sexta-feira, 20 de abril de 2012

Justiça: pagamento de corretagem na compra de imóvel é abusivo

Uma decisão da 24ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determina que as cobranças de taxas de Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária (Sati) e o pagamento da comissão do corretor - ambas cobradas de imóveis adquiridos na planta - são abusivas. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira pela Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA), a Justiça determinou que uma imobiliária devolva os valores pagos por um mutuário. A decisão é de primeira instância e cabe recurso.De acordo com a decisão, a imobiliária deve devolver R$ 13.569,50 e R$ 6.500, respectivamente da Sati e da taxa de corretagem de forma dobrada e acrescida de correção monetária, juros e pagamento por danos materiais, o que totaliza R$ 40.139.

Segundo a associação, de janeiro a março de 2012 foram registradas 477 queixas referente à cobrança da Sati e da corretagem, contra 302 reclamações em 2011.

Em comparação ao primeiro trimestre do ano passado, o número de reclamações deste ano teve o aumento de 57%.Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA, afirma que, a partir do não cumprimento do prazo estabelecido para entrega do imóvel, o dono do bem já pode pleitear na Justiça o pagamento de multa de 2% e mais juros de mora de 1% por mês de atraso.

"Na maioria das vezes, a incorporadora se vale do direito do prazo de tolerância de 180 dias para postergar a entrega das chaves, mas na verdade, isso só se justifica em casos de força maior, como enchentes e terremoto."

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Mulher destrói carro do ex após troca de status no Facebook

Um ataque de ciúmes fez com que Claire Holley, de 31 anos, tivesse que enfrentar a corte britânica no último dia 11. Em janeiro deste ano, a britânica se irritou ao ver que o ex-namorado, Davy Jones, havia mudado o seu status de relacionamento do Facebook para "solteiro". Ela, então, pegou o Ford Focus do rapaz e saiu desenfreada com ele, batendo na loja Hollywood Bool, em Horwich, próximo de Bolton, no Reino Unido, e destruindo tanto o veículo como o estabelecimento, onde o rapaz trabalhava.

Mulher entrou com o carro na loja onde o namorado trabalhava (Foto: Reprodução/Daily Mail)Mulher entrou com o carro na loja onde o namorado trabalhava (Foto: Reprodução/Daily Mail)

O incidente causou prejuízo de £14 mil, cerca de R$ 42 mil, de acordo com estimativa feita pelos policiais que foram chamados ao local. Clientes e empregados do Hollywood Bool ficaram assustados e entraram em contato com as autoridades poucos minutos depois do ocorrido.

O carro bateu exatamente no local onde o ex-namorado trabalhava: um balcão de serviço de atendimento ao cliente. Algumas horas antes do crime, ele havia terminado o relacionamento com Holley, que ficou furiosa.

A mulher admitiu a culpa e revelou ter ingerido meia garrafa de vinho e algumas doses de vodka antes de dirigir. O promotor responsável pelo caso, Geoff Whelan, explicou que ela deixou o ex-namorado no trabalho um pouco antes do incidente e implorou para que ele não terminasse o namoro. No entanto, quando chegou em casa, leu a atualização do status do rapaz e perdeu o controle. “Ela escreveu no Facebook que estava com o coração partido”, resumiu Whelan.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Veja absurdos de quem cai na malha fina do Imposto de Renda

Na tentativa de reduzir o imposto a pagar ou aumentar o valor restituído pela Receita Federal, muitos contribuintes inventam despesas, filhos e tentam incluir como gastos médicos no Imposto de Renda idas a salões de beleza e estadia em spas.

Uma das duas principais razões para retenção de declarações, as despesas médicas são as que costumam reunir as malandragens mais bizarras --a outra razão é a divergência de informações sobre rendimentos.

No ano passado, a malha fina do IR reteve declarações de contribuintes que tentaram deduzir despesas com clínicas e médicos veterinários e até com salões de beleza. As explicações são tão esdrúxulas quanto as tentativas de enganar o Leão: a contribuinte que tratava os cães como filhos queria tê-los como dependentes. Neste ano, por exemplo, a dedução por dependente é de até R$ 1.889,64.

O auditor Luiz Monteiro, da Receita Federal, diz que também é comum encontrar contribuintes que tentam declarar doação feita ao Fundo da Criança e do Adolescente, sem que o dinheiro tenha sido repassado.

Ele afirma que os absurdos têm diminuído, assim como o número de declarações retidas, porque é possível acompanhar a situação da declaração pelo site da Receita. Com isso, o contribuinte pode checar se as informações que repassou foram colocadas sob suspeita.

A omissão ou declaração incorreta dos rendimentos ocupa o topo da lista de razões para a malha fina. Quem tem mais de um emprego não deve esquecer de informar todos os rendimentos, ainda que parte dessa grana não tenha o desconto do IR direto na fonte. O mesmo vale para os rendimentos dos dependentes.

O prazo para entregar a declaração do IR 2012 termina no dia 30 deste mês. Neste ano, estão obrigados a prestar contas os contribuintes que tiveram, em 2011, rendimentos tributáveis acima de R$ 23.499,15 ou rendimentos isentos de mais de R$ 40 mil.

VALE TUDO NA TENTATIVA DE DRIBLAR O LEÃO

Na tentativa de pagar menos Imposto de Renda ou aumentar as deduções, tem contribuinte que declara até gastos com salão de beleza como dedução

Veja alguns dos casos mais absurdos recebidos pela Receita Federal no ano passado

1 - Como um filho

Uma contribuinte tentou deduzir cerca de R$ 1.000 mil despesas médicas

Quando a Receita cruzou as informações, descobriu que os gastos eram com clínicas veterinárias

Indignada, a contribuinte argumentou que tratava os cachorros como filhos, logo, eles eram seus dependentes

2 - Amado mestre

Um professor escolheu cinco alunos da lista de chamada e os declarou como filhos

Chamado a se explicar, ele não tinha a guarda das crianças

Nem tinha proximidade com os alunos

3 - Beleza interior

A Receita colocou na malha fina uma contribuinte que tentou deduzir despesas em um salão de beleza

Ela defendeu que se tratavam de despesas médicas

Afinal, as idas ao cabelereiro e à manicure serviam para tratar a auto-estima da contribuinte

4- Prova viva

Um idoso caiu na malha fina porque declarou despesas médicas sem recibo

Ele alegou que pagou a cirurgia à vista e não tinha nem cheque ou outro comprovante do procedimento

Como prova, ele tentou provar a cirurgia com a cicatriz que trazia no peito

Casos comuns de deduções informadas indevidamente por idosos

Eles tentam declaram esses gastos como despesas médicas. Esse tipo de internação e "equipamento" não é válido para dedução

Casa de repouso

Óculos de grau

Aparelhos de surdez

Dentaduras*

*é possível deduzir somente no ano em que a dentadura foi feita e com a apresentação da nota fiscal

Em anos anteriores:

- Um autônomo declarou despesa com motel no livro-caixa e tentou deduzi-la do IR. A Receita não aceita

- Um contribuinte tentou deduzir despesa médica própria em clínica ginecológica. O Leão negou

EM 2011

Das 25 milhões de declarações, 11 milhões tiveram restituições

Desse total, 565 mil caíram na malha

MUITAS RETIFICAÇÕES

O contribuinte pode acompanhar, no site da Receita, a situação de sua declaração

Quando os dados caem na malha, é possível enviar declarações retificadoras e corrigir erros de informação

A Receita bloqueia a correção por internet depois da terceira ou quarta retificação

A medida pretende inibir o contribuinte que está "testando" a malha fina

Em geral, a tentativa busca saber qual o volume de despesas médicas não atrai atenção da fiscalização

RISCOS

Passar informações erradas à Receita, propositalmente, pode resultar em multa

Se ficar comprovado que o contribuinte agiu de má-fé, a multa do Leão é de 75% sobre o valor devido

Quando o contribuinte tem restituição, a multa é descontada desse valor

E quando há imposto a pagar, a multa é somada a ele

ACOMPANHANDO

O acesso à situação da declaração do IR 2012 já está liberada

O contribuinte que já enviou a declaração, pode acompanhar a situação

A consulta está disponível no site da Receita (www.receita.fazenda.gov.br)

No site, acesso o item "Extrato da DIRPF"

Para ver o extrato, além do CPF, será preciso informar um código de acesso e uma senha que serão criados no site

ATENÇÃO

Não perca o prazo! A declaração do IR 2012 deve ser entregue até o dia 30 de abril

São obrigados a declarar os contribuintes que receberam mais de R$ 23.499,15 em 2011

E também quem teve rendimentos isentos acima de R$ 40 mil ou tinha bens de mais de R$ 300 mil

Fonte: Receita Federal

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Novo cartão promete até 200 prestações; analistas sugerem cuidado

Uma nova empresa de cartão de crédito chega ao mercado nos próximos dias prometendo parcelamentos em até 200 vezes, ou mais de 16 anos. A expectativa da Shopcards é conquistar 2 milhões de clientes em um ano.

Mas não há garantia de que essas prestações realmente chegarão a 200. Quem vai definir isso serão os lojistas. Ainda não há nenhuma empresa operando efetivamente com o cartão.

Além do parcelamento de longo prazo, a empresa diz que vai oferecer condições diferenciadas tanto para os consumidores como para os lojistas.

A ideia é substituir os tradicionais carnês das lojas de móveis e eletrodomésticos e oferecer o cartão nos locais em que essa modalidade de pagamento geralmente não está disponível, como consultórios médicos.

Segundo o vice-presidente da Shopcards, Marcello Gimenez, assim como já acontece com os cartões tradicionais, em alguns casos os consumidores poderão parcelar as compras sem pagar juros.

Quando os parcelamentos forem mais longos, ainda assim as taxas serão inferiores àquelas encontradas em outras modalidades de crédito de longo prazo, segundo a empresa. “Ficarão entre 2,5% e 3%”, estima Gimenez.

Atualmente, a taxa média cobrada pelos bancos nas linhas de empréstimo pessoal, por exemplo, é de 3,81% ao mês, ou 56,63% ao ano, segundo a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

Taxa do rotativo será mais baixa que a média, diz empresa

De acordo com Gimenez, quem não conseguir pagar integralmente no prazo e tiver de entrar no crédito rotativo também pagará taxas inferiores às cobradas atualmente. Em fevereiro, a taxa média do rotativo estava em 10,69% ao mês, ou 238,3% ao ano, segundo a Anefac.

Caberá ao lojista decidir a quantidade de parcelas que será oferecida ao consumidor, assim como os juros cobrados. A promessa da Shopcards, porém, é que as taxas serão sempre menores que as médias encontradas hoje no mercado.

Tanto os juros mais baixos como o parcelamento de longo prazo serão condições impostas em contrato aos lojistas, segundo a empresa. Mas ela não revelou quais os juros mínimos e qual o prazo mínimo que as lojas terão de oferecer por contrato.

Os consumidores também não precisarão pagar anuidade. Para os lojistas, uma das vantagens será que eles não vão precisar pagar pelo aluguel da maquininha em que passam os cartões na hora da compra.

Gimenez afirma que o objetivo da Shopcards é popularizar o consumo. "O consumidor deixa de comprar mais por causa do seu limite de crédito", afirma. Especialistas, porém, recomendam cautela aos consumidores no uso do parcelamento de longo prazo.

Cartão será oferecido em shopping de decoração
Uma das primeiras parcerias firmadas pela Shopcards foi com o Shopping D&D, em São Paulo, especializado em decoração. Uma incorporadora de imóveis também está entre as parcerias já feitas pela empresa.

Gimenez acredita que o parcelamento de longo prazo poderá ser interessante, entre outras situações, para a compra de viagens, móveis e artigos de decoração.

Ele cita o exemplo de quem compra um imóvel na planta e, com as chaves nas mãos, ainda precisa arrumar dinheiro para móveis, eletrodomésticos e objetos de decoração.

"Com o cartão será possível, na hora da compra do imóvel, já fechar também a compra da decoração em 200 vezes, por exemplo", diz.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Veja 4 dicas essenciais para sobreviver no novo emprego

Quando o profissional começa em um novo emprego ele vive um misto de sensações. Expectativas, insegurança, motivação e medo - esses são apenas alguns dos sentimentos que permeiam os primeiros dias na nova empresa.

Pensando nisso, Pablo Aversa, especialista em carreiras e sócio fundador da consultoria Alliance Coaching, descreve quatro grandes passos que o profissional deve adotar como um guia de sobrevivência no novo trabalho. Confira:

Passo 1: Aprenda a arte de ser uma esponja

Existe uma arte de ser genuíno sobre o que não se sabe sem parecer um incompetente. Como se faz isso? Agindo como os mais sábios CEOs e executivos quando aparecem para trabalhar no primeiro dia, ou seja, anunciando com firmeza que ?ser uma esponja? é a prioridade número um.

E não estamos aqui falando de fazer uma grande encenação e sair fazendo perguntas sobre tudo. Naturalmente, espera-se que você tenha certo nível de competência e compreensão sobre a sua função. Portanto, em vez de ficar indiscriminadamente concordando com a cabeça quando não tem a mínima ideia do que estão falando, seja uma esponja. Apenas se assegure de escutar e aprender.

Passo 2: Planeje como impactar

Enquanto for uma esponja a coisa mais importante que precisa determinar - além das questões básicas sobre o seu trabalho, o que esperam de você e como desempenhar a sua função - é como causar um impacto real.

Assim, a melhor forma de fazer isso é estabelecer uma meta e planejar alcançar algo razoavelmente visível e impactante.

Por exemplo, na minha primeira iniciativa em vendas, estabeleci uma meta de fora de estoque 0% nos pontos de venda. Bem, verdade seja dita, acabei fracassando. Alcançamos 2,5%, mas, veja só, a chefia gostou da maneira com que agressivamente defini a meta para o time. E isso acabou ajudando a manter meu chefe imunizado em relação ao que se denomina remorso de comprador.

Passo 3: Desça do seu pedestal

As grandes expectativas dos primeiros dias de trabalho não vêm do seu chefe ou de outras pessoas da companhia. Elas costumam vir de você mesmo. E o problema surge quando se coloca uma pressão desnecessária sobre você, o que lhe dá maiores chances de se dar mal, cometer erros de julgamento e coisas do gênero.

Além disso, a maioria dos trabalhos já é desafiadora o suficiente sem essa carga adicional de pressão irracional que vem de dentro de sua cabeça. Quando você estabelece expectativas irracionais para si mesmo, isso não fica apenas na sua mente. Ela acaba transparecendo nos seus compromissos com os demais. Portanto, saia do pedestal.
A realidade já é suficientemente desafiadora.

Passo 4: Encare o seu medo, não a sua ansiedade

A maior parte das pessoas acha que medo e ansiedade são a mesma coisa. Medo é uma resposta emocional em relação a uma ameaça real ou percebida. Ansiedade é uma apreensão sobre algo que você está antecipando ou mesmo sobre algo desconhecido.

Se você está com medo ou preocupado porque não conta com as habilidades ou a capacidade para fazer o trabalho, isso é real e é algo com o qual você precisa lidar. Encare o fato, confronte-o, determine se é real ou não, e aí bole um plano para resolver a questão.

Mas, se você está ficando estressado antes do tempo, antecipando todo tipo de "e se" que ainda não aconteceu e que pode nunca acontecer, você está apenas construindo uma realidade paralela em sua cabeça e fazendo as coisas ficarem piores para si mesmo. Não faça isso. Não se estresse com o desconhecido.

sexta-feira, 30 de março de 2012

SEDÃS PEQUENOS, resultados de fevereiro: Voyage começa a ameaçar liderança do Corsa Sedan

Voyage Comfortline 2012

Em janeiro a diferença entre o Chevrolet Corsa Sedan e o VW Voyage havia sido superior a 3,2 mil unidades. Fevereiro, por sua vez, mostrou um panorama bem mais acirrado entre os sedãs pequenos.

Enquanto o líder da marca norte-americana caiu 22,6% em relação a 2011 e fechou o mês com 7.226 unidades emplacadas o modelo da alemã avançou quase 16% e chegou às 6.639 unidades. O resultado foi uma diferença de apenas 587 unidades, a menor já registrada entre os dois concorrentes.

Chevrolet Classic 2011

Prestes a receber uma nova geração, o Fiat Siena amargou uma queda de quase 60% nos últimos 12 meses e registrou 4.084 unidades, mas ainda garantiu presença no pódio.

O Ford Fiesta Sedan, 5º, já começa a ameaçar a 4ª posição do Prisma – a diferença foi de apenas 110 unidades a favor do Chevrolet (2.867 x 2.757). Com queda de quase 22,5% o Renault Logan se manteve na “lanterna” da categoria, com 2.156 unidades.

Novo Fiesta Sedan 2011

Confira os resultados finais de fevereiro:

SEDÃS PEQUENOS

RANKING GERAL
1. Chevrolet Corsa Sedan – 7.226
2. VW Voyage 6.639
3. Fiat Siena – 4.084
4. Chevrolet Prisma – 2.867
5. Ford Fiesta Sedan – 2.757
6. Renault Logan – 2.313

SUBIRAM (2012/2011) ↑
• VW Voyage +15,62%
• Ford Fiesta Sedan +2,34%

DESCERAM (2012/2011) ↓
• Fiat Siena -59,81%
• Chevrolet Corsa Sedan -22,58%
• Renault Logan -22,49%
• Chevrolet Prisma -20,80%

Por Thiago Parísio / Fonte: Fenabrave

quarta-feira, 28 de março de 2012

PICAPES PEQUENAS, resultados de fevereiro: Strada volta a abrir vantagem e Hoggar continua em seu “calvário”

Num mês em que todos os modelos registraram queda nas vendas em relação ao mesmo período de 2011 a Fiat Strada minimizou os prejuízos. Se em janeiro a vantagem da líder entre as picapes pequenas sobre a rival VW Saveiro foi inferior a 1,6 mil unidades, em fevereiro a diferença subiu para mais de 4 mil unidades (8.617 x 4.612).

O pódio foi completado por uma Chevrolet Montana que emplacou 2.485 unidades e recuou quase 27% de um ano para o outro. A veterana Ford Courier, que perdeu pouco mais de 15%, manteve a 4ª posição graças às 499 unidades.

Nova Saveiro Cross 2010

Como tem se tornado comum no segmento, ninguém tem registrado perdas maiores do que a Peugeot Hoggar. No mês passado foram emplacadas apenas 210 unidades em todo o país, 55,3% a menos do que há um ano. A “lanterna”, como habitual, coube à chinesa Hafei Mini (80).

Confira os resultados finais dos principais modelos em fevereiro:

PICAPES PEQUENAS

RANKING GERAL
1. Fiat Strada – 8.617
2. VW Saveiro – 4.612
3. Chevrolet Montana – 2.485
4. Ford Courier – 499
5. Peugeot Hoggar – 210
6. Hafei Mini – 80

SUBIRAM ↑ (2012/2011)
• Nenhuma

DESCERAM ↓ (2012/2011)
• Peugeot Hoggar -55,32%
• Chevrolet Montana -26,89%
• Hafei Mini -21,57%
• VW Saveiro -16,63%
• Ford Courier -15,14%
• Fiat Strada -14,23%

Por Thiago Parísio / Fonte: Fenabrave


segunda-feira, 26 de março de 2012

PICAPES MÉDIAS / GRANDES, resultados de fevereiro: Hilux mantém dianteira e L200 ultrapassa S10

Mitsubishi L200 Triton 2011

A principal novidade entre as picapes médias e grandes em fevereiro foi a posição da Mitsubishi L200: com 1.409 unidades emplacadas, 8 a mais do que a Chevrolet S10, o modelo japonês assegurou a vice-liderança do segmento.

A liderança, assim como em janeiro, coube à Toyota Hilux e suas 2.264 unidades. Mesmo prestes a receber uma nova geração no Brasil, a Ford Ranger avançou quase 10% e fechou o mês em 4º lugar, com 1.198 unidades.

Nova Toyota Hilux 2012

O maior crescimento ficou com a VW Amarok, que registrou um avanço de 34,4% graças às 786 unidades emplacadas, suficientes para garanti-la no top 5, logo à frente da Nissan Frontier (772).

Confira os resultados finais dos principais modelos em fevereiro:

PICAPES MÉDIAS / GRANDES

RANKING GERAL
1. Toyota Hilux – 2.264
2. Mitsubishi L200 – 1.409
3. Chevrolet S10 – 1.401
4. Ford Ranger – 1.198
5. VW Amarok – 786
6. Nissan Frontier – 772
7. Hafei Ruiyi – 302
8. Ford F250 – 27
9. Mahindra – 10
10. Effa Plutus – 8
11. Dodge Ram – 4
12. Agrale Marruá – 3

SUBIRAM ↑ (2012/2011)
• VW Amarok +34,36%
• Ford Ranger +9,81%
• Nissan Frontier +2,80%
• Toyota Hilux +2,12%

DESCERAM ↓ (2012/2011)
• Ford F250 -82,91%
• Mahinda -60,00%
• Chevrolet S10 -46,26%
• Hafei Ruiyi -40,55%
• Mitsubishi L200 -17,46%

Observações: A Effa Plutus não era comercializada em fevereiro de 2011. A Dodge Ram, por sua vez, não teve nenhuma unidade comercializada naquele período. Já a Agrale Marruá emplacou as mesmas 3 unidades no ano passado, não existindo variação percentual.

Por Thiago Parísio / Fonte: Fenabrave


sábado, 24 de março de 2012

Consumo excessivo de carne vermelha pode diminuir seu tempo de vida.

Que a carne vermelha não é o mais saudável dos alimentos, todo mundo já sabe.
Afinal, basta olhar os índices de problemas cardiovasculares em pessoas cuja dieta se resume basicamente a churrasco e derivados para perceber isso. No entanto, você sabe o quão prejudicial esse tipo de alimento pode ser ao seu organismo?

Uma pesquisa realizada pela Harvard School of Public Health comprovou aquilo que muita gente já imaginava. Segundo o estudo, o consumo regular desse tipo de alimento aumenta consideravelmente as chances de uma pessoa desenvolver problemas cardíacos e até mesmo câncer.

Para isso, foram analisadas mais de 120.000 pessoas ao longo de 28 anos, e o resultado é impressionante: se você ingerir doses diárias de carne processada — como salsicha e bacon, por exemplo —, o índice de mortalidade aumenta em 20%. Já com a carne vermelha propriamente dita — churrasco, bife e derivados —, o índice é de apenas 13%. Os cientistas não conseguiram explicar o porquê da diferença.

Em entrevista ao jornal britânico, The Guarduan. um dos chefes da pesquisa, o professor Frank Hu, declarou que o estudo comprovou que o consumo excessivo de carne pode realmente levar o indivíduo a ter uma morte prematura. A solução sugerida por ele é substituir o alimento por outra fonte de proteína mais saudável.

Quem se considera carnívoro e não consegue imaginar sua vida sem uma bela peça de picanha não precisa se desesperar. Embora seu tempo de vida esteja diminuindo a cada ida à churrascaria, você pode fugir de problemas futuros ao evitar o excesso de carne vermelha. De acordo com a World Cancer Research Fund, o ideal é que você não ingira mais do que cinco quilos de carne semanalmente.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Hatches Médios - i30 na ponta

O mês de fevereiro trouxe um fato histórico entre os hatches médios.





Pela 1ª vez o Nissan Tiida assegurou presença no pódio da categoria. Foram comercializadas 988 unidades, número quase 17,5% superior ao registrado no mesmo período de 2011.






Quem saiu no prejuízo com o crescimento do Tiida foi o veterano VW Golf, que caiu para a 4ª posição ao emplacar 916 unidades e ver as vendas caírem quase 38% de um ano para o outro.
O Hyundai i30 permaneceu na ponta, mas as 1.557 unidades emplacadas representaram uma redução de quase 55%. Vice-líder, o Ford Focus (1.198) também perdeu espaço, mas em menor escala: -42,4%. O Fiat Bravo, que avançou 4,6% e chegou às 732 unidades, voltou ao top 5.

Em seu 1º mês de comercialização o Peugeot 308 emplacou 207 unidades e garantiu presença no top 10. Embora ainda não lançado oficialmente, o Chevrolet Cruze Hatch apareceu em 16º lugar com 27 unidades emplacadas, possivelmente como distribuição prévia para concessionárias.
Outrora figurando entre os modelos mais vendidos, os sul-coreanos Kia Soul e Hyundai Veloster continuaram à sombra do que foram essencialmente por conta da alta do IPI e registraram apenas 441 unidades e 318 unidades, respectivamente.

Confira os destaques de fevereiro:



HATCHES MÉDIOS



RANKING GERAL





1. Hyundai i30 – 1.557


2. Ford Focus – 1. 198


3. Nissan Tiida – 988


4. VW Golf – 916


5. Fiat Bravo – 732


6. Citroën C4 – 611


7. Kia Soul – 441


8. Peugeot 307 – 353


9. Hyundai Veloster – 318


10. Peugeot 308 – 207


11. BMW Série 1 – 112


12. Audi A3 – 48


13. Chevrolet Astra – 44


14. Chevrolet Vectra Hatch – 41


15. Subaru Impreza – 41


16. Chevrolet Cruze Hatch – 27


17. Volvo C30 – 8


18. VW Beetle – 3



SUBIRAM (2012/2011)





↑• Nissan Tiida +17,48%


• Fiat Bravo +4,57%



DESCERAM (2012/2011)





↓• Chevrolet Astra -97,23%


• VW Beetle -96,05%


• Chevrolet Vectra Hatch -93,29%


• Kia Soul -69,50%


• Volvo C30 -68,00%


• Subaru Impreza -64,66%


• Peugeot 307 -55,32%


• Hyundai i30 -54,59%


• Audi A3 -52,00%


• Ford Focus -42,38%


• VW Golf -37,69%


• Citroën C4 -33,66%


• BMW Série 1 -2,61%



Observação:





Hyundai Veloster e Peugeot 308 não eram comercializados em fevereiro de 2011. Já o Chevrolet Cruze Hatch ainda não foi lançado oficialmente no país, com os emplacamentos de fevereiro possivelmente referentes à prévia distribuição para concessionárias.



Por Thiago Parísio / Fonte: Fenabrave

terça-feira, 20 de março de 2012

Passageiro sem paciência pode fazer o sinal do seu celular desaparecer!

Um morador da Filadélfia, nos Estados Unidos, parece não gostar de ficar ouvindo as pessoas falando ao telefone durante as viagens que faz diariamente de ônibus até o trabalho. Na verdade, Eric ficou tão impaciente quanto a isso, que resolveu dar um fim às conversas dentro da linha #44 SEPTA.

O homem adquiriu um aparelho chamado de “Jammer”, uma espécie de bloqueador que faz com que o sinal dos celulares simplesmente desapareça e que, de quebra, é capaz de interromper qualquer conversa por meio do telefone móvel.

Segundo ada NBC-10, Eric tem vários motivos para fazer isso, como o fato de que estes bate-papos dentro do ônibus incomodariam não só a ele, como também todos os outros passageiros.

Além disso, ele considera uma falta de educação alguém ficar o tempo todo falando ao telefone durante a viagem, enquanto há várias pessoas a sua volta.

O que o homem não sabia, entretanto, é que este tipo de ação é ilegal e pode lhe render uma bela multa de até 100 mil dólares, além de um período de “férias” na prisão. Dessa forma, após ter conhecimento disso graças a realização da matéria pela NBC, Eric afirmou que deve aposentar o seu aparelho de cancelamento de ligações e que os seus dias de justiceiro dentro do ônibus acabaram.

Cruze LZT - Consumo na Cidade

O Chevrolet Cruze é um carro que recebe muito bem o motorista em relação aos itens de conforto e ergonomia. Ao avaliar o modelo em condições normais de uso, ou seja, utilizando na cidade como qualquer pessoa, muitos atributos positivos foram observados. Confira as impressões ao dirigir o Cruze LTZ no trânsito urbano.

Como falamos anteriormente, o Cruze LTZ oferece ajustes manuais de altura do banco do motorista e de altura e profundidade da coluna de direção, o que permite encontrar a posição ideal para dirigir com facilidade. Retrovisores ajustados, cinto afivelado, hora de dar a partida no carro pressionando o botão. O ronco do motor 1.8 16V Ecotec difere bastante do 2.0 FlexPower da linha Vectra.

Ao rodar com o Cruze por ruas legitimamente brasileiras, a suspensão trabalha razoavelmente bem, mas ao passar em buracos, as rodas de 17 polegadas e os pneus de perfil mais baixo transmitem as imperfeições aos ocupantes. Comparando com a suspensão do Novo Civic que avaliamos anteriormente, podemos dizer que é mais firme e mesmo assim, ligeiramente mais confortável. A sensação é de um carro na mão, fato que fica ainda mais nítido com a precisão da direção elétrica. Podemos classificar o perfil de condução que o Cruze mais para esportivo, oferecendo sempre boa estabilidade e controle do carro.

O novo câmbio de automático de 6 marchas tem pontos positivos e negativos. Ao acelerar, as trocas são feitas de forma quase que imperceptíveis. O escalonamento das marchas é bom e permite ao motor trabalhar bem. No entanto, em situações de retomada de velocidade, onde se pisa forte no acelerador, o câmbio fica indeciso se reduz uma ou duas marchas. Na prática, esse vacilo é um pouco incômodo, pois o câmbio reduz um pouco, depois reduz mais e o motor acaba gritando. Já na situação de aceleração forte continua, o câmbio entende o recado e trabalha bem.

Este câmbio ainda possui sensor de inclinação. Com ele, o câmbio é capaz de identificar que o carro está numa descida, e caso o motorista não esteja acelerando, ele “segura” o carro com o freio-motor. Em outros carros automáticos, ao entrar numa grande ladeira, o câmbio mantém o ritmo forte obrigando o motorista a freiar com mais intensidade ou reduzir o câmbio manualmente (mudando para posição 3, 2 ou 1 na maioria dos modelos). Quem não está acostumado com esta comodidade, pode estranhar. Ainda sobre a utilização do câmbio automático na cidade, ao reduzir a velocidade para parar em um semáforo, o câmbio dá um pequeno tranco na redução da segunda para primeira, o que é estranho para um câmbio tão moderno.

Consumo do Cruze LTZ na cidade

Durante a avaliação do Cruze, rodamos com o carro abastecido tanto com etanol como com gasolina. Na cidade, cerca de 90% do tempo foi utilizado o ar condicionado e o carro levava duas pessoas. Quando abastecido somente com etanol, o consumo médio oscilou de 6,2 a 6,6 km/litro rodando grande parte do tempo com trânsito pesado. Com gasolina, a melhor média de consumo na cidade com o ar ligado 100% foi de 7,6 km/litro.

Considerações do Cruze na cidade

Em resumo, o Cruze é um carro que agrada bastante ao motorista que gosta de um carro firme, mais voltado para estilo esportivo de condução. O conjunto é moderno e desenvolve bem em altas velocidades (vamos falar isso adiante), mas peca no consumo em trecho urbano. Mesmo assim, está muito à frente do seu antecessor Vectra.

Fonte: Carplace

domingo, 18 de março de 2012

Vendas globais da Hyundai crescem quase 30% em Fevereiro de 2012

A Hyundai Motors registrou um expressivo crescimento nas vendas globais em fevereiro. Com 360.979 novos veículos registrados a marca sul-coreana avançou 28,3% na comparação com as 281.284 unidades de fevereiro de 2011.

Deste total, 307.332 unidades foram comercializadas fora da Coreia do Sul, país-sede da montadora. Isto representou nada menos que 85,1% de tudo o que a Hyundai vendeu no mês passado e ainda uma evolução de 32,5% sobre as 231.879 unidades do ano anterior.

Já na Coreia as vendas também cresceram, mas num ritmo mais moderado. Foram 53.647 unidades, 8,6% a mais do que em fevereiro passado (49.405).

sexta-feira, 16 de março de 2012

A informação como investimento inicial em sua empresa

Você, então, resolveu dar um novo rumo à sua vida. Deixará para trás o holerite e a dedicação integral a uma rotina sem prazer, sob as ordens de uma chefia que, a seu ver, nem sempre está envolvida com o melhor desempenho da empresa.

Ou seja, você quer ir além do salário e se livrar da dependência funcional para ter a oportunidade de mostrar para o mundo (e para o mercado) que está preparado para gerenciar seu próprio destino, sustentado em produtos e serviços que sejam reconhecidos e adequadamente recompensados.

Bem-vindo ao mundo dos empreendedores. Você busca a liberdade que será apoiada no seu próprio talento e criatividade. E está disposto a superar todas as barreiras para que sua empresa possa carregar seu DNA.

Ao se preparar para a jornada, descobre que não se ajusta, ainda, ao perfil clássico de um empresário: faltam-lhe capital inicial e um lugar para se instalar e, principalmente, está inseguro sobre quais produtos ou serviços desenvolver.

Bem-vindo, novamente, só que desta vez ao mundo dos empreendedores que usarão a informação como investimento inicial em sua empresa. Um empreendedor – você só descobrirá na prática de superar obstáculos – aprende a enxergar o que seus concorrentes nem sequer ainda imaginaram.

E, quando tiver a visão e a colocar em andamento, estará apto a concretizar no presente os diferenciais de preço e/ou de qualidade que os atuais clientes de seus concorrentes vão exigir, com certeza, no futuro próximo.

Porque lá se foram os tempos em que você podia jogar todo o seu talento numa mercadoria ou no desenvolvimento de um serviço e depois empurrar goela abaixo dos consumidores. A maioria dos manuais de criação de empresas ainda reflete essa época, em que uma organização se transformava numa máquina de empurrar mercadorias ou impor serviços aos seus clientes.

Por isso, era necessário capital para investir nas instalações, na contratação e treinamento de pessoal e uma reserva adicional para as etapas iniciais até que o negócio gerasse frutos, devidamente impostos ao mercado.

Empreendedor moderno combina inventividade e expertise

Apesar de os velhos manuais e dos hábitos arraigados ainda influenciarem o comportamento de muitos empreendedores, essa época acabou. Ao empreendedor moderno, se exige determinação para combinar inventividade e expertise para antecipar as tendências que satisfarão os nichos de consumidores aos quais se dedicará.Ou seja, antecipar e construir no presente as exigências de um futuro nem tão distante assim.

Foi assim que surgiram nas garagens ou alojamentos das universidades as grandes corporações que ainda sobrevivem, a exemplo da Microsoft, Dell, Apple e Google. Que nos inspiram a apresentar para você a informação como capital inicial do seu empreendimento.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Procon-SP suspende por três dias os sites Americanas.com, Submarino e Shoptime

O Procon-SP determinou a suspensão das atividades por 72 horas, a partir de quinta-feira (15), dos sites Americanas.com, Submarino e Shoptime – as três páginas são de responsabilidade da B2W Companhia Global do Varejo. Além de ficar proibida de comercializar produtos durante três dias nesses sites, a empresa deverá pagar a multa de R$ 1.744.320. A decisão foi publicada nesta quarta (14) no "Diário Oficial do Estado".

A suspensão foi motivada, principalmente, por reclamações referentes ao ano de 2011 sobre entregas de produtos e também defeitos nos itens adquiridos. “Isso é um descaso, desrespeito ao consumidor. Fizemos várias tentativas chamando a empresa para o diálogo no Procon, mas o problema não foi resolvido”, explicou em nota Paulo Arthur Góes, diretor-executivo da fundação.Em 2010, continua a nota, o Procon-SP registrou 2.224 atendimentos sobre problemas com os sites da B2W. Em 2011, esse número aumentou em 180%, com o registro de 6.233 atendimentos.

Segundo a fundação, a empresa já havia recorrido da decisão em 1º grau para a suspensão dos sites, publicada em 10 de novembro de 2011 no "Diário Oficial". A decisão, no entanto, foi mantida, conforme divulgado nesta quarta-feira.

A Justiça determinou ainda que, na página inicial dos sites bloqueados, seja exibida a seguinte mensagem: “O Grupo B2W, em virtude de decisão proferida pela Fundação PROCON – SP, em processo administrativo de n° 2573/2010, está com as atividades de e-commerce suspensas em todo o Estado de São Paulo, por 72 (setenta e duas) horas, a partir de 15 de março de 2012

Hatches Pequenos/Compactos

Mesmo registrando uma queda de quase 20% no número de emplacamentos na comparação com o mesmo período do ano anterior o VW Fox / Crossfox fechou o mês de fevereiro com 10.561 unidades e avançou frente ao total de janeiro.
O Ford Fiesta assegurou o 2º lugar com 8.280 unidades registradas e um crescimento superior a 18%. 3º, o Renault Sandero também avançou (+16,5%) e terminou o mês com 6.024 unidades.

O Chevrolet Agile parece ter perdido um pouco de fôlego e viu as vendas, de 4.803 unidades, recuarem quase 25% de um ano para o outro. Completando o top 5 veio o Fiat Punto (2.478), com 7,5% de avanço.
Modelos que chegaram a ser anunciados como concorrentes quando lançados no 2º semestre do ano passado, o Fiat 500 e o Kia Picanto vivem momentos absolutamente distintos. Enquanto o pequeno da marca italiana assegurou quase 1,5 mil unidades e cresceu acima de 2.000%, o compacto da sul-coreana, com menos de 300 unidades emplacadas, foi quem mais perdeu espaço: -69%.

Confira os resultados de fevereiro:

HATCHES PEQUENOS / COMPACTOS

RANKING GERAL

1. VW Fox / Crossfox – 10.561
2. Ford Fiesta – 8.280
3. Renault Sandero – 6.024
4. Chevrolet Agile – 4.803
5. Fiat Punto – 2.478
6. Chevrolet Corsa – 2.363
7. Citroën C3 – 2.194
8. Fiat 500 – 1.468
9. JAC J3 – 769
10. VW Polo – 643
11. Kia Picanto – 270
12. Mini Cooper – 172
13. Audi A1 – 131
14. Chery Cielo Hatch – 54
15. Smart Fortwo – 34
16. Citroën DS3 – 31

SUBIRAM (2012/2011)

↑• Fiat 500 +2.618,52%
• Ford Fiesta +18,39%
• Renault Sandero +16,50%
• Fiat Punto +7,46%

DESCERAM (2012/2011) ↓

• Kia Picanto -69,00%
• Chery Cielo Hatch -55,37%
• Smart Fortwo -33,33%
• Chevrolet Corsa -25,65%
• Citroën C3 -25,04%
• Chevrolet Agile -24,21%
• VW Fox / Crossfox -19,72%
• Mini Cooper -14,43%
• VW Polo -7,75%

Observação:

Audi A1, Citroën DS3 e JAC J3 não eram comercializados em fevereiro de 2011.

Por Thiago Parísio / Fonte: Fenabrave

segunda-feira, 12 de março de 2012

Ideia ou ideias? Oportunidade ou oportunidades?

Normalmente, ao falar de empreendedorismo, focaliza-se a ideia de negócio, se seria uma real oportunidade para criar um diferencial e um empreendimento que entregue valor para competir, sobreviver e crescer. E, de pronto, a gente se pega falando de plano de negócio.
Daí para frente, a discussão é pouca e o empreendedor se vê meio órfão. Parece que nos esquecemos de falar que, desde o início do empreendimento, ele ou os sócios vão ser, eternamente, rastreadores de ideias e buscadores de oportunidades, tendo que lançar mão de vários recursos e meios para isso.
Pois a empresa precisa evoluir, apresentar produtos ou serviços novos, ou, no mínimo, aperfeiçoados, dado que se não oferecer algo a mais para os clientes, os concorrentes poderão atraí-los!
Como fazer isso e gerir tudo ao mesmo tempo? Necessariamente o empreendedor não pode perder a sensibilidade do mercado. Mesmo que tenha quem contate os clientes, é saudável ter um canal de comunicação aberto, fazer visitas, telefonar, dialogar quando estão no seu estabelecimento.
Sempre obtenha a avaliação deles sobre o atendimento que estão recebendo. Peça sugestões. Acompanhe os problemas e reclamações. Não se esconda ou se defenda, examine-os com isenção para buscar a solução.
Fique de olho nos concorrentes, veja o que estão fazendo e oferecendo. Mais do que isso, leia, procure informações sobre o seu setor de negócio e até mesmo outros, para ter inspiração. Saiba que a mãe da criatividade são os problemas, mas que seu combustível é a informação.

Rose Mary Lopes é professora e coordenadora do núcleo de empreendedorismo da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing)

sexta-feira, 9 de março de 2012

Análise: aliança de GM e PSA começa a cumprir 'profecia dos seis grupos'


O anúncio da aliança entre a General Motors e o grupo PSA Peugeot Citroën, na semana passada, é mais um sinal de que a indústria automotiva corre contra o tempo para se adaptar a um ambiente econômico e geopolítico em transformação.

De uma discreta participação acionária de 7% da GM na Peugeot, e de corriqueiras estratégias conjuntas para economizar US$ 2 bilhões anualmente em custos diversos, o chefão da PSA, Phillipe Varin, já fala em compartilhar linhas de montagem (Peugeot usa Opel, Opel usa Peugeot), enquanto um jornal alemão aponta até a plataforma que seria aproveitada para novos modelos médios da aliança -- a do Insignia, premiado sedã da Opel.

Fica comprovado o tino de Sergio Marchionne, chefão de outra aliança, a de Fiat e Chrysler, que vem repetindo acreditar numa indústria automotiva com até seis grandes grupos industriais, sem "players" menores -- estes seriam gradualmente absorvidos pelos maiores, ou simplesmente fechariam as portas.

Cada um desses megagrupos terá várias marcas, boa parte delas competidoras entre si. No entanto, cada vez mais os carros serão variações sobre plataformas compartilhadas. No Brasil, o caso mais conspícuo é o da própria PSA, que mantém Citroën e Peugeot como rivais, e de Hyundai e Kia, que brigam até na publicidade. Seus produtos, no entanto, usam os mesmos motores, transmissões e demais partes. Mudam as cascas e o status, a depender da imagem da marca.

As alianças GM-PSA e Fiat-Chrysler e o vaticínio de Marchionne dão musculatura a especulações sobre quais seriam os seis grandes grupos automotivos do futuro. Hoje, as empresas candidatas a nave-mãe, por ordem de vendas em 2011, são General Motors, Volkswagen, Renault-Nissan, Toyota, Hyundai-Kia e Ford.

Todas as demais, inclusive a própria Fiat-Chrysler (sétimo lugar no ranking de 2011), acabariam -- de um modo ou outro -- recorrendo a estas para sobreviver. A lista tem nomes fortes como Honda, Suzuki, Mitsubishi, Peugeot, Citroën... A ver.

TEMPO DE MUDAR
A reformulação da indústria automotiva parece inevitável quando alguns dos chamados "mercados maduros", de países desenvolvidos, parecem ter passado ao próximo estágio -- o apodrecimento. É o que se vê na Europa.

Ao mesmo tempo, os chamados países emergentes consomem cada vez mais carros. A China é o maior mercado do mundo, e o Brasil, o quarto, à frente da poderosa Alemanha, sede de várias fabricantes de peso.

A questão energética é global, assim como o da poluição. Nesse cenário tenso e de frágil equilíbrio entre as várias peças dispostas no tabuleiro automotivo (grandes corporações, governos, investidores, marcas, distribuidores, consumidores etc.), jogadas que antes poderiam parecer impensáveis (ou impossíveis) são encetadas.

Por exemplo, aquela que levou uma tradicional fabricante de carros, talvez a mais "ianque delas", acostumada a vender "barcas" a um consumidor fanático por beberrões motores V8, oferecer-se toda a uma italiana especlalista em carros pequenos, econômicos e com histórico de fracasso nos EUA. Foi assim com Chrysler e Fiat.

Outro lance ousado foi confiar o desenvolvimento de produto globais a equipes estrangeiras à matriz, e depois iniciar a produção deles em mercados robustos, mas fora do eixo EUA-Europa. Aconteceu com a nova geração da Chevrolet S10, projetada por brasileiros e lançada na Tailândia, e com o novo Ford EcoSport, outro projeto brasileiro, este apresentado em janeiro passado na Índia.

O objetivo último, evidentemente, é adequar-se à nova realidade dos mercados para cortar custos e, na ponta da operação, aumentar a lucratividade. Além de quem ganha, é preciso ver quem vai perder nesse processo. A boa notícia é que pode não ser o Brasil.

Autolatina e DaimlerChrysler: fracassos históricos


Juergen Schrempp (Daimler) e Robert Eaton (Chrysler) anunciam a união das empresas, em 1998

Sem querer agourar as atuais, não se deve esquecer que a história da indústria automotiva assistiu a várias alianças que não deram certo. No Brasil, as operações conjuntas de Volkswagen e Ford sob o nome Autolatina, iniciadas em 1987 e encerradas em 1996, foram um desastre completo. A joint-venture em nível local, que buscava proteger as duas fabricantes do avanço de Fiat e General Motors, não agradou às matrizes -- que continuaram concorrentes e aparentemente, perceberam que a Autolatina era mais ou menos o mesmo que tentar unificar Corinthians e Palmeiras para enfrentar o São Paulo.

Com investimentos escassos, a Autolatina deixou como herança nos ferro-velhos modelos compartilhados absolutamente medíocres, como Volkswagen Apollo e Ford Verona, e uma Ford em crise e hoje com menos de metade da participação no mercado que possuía em 1987. Fora que, neste século, a Fiat é a líder inconteste no Brasil.

Em âmbito internacional, outra aliança que deu errado foi a entre Chrysler e Daimler, controladora da Mercedes-Benz. Como narra o jornalista Paul Ingrassia no livro "Crash Course" (Random House, 2010), logo após um começo festivo e otimista em 1998, começaram os estranhamentos, primeiro pelos motivos mais absurdos. Executivos americanos e alemães passaram horas discutindo um novo padrão para os cartões de visita da DaimlerChrysler (os europeus eram maiores que os dos EUA); depois, executivos da Daimler protestaram ao ver que a logomarca da nova empresa estava em guardanapos e copos descartáveis, destinados a irem para o lixo após o uso. Já os americanos logo se encheram das viagens aéreas bate-e-volta entre Detroit e Stuttgart para comparecer a reuniões no QG da DaimlerChrysler.

PREJUÍZO FINAL
Os desentendimentos evoluíram para questões mais importantes. Os executivos americanos, por exemplo, ganhavam muito mais que os alemães. Estes não entendiam porque seus colegas dos EUA davam tantas satisfações a Wall Street, com relatórios financeiros públicos trimestrais (não obrigatórios na Alemanha).

Quando a Chrysler começou a perder dinheiro, o bigodudo Dieter Zetsche foi enviado a Detroit para, numa intervenção branca determinada pela Daimler (que sempre foi a verdadeira dona do negócio), pôr ordem na casa ianque. O lançamento do sedã 300C em 2004 injetou ânimo na companhia, mas bastou o preço da gasolina voltar a subir para que suas vendas caíssem. Ao final daquele mesmo ano, 41% dos carros vendidos nos EUA eram de origem estrangeira (especialmente asiáticos).

Em 2007, a Daimler vendeu 80% da Chrysler para uma firma de investidores com o simpático nome de Cerberus, por módicos US$ 7,4 bilhões -- em 1998, havia entrado com US$ 36 bilhões para controlar a parceira. Três anos depois, sem Zetsche (hoje chefão da Daimler) e com Sergio Marchionne, sem a Daimler e com a Fiat, a Chrysler segue à procura de um rumo.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Como juntar R$ 1 milhão com R$ 360 por mês

Aiana Freitas
Do UOL, em São Paulo

Juntar R$ 1 milhão. O que para muitos é um sonho distante pode se tornar um plano efetivo para quem tiver disciplina, algum capital para investir e desejo por risco. Com pouco mais de meio salário mínimo por mês, é possível atingir a quantia aplicando o dinheiro em ações de grandes empresas pelo período de 40 anos.

Essa conta é feita considerando que é preciso reajustar os depósitos mensais pela inflação. A cada mês, é deve-se aumentar um pouco o montante a ser investido de acordo com a inflação do mês anterior. Dessa forma, ao final do período, o investidor terá o equivalente ao que hoje representa R$ 1 milhão (atualizado conforme o custo de vida até daqui a 40 anos).

A pedido do UOL, o especialista em finanças pessoais Marcos Silvestre, autor dos livros "12 meses para enriquecer: o plano da virada" e "Investimentos à prova de crise" elaborou planos de investimento para quem quer alcançar essa meta. Os cálculos mostram que um jovem de 20 anos pode atingir o valor aos 60 anos aplicando R$ 360 por mês numa carteira de ações.

Mesmo quem não tem coragem de se arriscar no mercado de ações, porém, pode realizar o sonho do milhão. Para isso, claro, será necessário um investimento mais alto. A meta pode ser alcançada aplicando-se, por exemplo, R$ 1.243 por mês em títulos públicos do governo por meio do Tesouro Direto, ou R$ 1.624 por mês na caderneta de poupança.

Quanto mais tarde se fizer planejamento, maior o esforço

Quanto mais tarde se fizer esse planejamento, no entanto, mais o esforço mensal precisará ser aumentado. Quem começar a fazer aplicações na poupança aos 30 anos só conseguirá atingir a meta do milhão aos 60 aplicando uma quantia mensal de R$ 2.309. Para quem começar a pensar no assunto aos 50, será necessário depositar R$ 7.847 na caderneta por mês.

"A marca do R$ 1 milhão é um desafio simbólico porque esta é uma soma que a maior parte das pessoas jamais possuirá como reserva financeira", diz Marcos Silvestre.

Seus cálculos mostram, porém, que se a ideia for fazer uma espécie de aposentadoria, aí a meta deverá ser mais ambiciosa. Se, ao atingir R$ 1 milhão em investimentos aos 60 anos, a pessoa decidir viver somente da renda deixando o valor aplicado no Tesouro Direto, obterá um valor mensal de R$ 2.000.

"É um valor claramente insuficiente para garantir um padrão de classe média confortável na condição de aposentado", diz Silvestre. Segundo seus cálculos, apenas uma reserva financeira líquida entre R$ 2 milhões e R$ 4 milhões poderia garantir uma renda "confortável".

'Liquidez da poupança é risco para aposentado', diz economista

Ainda pensando na aposentadoria, Silvestre considera que é melhor investir em planos de previdência do que em aplicações com grande liquidez, como a poupança (que permite o saque dos valores a qualquer tempo).

"A liquidez que a poupança, o Tesouro Direto e até das ações apresentam é um perigo para o aposentado, que pode passar a ser assediado por filhos, netos e amigos mal intencionados. Melhor que isso talvez seja trocar esta reserva pela garantia do recebimento mensal de um bom plano de previdência. Se for escolhida uma instituição sólida, os riscos serão pequenos perto das potenciais tentativas de 'extorsão' dos 'entes queridos'", afirma ele, que diz que há 20 anos lida com situações do tipo.

Para fazer os cálculos, o economista considerou uma rentabilidade líquida real, descontados impostos, taxas e a inflação, de 0,10% para a caderneta de poupança. Essa rentabilidade é semelhante, segundo ele, àquela obtida em um plano de previdência conservador (cuja carteira contém menos de 10% dos investimentos em ações).

Para aplicações no Tesouro Direto, foi considerada uma rentabilidade líquida real de 0,20% ao mês (também registrada por planos de previdência privada de risco moderado, com algo entre 10% e 20% de ações na carteira) e, para as ações, uma rentabilidade de 0,60% ao mês. Nesse caso, ele considerou uma previsão para ações de empresas de primeira linha, ou de planos de previdência de maior risco (até 49% de ações na carteira).

QUANTO INVESTIR POR MÊS DOS 20 ANOS ATÉ OS 60 ANOS

TIPO DE APLICAÇÃO PARA ACUMULAR
R$ 500 MIL
PARA ACUMULAR
R$ 1 MILHÃO
PARA ACUMULAR
R$ 2 MILHÕES
POUPANÇA R$ 812 R$ 1.624 R$ 3.248
TESOURO DIRETO R$ 621 R$ 1.243 R$ 2.486
AÇÕES R$ 180 R$ 360 R$ 720
  • Considerando-se rentabilidade líquida real mensal (descontados impostos, taxas e inflação) de 0,10% para a poupança, 0,20% para o Tesouro Direto e 0,60% para as ações

QUANTO INVESTIR POR MÊS DOS 30 ANOS ATÉ OS 60 ANOS

TIPO DE APLICAÇÃO PARA ACUMULAR
R$ 500 MIL
PARA ACUMULAR
R$ 1 MILHÃO
PARA ACUMULAR
R$ 2 MILHÕES
POUPANÇA R$ 1.155 R$ 2.309 R$ 4.618
TESOURO DIRETO R$ 950 R$ 1.899 R$ 3.799
AÇÕES R$ 394 R$ 788 R$ 1.576
  • Considerando-se rentabilidade líquida real mensal (descontados impostos, taxas e inflação) de 0,10% para a poupança, 0,20% para o Tesouro Direto e 0,60% para as ações

QUANTO INVESTIR POR MÊS DOS 40 ANOS ATÉ OS 60 ANOS

TIPO DE APLICAÇÃO PARA ACUMULAR
R$ 500 MIL
PARA ACUMULAR
R$ 1 MILHÃO
PARA ACUMULAR
R$ 2 MILHÕES
POUPANÇA R$ 1.844 R$ 3.689 R$ 7.377
TESOURO DIRETO R$ 1.625 R$ 3.250 R$ 6.501
AÇÕES R$ 937 R$ 1.873 R$ 3.747
  • Considerando-se rentabilidade líquida real mensal (descontados impostos, taxas e inflação) de 0,10% para a poupança, 0,20% para o Tesouro Direto e 0,60% para as ações

QUANTO INVESTIR POR MÊS DOS 50 ANOS ATÉ OS 60 ANOS

TIPO DE APLICAÇÃO PARA ACUMULAR
R$ 500 MIL
PARA ACUMULAR
R$ 1 MILHÃO
PARA ACUMULAR
R$ 2 MILHÕES
POUPANÇA R$ 3.924 R$ 7.847 R$ 15.695
TESOURO DIRETO R$ 3.691 R$ 7.382 R$ 14.763
AÇÕES R$ 2.857 R$ 5.714 R$ 11.428
  • Considerando-se rentabilidade líquida real mensal (descontados impostos, taxas e inflação) de 0,10% para a poupança, 0,20% para o Tesouro Direto e 0,60% para as ações

domingo, 4 de março de 2012

Veículos - Mais vendidos em Fevereiro de 2012

1/3/2012 - Uno ameaça, mas não supera o campeão.


A situação do Gol é tão estável que mesmo num mês fraco, como fevereiro, ele perde a liderança. O carro da Volkswagen vendeu no mês passado 18.597 unidades, apenas 255 a mais do que o Uno, mas foi o suficiente para mantê-lo na eterna liderança. E não há nenhum indicativo de que ele possa perder a posição.

Uma possível ameaça fica limitada ao Uno, que vendeu 18.342 unidades em fevereiro, porque nenhum outro carro tem poder de fogo para sonhar com a liderança do mercado.

Depois de Gol e Uno, que venderam na faixa dos 18 mil carros em fevereiro, o volume mensal de vendas cai para a faixa dos dez mil. Palio, em terceiro, vendeu 11.555; Fox, em quatro, 10.561.

Em seguida surgem mais dois carros na faixa dos oito mil (Celta e Strada), depois o Classic (Corsa velho), com sete mil e encerrando o ranking dos dez mais vêm o Voyage, o Fiesta hatch e o Sandero, todos na faixa de seis mil unidades (veja lista).

Veja o ranking dos 100 carros mais vendidos no Brasil em fevereiro

RANKING POR MODELO FEV 2012

Ord. Descrição Qtd.
1 Gol 18.597
2 Uno 18.342
3 Palio 11.555
4 Fox 10.561
5 Celta 8.657
6 Strada 8.616
7 Classic 7.198
8 Voyage 6.639
9 Fiesta hatch 6.190
10 Sandero 6.025
11 Agile 4.803
12 Saveiro 4.612
13 Siena 4.085
14 Ka 3.703
15 Corolla 3.678
16 Cobalt 3.661
17 Civic 2.962
18 Prisma 2.867
19 Cruze 2.854
20 FIESTA sedã 2.757
21 March 2.664
22 Montana 2.485
23 Punto 2.478
24 Corsa hatch 2.363
25 Logan 2.313
26 Toyota Hilux 2.265
27 Ecosport 2.257
28 Jetta 2.245
29 Citroen C3 2.195
30 New Fiesta hatch 2.090
31 Clio hatch 2.069
32 Fit 2.033
33 207 2.008
34 Duster 1.983
35 Spacefox 1.901
36 Kombi 1.709
37 Idea 1.643
38 Palio Weekend 1.612
39 I30 1.557
40 500 1.468
41 Mitsubishi L200 1.410
42 Tucson 1.410
43 S10 1.401
44 Versa 1.202
45 Focus hatch 1.198
46 Ranger 1.198
47 Cr-V 1.131
48 Megane Grandtour 1.131
49 City 1.123
50 Doblo 1.104
51 Fiorino 1.096
52 Fluence 1.086
53 Mitsubishi Pajero 1.057
54 Ducato 1.033
55 Meriva 1.032
56 Tiida 988
57 Freemont 940
58 Golf 916
59 Sentra 879
60 Chery Qq 871
61 Livina 809
62 New Fiesta Sedã 798
63 Polo Sedã 795
64 Amarok 786
65 207 Sedã 775
66 Frontier 772
67 JAC J3 769
68 Bravo 732
69 Linea 705
70 Mitsubishi ASX 695
71 Captiva 686
72 Focus Sedã 658
73 Polo hatch 643
74 Citroen C3 Aircross 631
75 K2500 626
76 Hyundai HR 613
77 Citroën C4 611
78 Sportage 585
79 Kangoo 538
80 Iveco Daily 508
81 Symbol 501
82 Courier 499
83 JAC J3 Turin 497
84 Ix35 493
85 408 490
86 Master 485
87 Citroen C3 Picasso 473
88 Toyota Hilux Sw4 460
89 307 451
90 Chery Face 445
91 Soul 441
92 Santa Fe 433
93 Sorento 423
94 Zafira 419
95 Sonata 403
96 Transit 399
97 Land Rover Evoque 394
98 Citroen C4 Pallas 379
99 Cerato 353
100 Elantra 351
Renavam