no ano passado, nada menos que 40 registraram números superiores a 100 mil unidades e o 100º colocado ainda assim superou 40 mil unidades. No top 5, todos os modelos ultrapassaram a barreira das 200 mil unidades.

Volkswagen Lavida

Depois de dois anos de liderança do BYD F3, 10º no ano passado, o Buick Excelle assegurou a posição de honra ao assegurar 253.514 novas unidades nas ruas, um crescimento de 14% em relação a 2010. É a 1ª vez que um modelo da marca garante a 1ª posição no mercado chinês.

O VW Lavida, líder até julho, emplacou 247.475 unidades (-2%) e repetiu a mesma 2ª posição do ano anterior. Fechando o pódio veio o Chevrolet Cruze (221.196), com crescimento de 18%. Dois VW – Jetta (218.864) e Bora (205.058) – completaram o top 5.

7º colocado com quase 200 mil unidades, o FAW Xiali N3/N5 garantiu a honra de ser o melhor entre os produzidos por marcas chinesas pela 1ª vez desde 2007. Já o Nissan Sunny (o nosso Versa) fechou o ano com 156.954 unidade e foi o melhor entre os novatos (15º).

Confira a lista dos modelos que se destacaram em 2011:

RANKING DE VEÍCULOS
1. Buick Excelle 253.514
2. VW Lavida 247.475
3. Chevrolet Cruze 221.196
4. VW Jetta 218.864
5. VW Bora 205.058
6. Chevrolet Sail 197.874
7. FAW Xiali N3/N5 196.522
8. Hyundai Elantra Yuedong 190.995
9. Ford Focus 188.961
10. BYD F3 183.832
11. Toyota Corolla 170.467
12. VW Passat 165.858
13. Honda Accord 160.735
14. Honda CR-V 160.003
15. Nissan Sunny 156.954
16. Nissan Teana 156.165
17. Chery QQ 150.769
18. Great Wall Haval H3/H5/H6 143.825
19. Toyota Camry 143.703
20. Great Wall Voleex C30 142.405
21. Hyundai Verna 138.525
22. Buick Excelle XT/GT 134.800
23. VW Tiguan 129.172
24. Kia Forte Furuidi 128.278
25. VW Sagitar 127.555
26. Skoda Octavia 126.450
27. Nissan Bluebird Sylphy 125.427
28. Honda City 123.502
29. VW Polo 122.250
30. Toyota Corolla EX 120.962
31. Citroën C4 120.013
32. Hyundai Elantra 113.368
33. Audi A6L 111.806
34. Nissan Qashqai 111.304
35. Nissan Tiida 110.078
36. VW Santana Vista 108.170
37. Buick LaCrosse 103.366
38. Hyundai ix35 103.023
39. Nissan Livina 101.483
40. Toyota RAV4 100.309
41. VW Golf 99.987
42. Chery Tiggo 99.338
43. Emgrand EC7 96.089
44. VW Santana 95.819
45. Toyota Highlander 94.633
46. Mazda6 91.358
47. VW Magotan 89.839
48. ChangAn Benben Mini 88.599
49. Audi A4L 87.262
50. FAW Besturn B50

Por Thiago Parísio / Fonte: China Automotive Review / Best Selling Cars

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Sinal vermelho no comércio com México e Argentina

Brasil perde na balança comercial de veículos com os dois países

Redação AB, com informações da Agência Estado e Anfavea

Enquanto o governo procurava encontrar o caminho para renegociar o acordo automotivo com o México, que se tornou desfavorável ao Brasil, com o crescimento das importações de veículos, o ministro Fernando Pimentel, do MDIC, tratava de garantir, na sexta-feira, 3, que não existe crise nas relações com a Argentina, apesar do aumento da medida de controle de importações naquele país, que entraram em vigor neste mês. "As exigências que o governo argentino está implantando são vistas pelos empresários brasileiros como um dificultador do comércio entre os dois países. Temos de aguardar a entrada em vigor dessas medidas e ver se terão impacto negativo no comércio ou não", disse.

Os importadores argentinos não só terão de apresentar declaração juramentada à Receita Federal antes de realizar uma compra como também enviar uma nota de pedido, por e-mail, ao secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, indicando todos os detalhes da importação desejada. A Câmara de Importadores da República Argentina (Cira) disse à Agência Estado que as importações só poderão ser realizadas após aprovação da declaração e do e-mail.

BALANÇA COM A ARGENTINA

Dados da Anfavea, colhidos junto à Secex, SPI e MDIC, apontam que em 2011 o País exportou US$ 5,403 bilhões em autoveículos à Argentina e importou US$ 6,142 bilhões, com saldo negativo de US$ 739 milhões. Na área de autopeças o Brasil obteve saldo de US$ 2,266 bilhões, com importações de 1,379 bilhão e exportações de US$ 4,645 bilhões. O País levou vantagem também no comércio de chassis, carrocerias, reboques e máquinas agrícolas e rodoviárias, com saldo de US$ 548 milhões, para exportações de US$ 656 milhões e compras de US$ 108 milhões.

No balanço geral dos três segmentos, o Brasil registrou saldo de US$ 3,075 bilhões na balança comercial de 2011.

Computados os resultados acumulados em doze anos, de 2000 ao final de 2011, o Brasil ficou com saldo negativo de US$ 1,438 bilhão no segmento de autoveículos, saldo positivo de US$ 11,386 bilhões em autopeças e US$ 4,545 para chassis, carrocerias, reboques e máquinas agrícolas e rodoviárias. No total geral, o Brasil teve saldo favorável de US$ 14,493 bilhões no período.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

GM: 87 anos de Brasil

A General Motors e a marca Chevrolet, que a acompanha desde o primeiro dia de atividade no País, em 26 de janeiro de 1925, completaram nesta quinta-feira 87 anos de Brasil. Neste ano a empresa conclui o programa quinquenal de investimentos de R$ 5 bilhões, iniciado em 2008.

“Lançaremos sete veículos novos (até dezembro) ao consumidor brasileiro e isso nos possibilita uma excelente oportunidade de crescimento nas vendas e nos negócios”, destaca a presidente da montadora, Grace Lieblein, que assumiu o cargo em junho de 2011. Ela revela também que a empresa avalia o próximo programa de investimentos para o quinquênio 2013-2017.

O atual programa inclui a expansão das fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, ambas em São Paulo, e Gravataí, no Rio Grande do Sul, além da construção de uma nova fábrica de motores e cabeçotes em Joinville (SC), cujo cronograma prevê o início de suas atividades até o fim de 2012.

O atual programa de investimentos já trouxe o lançamento nos últimos três anos do Agile, da nova picape Montana, do Celta, Prisma e Classic reestilizados, Captiva com novos motores, os importados Malibu, Camaro e Omega Fittipaldi, e, no fim do segundo semestre de 2011, Cruze e Cobalt.

A Chevrolet tem hoje quase 600 pontos de venda no Brasil, que atualmente é o terceiro maior mercado da GM mundial, atrás apenas da China e Estados Unidos.

A montadora fechou 2011 com 24.075 empregados diretos no País, somando os de São Caetano do Sul, São José dos Campos, Gravataí, Mogi das Cruzes (SP, estamparia e subconjuntos), Sorocaba (centro logístico) e Indaiatuba (campo de provas).

Acompanhe a linha do tempo da GM no País:

1925 - Em 26 de janeiro, com capital inicial equivalente a US$ 270 mil, a General Motors se instala no Brasil. Em setembro daquele ano surge o primeiro Chevrolet montado no País, um furgão de entregas;
1927 - Tem início a construção da construção da fábrica de São Caetano do Sul;
1928 - Neste ano a Chevrolet atinge 50 mil unidades no Brasil;
1930 - Começa a produção em São Caetano do Sul;
1942 a 1945 - A GM do Brasil participa, durante a Segunda Guerra Mundial, da produção de veículos e material bélico. São feitos mais de 2 mil veículos a gasogênio para uso civil. Em 1943 é iniciada a fabricação de molas semielípticas;
1956 - O Grupo Executivo da Indústria Automobilística (Geia) aprova o plano de nacionalização para a fabricação de caminhões Chevrolet. Têm início as operações da fábrica de motores em São José dos Campos;
1957 - Surge o primeiro caminhão Chevrolet nacional;
1959 - É inaugurada a segunda fábrica da General Motors do Brasil, em São José dos Campos. Na época, produzia somente motores e peças para os caminhões Chevrolet Brasil, picapes e a Chevrolet Amazonas;
1968 - É lançado o Opala, primeiro carro de passeio Chevrolet produzido no Brasil;
1973 - Surge o Chevette, o primeiro carro pequeno da GM no País;
1979 - Começam as vendas de veículos Chevrolet a álcool;
1980 - GM comemora 2 milhões de Chevrolet montados no Brasil;
1982 - Surge o Chevrolet Monza;
1987 – O Chevette atinge 1 milhão de unidades em São José dos Campos;
1989 – O Kadett é apresentado à imprensa;
1990 - Ocorre o lançamento do Monza Classic SE 500 EF com injeção eletrônica de combustível;
1991 - O Opala sai de linha após 23 anos, com quase 1 milhão de unidades produzidas; surge o Chevrolet Omega, com produção local;
1993 - É lançada a primeira geração do Vectra; o Brasil atinge a marca de 5 milhões de Chevrolet; o Chevette sai de linha após 1,6 milhão de unidades produzidas;
1994 - Surge o Corsa Wind 1.0, primeiro popular com injeção eletrônica;
1995 - Estreia a S-10, primeira picape média produzida no Brasil; São Caetano do Sul comemora 3 milhões de veículos; surge o utilitário esportivo Blazer; em 1995 nasce também o Corsa Sedan, produzido até hoje com o nome Classic. É o sedã mais vendido do País;
1996 - A GM anuncia a exportação de 500 mil veículos ao longo das duas últimas décadas; surge a segunda geração do Vectra. É inaugurado centro de distribuição de peças de Sorocaba (SP);
1997 - É oficializada a construção da fábrica de Mogi das Cruzes (SP); a GM assina contrato para instalação da fábrica de Gravataí (RS); surge a picape Silverado; São José dos Campos comemora 4 milhões de veículos produzidos;
1998 - Fim de linha para o Omega nacional; o último Kadett também deixa a linha de montagem em São Caetano do Sul; o novo Astra hatch é apresentado no Uruguai; a montadora apresenta o utilitário esportivo Grand Blazer, feito na Argentina;
1999 - A General Motors e o governo gaúcho concluem acordo sobre a fábrica de Gravataí; é inaugurado o complexo industrial e comercial de Mogi das Cruzes (SP);
2000 - É lançado o Celta, primeiro carro montado em Gravataí;
2001 - Alcançada a marca de 1 milhão de unidades exportadas; é lançado o monovolume Zafira, até hoje em produção;
2002 - Chega o novo Corsa, nas configurações hatch e sedã;
2003 - Ano de estreia da picape Montana;
2006 - Chega o Prisma, também produzido na fábrica de Gravataí;
2007 – O presidente mundial da GM, Rick Wagoner, anuncia o investimento de US$ 500 milhões, no Brasil e Argentina, para o projeto Viva e para a ampliação e duplicação do centro tecnológico e também a implantação de novas pistas e laboratórios no campo de provas de Indaiatuba;
2008 - É anunciada a implantação de uma fábrica de motores em Joinville, Santa Catarina; Gravataí produz o milionésimo Chevrolet; é lançado o Captiva, importado do México;
2009 - A diretoria da GM anuncia um programa de investimento de R$ 2 bilhões para o desenvolvimento e lançamento de dois novos veículos (Projeto Ônix) a serem produzidos até 2012 em Gravataí; chega o Agile;
2010 – Surgem os importados Malibu, Camaro e a reestilização da picape Montana;
2011- São lançados os sedãs Cruze e Cobalt.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

SEDÃS MÉDIOS, 2011: Conheça os campeões por estados e regiões

Sedãs Médiso - Estados e Região

Todos os posts publicados pelo CARPLACE relacionados ao segmento dos sedãs médios, o mais competitivo do mercado atualmente, costumam gerar muitos comentários. Atentos, nós decidimos aprofundar a análise dos emplacamentos realizados em 2011.

Que o Toyota Corolla foi disparado o grande campeão da categoria todos já sabem – as vendas superaram o total comercializado pelos dois concorrentes mais próximos. Mas vocês sabem quais foram os destaques por estados e por regiões? É a esta pergunta que iremos responder agora.

É importante ressaltar que, por facilidade de consolidação dos dados, analisamos apenas os resultados de modelos que registraram pelo menos 5 mil unidades. Desta forma ficaram de fora veículos como o BMW Série 3, o Hyundai Elantra e o Audi A4.

REGIÕES

O Corolla venceu em todas as regiões, mas a disputa das demais posições foi bastante heterogênea. O vice-líder Honda Civic, que foi o 2º melhor no Sudeste e no Sul, perdeu o lugar para o Kia Cerato nas outras três.

Honda Civic LXL 2011

A única exceção na repetição dos modelos entre os três primeiros foi o Nordeste, onde o Civic ficou atrás do Fiat Linea (3º) e do Nissan Sentra (4º). O modelo da marca italiana, aliás, garantiu a 4ª posição no Norte.

ESTADOS

A liderança do Toyota Corolla foi inconteste: o modelo venceu em 25 estados e no Distrito Federal. A única derrota foi em Roraima, onde o campeão de vendas foi o Renault Fluence.

Na disputa pela vice-liderança, vencida pelo Honda Civic, o Kia Cerato conquistou a preferência dos consumidores de 16 estados e do DF, contra 7 estados do modelo da marca japonesa. O diferencial para a vantagem final do Civic, de 2.274 unidades, foi o resultado em São Paulo: enquanto o japonês emplacou no estado 10.620 unidades e garantiu a 2º posição, o sul-coreano foi apenas o 6º colocado, com 3.554 unidades.

Kia Cerato Sedan 2010

4º colocado, o VW Jetta conquistou seus melhores resultados em São Paulo e na Paraíba, onde foi 3º. O Fiat Linea, 5º colocado no ano, foi o 2º em Minas Gerais e em Roraima e 3º em outros 3 estados (BA, PI, e AP).

Mesmo descontinuado em 2011, o Chevrolet Vectra fechou na 6ª posição e ainda garantiu a 4ª posição em São Paulo, no Paraná e no Rio Grande do Sul. Já o Nissan Sentra, 7º geral, assegurou a 3ª posição em Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe e no Acre.

Lançado oficialmente em março do ano passado, o Renault Fluence acabou o ano em 8º, mas além da liderança em Roraima já citada acima também foi 3º no Paraná e 4º do Distrito Federal. Já o Cruze (9º) apareceu apenas no último trimestre do ano, mas assegurou a 5ª colocação em São Paulo.

Renault Fluence

Mesmo numa discreta 10ª posição o Ford Focus Sedan também teve um momento de brilho comercial, sendo o 2º mais vendido no Rio Grande do Sul e o 4º na Bahia.

Ford Focus Sedan 2011

Conheça agora a distribuição completa de emplacamentos ao longo do ano passado:

Por Thiago Parísio / Fonte: Fenabrave

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Matrizes recebem lucros de US$ 5,6 bi das montadoras no Brasil em 2011

Pedro Kutney, AB
Da coluna Observatório automotivo

A julgar pelos lucros que receberam, as matrizes de diversas montadoras não tiveram do que reclamar de suas subsidiárias brasileiras em 2011. Os dados estão fresquinhos, foram divulgados pelo Banco Central na terça-feira, 24 de janeiro de 2012: a indústria automobilística no Brasil foi o setor que mais remeteu dinheiro ao exterior no ano passado – à frente até de bancos e empresas de telecomunicações, que ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente. Não se trata de números frívolos: foram os próprios fabricantes de veículos que registraram junto ao BC remessas de lucros e dividendos no total de US$ 5,58 bilhões, o maior valor de todos os tempos, equivalente a 19% de todas as operações desse tipo no ano e 36% superior aos US$ 4,1 bilhões de 2010.

Não por acaso, as remessas recordistas de lucros e dividendos das montadoras instaladas no Brasil aumentaram justamente no momento em que as matrizes mais sofrem nos mercados maduros da Europa e América do Norte, e por isso precisam sustentar seus resultados financeiros com o caixa das subsidiárias em países emergentes. O BC não publica a lista de empresas remetentes de dinheiro nem os valores individuais, muito menos as empresas informam qualquer dado sobre o tema, alegando que só divulgam balanços no exterior – mas lá também não se encontram os lucros recebidos de cada subsidiária e assim tudo fica por isso mesmo.

Nada contra o lucro, tudo contra esconder esses números como se tratasse de coisa ilegal. Não é, contudo é no mínimo desconfortável, tendo em vista que as montadoras, em maior ou menor grau, estão alinhadas ao discurso da falta de competitividade brasileira, que torna difícil a vida por aqui, que por isso precisaria ser compensada com generosos incentivos fiscais e financiamento público de investimentos. Os dividendos remetidos mostram que a vida no Brasil pode ser complicada, mas também pode ser altamente lucrativa.

CONCEITO ALOPRADO

É fato que existem problemas de competitividade. Por isso mesmo é surpreendente que, em ambiente tão adverso como pintam as montadoras, as remessas de lucros e dividendos tenham aumentado tanto. Vale destacar que esses resultados foram conseguidos, em sua maioria, com a venda de carros que têm graus de sofisticação e conforto bastante inferiores em comparação com os modelos fabricados nos países de origem das empresas instaladas aqui, porque no País o poder aquisitivo dos consumidores também é menor – ainda que esteja em ascensão. Em tese, são produtos menos rentáveis, que para piorar no Brasil têm uma das maiores cargas tributárias do mundo para competir com a margem de lucro.

Cabe ressaltar, também, que a produção das fábricas brasileiras de veículos avançou muito pouco em 2011, apenas 0,7% sobre 2010 – ou seja, produziu-se quase o mesmo e, ainda assim, foi possível remeter muito mais lucro, US$ 1,5 bilhão a mais do que no exercício anterior.

Portanto, temos no Brasil um caso inusitado, digno de estudos acadêmicos ainda a serem feitos: fabricantes de veículos dizem enfrentar aqui custos altos de toda natureza, fazem produtos considerados de baixa rentabilidade, com alta incidência de impostos, a produção não avança e, ainda assim, remetem lucros bilionários às matrizes.

Além disso, ainda sobra algum para prometer investimentos combinados que já passam de US$ 26 bilhões nos próximos cinco anos, considerando somente os anúncios feitos até dezembro passado. Só lucros generosos – e financiamentos públicos idem – podem justificar a aplicação de tamanha fortuna, para produzir no País novos produtos e aumentar a capacidade de dezoito fábricas de carros e nove de caminhões, além da construção de oito novas plantas de automóveis e seis de veículos comerciais pesados, elevando o número total de unidades de produção das atuais 24 para 38, com capacidade para fazer 6,5 milhões de unidades por ano a partir de 2015.

Por mais aloprado que o conceito pareça, é preciso reconhecer que custo-Brasil e lucro-Brasil são como irmãos siameses, andam grudados, um puxando o outro, mas sempre na mesma direção: para cima, no preço dos carros, relativamente altos em relação ao que oferecem.

O Brasil tem sim problemas de competitividade a enfrentar, mas por certo o lucro não está entre eles. Portanto, não há nenhuma justificativa para aumentá-los por meio das medidas de incentivo ao setor automotivo nacional (ou seria transnacional?), que estão em gestação no governo e podem ser anunciadas em fevereiro. Muito pelo contrário, assim como o País deveria reduzir impostos sobre veículos, as montadoras deveriam dar o bom exemplo de diminuir lucros e incluir mais qualidade tecnológica aos modelos produzidos aqui.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Brasil, resultados de Janeiro de 2012, Chevrolet na ponta e Nissan superou a Toyota


O ano de 2012 começou diferente na disputa entre as montadoras no mercado brasileiro. Com 52.850 unidades emplacadas no 1º mês do ano a Chevrolet garantiu a liderança geral de vendas.
A vantagem da norte-americana em relação à Fiat (51.902), líder de 2010, no entanto, foi de apenas 948 unidades. Mostrando uma briga acirrada entre as primeiras colocadas, a VW garantiu o 3º lugar com 51.058 unidades, 1.792 unidades atrás da líder.
A Ford manteve a 4ª posição, mas a vantagem sobre a Renault caiu de quase 7 mil unidades em dezembro para pouco menos de 5,6 mil unidades. O destaque do mês ficou por conta da Nissan, que emplacou 8,4 mil unidades e garantiu a 6ª posição geral, sua melhor colocação já registrada no mercado nacional.

Toyota, Hyundai, Honda e Citroën completaram as 10 primeiras posições. Já a Chery, 14ª colocada, ultrapassou a JAC (15ª) e garantiu posição de honra entre as marcas de origem chinesa.
Confira os resultados das 20 marcas que mais se destacaram em janeiro:

RANKING GERAL DE MARCAS

1º CHEVROLET 52.850 20,91%
2º FIAT 51.902 20,54%
3º VW 51.058 20,21%
4º FORD 22.204 8,79%
5º RENAULT 16.616 6,58%
6º NISSAN 8.387 3,32%
7º TOYOTA 7.719 3,05%
8º HYUNDAI 7.635 3,02%
9º HONDA 6.067 2,40%
10º CITROEN 5.873 2,32%
11º PEUGEOT 5.324 2,11%
12º MITSUBISHI 3.983 1,58%
13º KIA 2.848 1,13%
14º CHERY 1.658 0,66%
15º JAC 1.465 0,58%
16º HAFEI 1.034 0,41%
17º LAND ROVER 940 0,37%
18º MERCEDES-BENZ 797 0,32%
19º BMW 775 0,31%
20º SUZUKI 531 0,21%

RANKING DE MARCAS (AUTOMÓVEIS)

1º CHEVROLET 46.339 23,62%
2º FIAT 42.392 21,61%
3º VW 42.137 21,48%
4º FORD 17.033 8,68%
5º RENAULT 13.613 6,94%
6º NISSAN 7.274 3,71%
7º CITROEN 4.765 2,43%
8º PEUGEOT 4.479 2,28%
9º HYUNDAI 4.144 2,11%
10º HONDA 3.756 1,91%
11º TOYOTA 3.627 1,85%
12º CHERY 1.468 0,75%
13º JAC 1.465 0,75%
14º KIA 1.437 0,73%
15º BMW 471 0,24%
16º AUDI 340 0,17%
17º MERCEDES-BENZ 273 0,14%
18º MITSUBISHI 240 0,12%
19º LIFAN 231 0,12%
20º MINI 211 0,11%

RANKING DE MARCAS (COMERCIAIS LEVES)

1º FIAT 9.510 16,83%
2º VW 8.921 15,79%
3º CHEVROLET 6.511 11,53%
4º FORD 5.171 9,15%
5º TOYOTA 4.092 7,24%
6º MITSUBISHI 3.743 6,63%
7º HYUNDAI 3.491 6,18%
8º RENAULT 3.003 5,32%
9º HONDA 2.311 4,09%
10º KIA 1.411 2,50%
11º NISSAN 1.113 1,97%
12º CITROEN 1.108 1,96%
13º HAFEI 1.034 1,83%
14º LAND ROVER 940 1,66%
15º PEUGEOT 845 1,50%
16º MERCEDES-BENZ 524 0,93%
17º IVECO 493 0,87%
18º SUZUKI 379 0,67%
19º JEEP 324 0,57%
20º BMW 304 0,54%

Por Thiago Parísio / Fonte: Fenabrave

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

FRANÇA, 2011: Conheça os campeões de vendas

Renault Clio - Europeu

Segundo maior mercado na Europa, a França ainda não foi tão afetada pela crise econômica do Velho Continente. Com 2.204.065 unidades comercializadas em 2011, as vendas de veículos novos registraram uma queda de apenas 2,1% na comparação com 2010.

Com uma vantagem superior a 85 mil unidades sobre a Peugeot (369.761), a Renault garantiu mais um ano à frente da disputa entre as marcas ao emplacar 455.705 unidades. A Citroën completou o pódio com 323.076 unidades. A VW, 4ª colocada, registrou 163.584 unidades e garantiu a posição de honra de campeã entre as estrangeiras, com a Ford fechando o grupo das 5 mais.

Pela 1ª vez desde 2006 a liderança entre os modelos coube ao Renault Clio, responsável por 123.827 novas unidades nas ruas. Esta é a 13ª vez nos últimos 20 anos que o modelo da marca francesa garante a ponta no mercado local.

Peugeot 207 (103.321) e Citroën C3 (79.367), este último com crescimento de 8% na comparação com o ano anterior graças à nova geração, completaram o pódio. Renault Mégane (78.858) e Renault Twingo (68.236) completaram o top 5.

Destaques para o VW Polo (8º), o 1º não-francês do top 10 e com o melhor desempenho de um modelo estrangeiro nos últimos 15 anos, e para o Dacia Duster (10º) com mais de 51 mil unidades vendidas.

Confira a lista das marcas e modelos que se destacaram em 2011:

RANKING DE MARCAS
1. Renault 455.705
2. Peugeot 369.761
3. Citroën 323.076
4. VW 163.584
5. Ford 115.357
6. Opel 94.102
7. Dacia 88.980
8. Nissan 71.767
9. Toyota 67.320
10. Audi 58.970
11. Fiat 57.326
12. BMW 46.305
13. Mercedes 43.545
14. SEAT 33.268
15. Kia 27.961
16. Chevrolet 23.708
17. MINI 21.702
18. Skoda 21.185
19. Hyundai 20.204
20. Suzuki 19.233
21. Alfa Romeo 16.232
22. Volvo 15.192
23. Honda 8.793
24. Smart 6.810
25. Mazda 6.509
26. Mitsubishi 4.386
27. Land Rover 4.317
28. Lancia 4.000
29. Lexus 2.872
30. Porsche 2.734
31. Jeep 2.637
32. Jaguar 1.001
33. Subaru 831
34. SsangYong 559
35. Infiniti 445
36. Lada 405
37. Bollore 399
38. Saab 377
39. Ferrari 305
40. MIA 249
41. Daihatsu 217
42. Aston Martin 187
43. Chrysler 184
44. Lotus 158
45. Dodge 147
46. Caterham 130
47. Morgan 121
48. Th!nk 110
49. Maserati 107
50. PGO 73
51. Bentley 71
52. Cadillac 37
53. SECMA 31
54. Lamborghini 25
55. Hummer 22
56. Rolls Royce 22
57. Westfield 21
58. LTC 15
59. Alpina 13
60. McLaren 12
61. Tesla 9
62. GTF 5
63. KTM 3
64. Wiesmann 3
65. Maybach 2
66. Artega 1

RANKING DE VEÍCULOS
1. Renault Clio 123.827
2. Peugeot 207 103.321
3. Citroën C3 79.364
4. Renault Mégane 78.858
5. Renault Twingo 68.236
6. Renault Scénic 66.362
7. Peugeot 308 62.279
8. VW Polo 53.586
9. Peugeot 3008 53.302
10. Dacia Duster 51.613
11. Citroën C4 Picasso 46.982
12. Citroën C4 46.390
13. Ford Fiesta 45.025
14. Peugeot 206+ 44.183
15. VW Golf 43.975
16. Opel Corsa 38.680
17. Citroën DS3 33.015
18. Citroën C3 Picasso 31.141
19. Nissan Qashqai 29.703
20. Peugeot 508 28.513
21. Peugeot 5008 27.899
22. Dacia Sandero 27.325
23. Renault Modus 27.035
24. Citroën C5 26.019
25. Renault Clio Campus 25.075
26. Renault Laguna 23.798
27. Ford C-Max 23.279
28. Citroën C1 22.947
29. Toyota Yaris 21.493
30. SEAT Ibiza 21.184
31. Nissan Juke 20.356
32. Fiat 500 18.704
33. Peugeot 107 17.956
34. Ford Focus 17.566
35. VW Passat 17.561
36. Renault Kangoo 17.304
37. VW Touran 17.293
38. Opel Meriva 16.881
39. Fiat Panda 16.818
40. Opel Astra 15.270
41. VW Tiguan 14.810
42. Fiat Punto 13.874
43. Mini 13.812
44. Citroën Berlingo 13.567
45. Audi A1 13.372
46. Peugeot Partner 13.061
47. Audi A4 12.092
48. Nissan Micra 11.692
49. Audi A3 11.210
50. Mercedes Classe C 10.950

Por Thiago Parísio / Fonte: ES Autoblog / Best Selling Cars

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Governo libera 18 montadoras de aumento no IPI

O governo divulgou nesta terça-feira a lista das montadoras que ficarão livres do aumento de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) até o final do ano.
A formalização ocorreu após o prazo de 45 dias, prorrogado por igual período, para que as empresas comprovassem conteúdo mínimo regional de 65% nos veículos.


A portaria publicada no "Diário Oficial da União" traz 18 nomes. As fabricantes, segundo análise do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), atendem os requisitos da nova alíquota do imposto anunciada no ano passado.

A medida vale para veículos com conteúdo nacional mínimo de 65% e para aqueles produzidos nos países que têm acordos comerciais com o Brasil, como o México e os membros do Mercosul. Ou seja, mesmo marcas com fábrica no país, como Ford e GM, terão de pagar alíquota maior para os veículos importados de outros países que não alcançarem o índice.

A produção dessas empresas cumpre ainda, na avaliação do governo, as regras de investimento de 0,5% do faturamento líquido em pesquisa e desenvolvimento, além de cumprir pelo menos seis de 11 etapas de produção dentro do Brasil.

Com o aumento do IPI, as marcas não enquadradas nos critérios de exceção passam a ter alíquota de até 55%. Antes, o imposto variava entre 7% e 25%.
Segundo a portaria, entretanto, as companhias habilitadas estão sujeitas à verificação do cumprimento dos requisitos.

A mudança do imposto foi publicada pelo governo em 15 de setembro, com efeito imediato. Porém, depois de 45 dias, o STF (Supremo Tribunal Federal) julgou o prazo inconstitucional e garantiu prazo de 90 dias para adaptação das montadoras.

A nova alíquota para os carros importados passou a valer em 16 de dezembro, mas como a maior parte das montadoras tinha estoques, os preços mais altos aos consumidores foram postergados para o início deste ano.


Modelo da JAC em concessionária de São Paulo; marcas chinesas serão uma das mais afetadas pela alta do IPI

VEJA AS MONTADORAS BENEFICIADAS

Agrale
Hyundai
Fiat
Ford
GM
Honda
Iveco
MAN
Mitsubishi
Mercedes-Benz
Nissan
Peugeot
Citroën
RenaultScania
Toyota
Volkswagen
Volvo
International Indústria Automotiva da América do Sul

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

REINO UNIDO, 2011: Conheça os campeões de vendas

Novo Fiesta Europeu

O Reino Unido registrou em 2011 seu pior desempenho na vendas de veículos novos desde 1995. Foram comercializadas no ano passado 1.941.253 unidades, 4,4% abaixo do total de 2010. É a 2ª vez nos últimos três anos que foram vendidas menos de 2 milhões de unidades.

O Ford Fiesta assegurou a liderança entre os modelos pelo 3º ano consecutivo, mas as 96.112 unidades representaram uma queda de 7% de um ano para o outro. Esta é a 1ª vez nos últimos 50 anos que nenhum modelo consegue ultrapassar a marca de 100 mil unidades vendidas no mercado britânico.

Vauxhall Corsa 2011

Completando a dobradinha da Ford o Focus garantiu o 2º lugar, com 81.832 unidades. Vauxhall Corsa (77.751), VW Golf (63.368) e Vauxhall Astra (62.575) completaram as cinco primeiras posições. Destaque para o BMW Série 3 (42.471) em 8º lugar.

Como não poderia deixar de ser a Ford também assegurou a ponta entre as montadoras e, com 265.894 unidades vendidas, abriu vantagem superior a 30 mil unidades sobre a vice-líder Vauxhall (234.710). A VW, com 179.290, completou o pódio.

Confira a lista das marcas e modelos que se destacaram em 2011:

RANKING DE MARCAS
1. Ford 265.894
2. Vauxhall 234.710
3. VW 179.290
4. BMW 116.642
5. Audi 113.797
6. Nissan 96.269
7. Peugeot 94.989
8. Mercedes 81.873
9. Toyota 73.589
10. Citroën 68.464
11. Renault 68.449
12. Hyundai 62.900
13. Kia 53.615
14. Honda 50.577
15. MINI 50.138
16. Skoda 45.061
17. Fiat 41.612
18. Land Rover 37.637
19. SEAT 36.089
20. Volvo 32.657
RANKING DE VEÍCULOS
1. Ford Fiesta 96.112
2. Ford Focus 81.832
3. Vauxhall Corsa 77.751
4. VW Golf 63.368
5. Vauxhall Astra 62.575
6. Vauxhall Insignia 46.324
7. VW Polo 45.992
8. BMW Série 3 42.471
9. Nissan Qashqai 39.406
10. MINI Hatch/Clubman/Cabrio 35.845

Por Thiago Parísio / Fontes: ES Autoblog / Best Selling Cars