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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Uma história - Último capítulo



Ana, sua filha mais velha, agora com 58 anos, continua casada, mora em São Paulo, SP, tem três filhas, todas solteiras, ainda não deram bisnetos para Lívio.


Áurea, agora com 56 anos, está casada, mora na capital do Estado, tem uma filha, solteira, 18 anos, muito novinha para dar bisnetos a Lívio, está na Universidade Federal, cursa Direito.


Carlos, 54 anos, casado, mora na capital do Estado, tem dois filhos, solteiros, formados no ensino superior, já trabalham, cuidam de si, mas moram com os pais.


Adria, 52 anos, está viúva, mora na capital do Estado, tem um casal de filhos, a filha está casada, o filho está solteiro, a filha ainda não deu um bisneto a Lívio, mas o filho solteiro já, um bisneto de 08 anos.


Antonio, 50 anos, está casado, mora na Vila, agora a Vila já é cidade, tem um casal de filhos, de 08 e10 anos.


João, 48 anos, está casado, mora na capital do Estado, não tiveram filhos.


Jânio, 45 anos, está casado pela quarta ou quinta vez. Aos 25 anos em suas aventuras da juventude teve uma filha, mora na capital do Estado. Tem mais duas filhas, uma de 05 anos e a outra de alguns meses.


Jaci, 44 anos, está casado, mora na capital do Estado, tem um filho de 05 anos.


Jamir, 23 anos, voltou da América, está casado, mora no interior do Estado de Minas, ainda não tem filhos.


Ângela, 20 anos, está solteira por enquanto, está noiva, disse que se casa no ano que vem, mora na capital do Estado, não tem filhos.


F IM


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Uma história - Capítulo XVII


Lívio não desiste nunca, Lívio é como a fênix, renasce das cinsas. Lívio com esse pouquíssimo dinheiro consegue construir nos fundos de sua residência mais umas duas casinhas para aluguel e isso reforça seu orçamento. Não podemos esquecer de Rosa. Rosa está sempre presente.

Rosa faz sacolé para vender, Rosa faz doces e bolo para vender no Bar. Rosa faz o mais importante, cuida de tudo de Lívio, alimentação, saúde, vestuário. Olha a idade de Lívio!

Os anos passam, estamos em 2009, Lívio, agora com 81 anos, (ou 82), está firme, briga com as enfermidades da idade, mas continua firme. Rosa como sempre esteve, está ao seu lado. Jamir que foi para o Estado Unidos, está de volta, não ficou rico, mas trouxe uma nora para Lívio e Rosa. Ângela está na Capital, perto de seus meios irmãos, fazendo outro curso superior. Eu não disse que ela gostava de estudar.

Como falei da atualidade de Lívio e Rosa, vou falar em resumo do que aconteceu até o ano de 2009 com a família de Lívio.

Lívio q ue nasceu e vive no analfabetismo pode se orgulhar hoje de ter entre seus filhos, mais de um filho com curso superior, filho pós graduado, filho com mais de um curso superior, netos com cursos superior, neto já no segundo curso superior, netos fazendo mestrado. Que felicidade deve estar sentindo Lívio.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo XVI



Lívio agora não tem mais propriedade rural, mas Lívio desde quando teve a idéia de montar um pequeno comércio jamais parou. As vezes o comércio estava um pouco maior, outras vezes um pouco menor, sua falta de instrução não o deixava progredir muito.


Seus novos filhos estavam crescendo, estavam estudando, estavam aprendendo a gostar de serem comerciantes, então Lívio resolve ampliar o seu comércio, pois Jamir já está sabendo ler e escrever, por tanto já dá para vender e anotar nas cadernetas (vender fiado), pois no interior era e é assim até hoje, se quiser sobreviver e crescer no comércio tem que vender fiado.


Lívio com sua parte da venda da propriedade, digo parte, porque a metade era dos filhos de sua primeira união, mas a outra metade era sua, constrói um ponto comercial muito bom e em cima deste uma residência excelente, fazendo um bom uso do dinheiro da propriedade.


Neste ponto comercial, Lívio, Rosa, Jamir e Ângela trabalharam unidos até o ano de 2005, quando seu filho Jamir, agora então com 19 anos, segundo grau escolar concluído, desanima de trabalhar no comércio e segue uma tendência regional que é ir para o Estados Unidos da América, ganhar dinheiro (dólar) e volta rico.


Ângela ainda tentou tocar o comércio, mas o que ela queria era estudar, e foi o que ela fez, procurou uma cidade próxima da Vila e foi cursar o ensino superior. Lívio não teve outra saída, passou o ponto comercial à frente, mas não desiste de tudo, fica com um cantinho para vender uns refrigerantes, umas cervejinhas e umas pinguinhas.


2006, Lívio está desolado, pouco dinheiro, perspectiva de futuro incerto. Lívio tinha umas quatro casinhas de aluguel e nada mais. Com muita dificuldade, Lívio agora com 78 anos, após pagar muitos anos de previdência oficial, consegue a sua aposentadoria de um salário mínimo oficial e isso lhe dá um novo ânimo.


Lívio está mais tranqüilo, Lívio agora é aposentado, está como a maioria das pessoas que trabalharam muito na vida e agora recebe um beneficio por isso. Parecia que o sonho de Lívio era ter o título de aposentado. Então agora ele podia dizer para todos ouvirem sou “aposentado”.


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo XV



Lívio estava certo. Casou, e neste ano de 2009 completa 24 anos de uma união harmoniosa e bonita. Lívio casou com Rosa, uma moça simples, moça da roça, moça analfabeta assim como ele, uma moça de apenas 22 anos de idade, mas o amor entre os dois é maior do que todos os obstáculos que tiveram e que enfrentam até hoje.

Desta segunda união de Lívio, Lívio e Rosa tiveram um casal de filhos maravilhosos que vieram completar aos oito da primeira união um grande time. O primeiro filho, Jamir, nasceu no ano seguinte ao casamento, e começou a voltar à alegria para aquela casa. Três anos mais tarde nasceu Ângela, uma menina loira, lindíssima, formando um casal de filhos maravilhosos.

Com o nascimento desta filha, Rosa, analisando a idade de Lívio resolveu fazer a cirurgia de laqueadura para não ter mais filhos e dar todos, o seu amor, o seu carinho, assim fazer seu marido e seus filhos mais felizes, o que foi decisão certíssima.

Lívio trabalha muito, a propriedade rural dá muito trabalho, Lívio já está com a idade avançando, Lívio está cansado, Lívio não consegue mais acompanhar o dia a dia da propriedade rural. Lívio decide vender a propriedade rural.

Quando do falecimento de sua primeira companheira, Lívio fez tudo certinho. Seu filho Carlos que cursava a faculdade de Direito foi consultado sobre os procedimentos legais e o mesmo fez tudo como manda os princípios legais.

Então os bens em comum do casal foram inventariados e elaborado a documentação legal e o rol de partilha, ficando cada filho com o seu quinhão legal no monte, abrindo mão para uso fruto de Lívio.

Lívio então cansado da propriedade rural vende a propriedade após comunicação a todos os filhos, inclusive recebendo e repassando a importância proporcional de cada um para que a utilizassem da melhor forma lhes convier.

Tiveram alguns filhos que não quiseram sua participação, deixando para Lívio esses valores para que ele fizesse uso em proveito próprio e de sua família, não cabendo aqui dar nomes aos filhos que abriram mão de tal importância.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo XIV



Jânio desentende com Lívio, seu pai, vai para a Capital morar com sua irmã Áurea. Áurea com seu conhecimento e paciência soube administrar uma boa convivência.


Lívio ficou com Jaci, mas estava difícil, tomar conta de casa não é fácil, uma mulher dona de casa, faz uma tremenda falta. Lívio não conseguia viver bem com Jaci. Lívio coloca Jaci em uma escola de turno integral em uma cidade do interior do Estado.


Jaci não se adapta a escola e vai também para a capital do Estado. Mais uma vez Áurea acolhe mais este irmão e lhe dá atenção e carinho de mãe.


O tempo passa, Carlos, seu filho homem mais velho, casa-se em 1984. Lívio, com 58 anos conhece uma linda moça, filha de proprietários rurais da Vila do Café e em 1985 casam-se.


Quando desta união não houve filhos contra, mas alguns não se empolgaram com o casamento, o que era natural, ciúmes do pai, mas ele em um encontro com os filhos, disse:


Meus filhos aqui com vocês, ficando de fora só a filha mais velha, que está distante, já conversei com os seus irmãos que moram comigo e sua irmã que mora lá na Vila, quero comunicar a todos que vou casar novamente.


Não precisava fazer esta comunicação oficial, mas por respeito a vocês quero fazer esse comunicado oficial. E Lívio disse mais: Como vou casar com uma moça bem mais jovem do que eu, já me disseram que eu estou procurando dor de cabeça. Mas eu quero dizer para vocês que eu estou me sentindo muito só, não estou conseguindo viver assim, e que vou casar e se meu casamento não durar muito, mas o tempo que eu for feliz terá sido válido.


terça-feira, 27 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo XIII



1977, o comércio de Lívio vai bem, já vendeu a tropa, está um pouco cansado, já não está agüentando mais lidar com a tropa.


Compra uma pequena propriedade de plantação de café e parte em pastagem e vai administrar a produção de café e algumas cabeças de bovinos de leite, mas continua morando na Vila.


Tudo caminha bem para Lívio e Joara, os filhos estão se encaminhando. A situação financeira já não é muito ruim. Compra seu primeiro veiculo motorizado, um fusca azul 1973. Todos estão felizes. O filho Carlos que ao sair de casa passou alguns anos sem se relacionar amigavelmente com o Pai, já é um filho presente em freqüentes visitas a família.


De 1978 a 1982, foram anos sem turbulência na vida de Lívio e Joara, duas filhas casadas, uma filha cursando faculdade na Universidade Federal do Estado, o filho Carlos que estava em outro Estado, está mais perto, está também na Capital do Estado, outros dois filhos estão na capital do Estado, estudando e trabalhando, ficando apenas os dois caçulas Jânio e Jaci em casa com a família. Jânio era um pouco rebelde, mas hoje é talvez o mais amigo de Lívio, Jaci sempre foi mais devagar, caçula, sabe como é.


Mas em 1983, uma nova tragédia abate a família de Lívio. Sua esposa passa mal, ele a leva ao Hospital, o médico a medica e ela dorme. Joara, então com 56 anos falece dormindo, não tendo nada a fazer, apenas aceitar a sua falta. Lívio fica viúvo, com 56 anos incompletos, dois filhos, um com 18 anos e outro com 16 anos. Sem Joara, sua esposa, mulher que cuidava de tudo em casa, passa a ter dificuldades com os dois adolescentes.




segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo XII



Lívio com suas viagens estava indo muito bem, já tinha comprado mais ½ lote de animais e consequentemente completado um lote. Lívio ainda bebia muito, estava com 43 anos. Era muito jovem, era muito impetuoso.

Lívio era muito rígido na criação dos filhos e isso atrapalhava um pouco o relacionamento entre pai e filhos. Dificultava o namoro das filhas, que já estavam na idade de começar a namorar, conhecer os rapazes da Vila.

197l, mais uma grande mudança na vida de Lívio, seu filho Carlos, adolescente, idade da rebeldia, idade de difícil compreensão dos pais, pais despreparados para lidar com esta idade, desentendem e Carlos sai de casa. Carlos que era quem tomava conta do comercio, vai embora, deixa triste sua mãe e talvez também seu pai, mas pai machão, jamais irá admitir.

Ainda em 197l, houve mais mudança na família de Lívio e Joara. A filha mais velha já está longe, o filho Carlos também vai para esta mesma cidade, Áurea já não leciona mais, está estudando em um colégio de Freiras. Em casa já estão apenas cinco de seus oito filhos. É a vez do filho Antonio tomar conta do comércio com ausência de Carlos, com ajuda de Jairo e posteriormente os outros dois, já que a vida foi tomando seu curso, que daqui pra frente contaremos.

1975, Lívio e Joara realizam o casamento de sua filha Adria, após muitos anos morando perto de seus pais, hoje viúva, mora também na Capital do Estado.

1976, Áurea já concluiu o segundo grau (curso de magistrado) então professora, quer fazer o curso superior, vai com seu irmão Antonio para a Capital do Estado, deixando em casa apenas três irmãos daquela turma imensa inicialmente.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo XI



Foi então com o recebimento do primeiro pagamento pela sua filha Áurea que Lívio teve uma grande idéia que veio mudar sua vida até os dias de hoje.


Sentindo seu tino (vocação) comercial resolve transformar onde guardava os acessórios de sua tropa em um pequeno comércio (venda de pinga e banana, praticamente era só isso inicialmente), e compra com o recebimento de Áurea as primeiras mercadorias para iniciar o negócio.


Após interferência de alguns amigos, Lívio começa a receber em parcelas parte da venda da tropa e com esse dinheiro, pagar alguns empréstimo que tinha na praça e com o que sobrava, economizava, para voltar para sua profissão que era de tropeiro, pois de 1967 a 1969, já estava na hora de voltar a ter café na Vila para ser puxado, pois os plantios realizados começavam a dar seus primeiros frutos.


Em 1969, Lívio recebe o restante do valor da venda da tropa, faz as contas e chega-se a conclusão que o dinheiro dá para comprar ½ lotes de burros (05 animais). Fica sabendo que pelas bandas de um lugarejo ali distante uns 60km tinha uma pessoa querendo vender exatamente ½ lote e era o que o dinheiro dava para comprar.


Lívio não perdeu tempo, chamou seu filho Carlos e foram até o vendedor e fechou o negócio, voltando alegre e animado para casa. Como a produção de café ainda era pequena, Lívio voltou às vendas e compras de feijão, bem como as compras e vendas de mercadorias na região do Estado da Bahia, deixando seu filho Carlos tomando conta do pequeno comércio.


Joara, esposa de Lívio, que era uma boa dona de casa, sempre fazia uns docinhos, bolos, ovos cozidos para vender no comércio e com isso melhorando a lucratividade.



quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo X



Chega-se o dia de receber a venda da tropa, é o vencimento, e olha que o comprador não tem condições de pagar, bem como não possui mais a tropa para devolver. Lívio entra em desespero, quer receber de qualquer jeito, os amigos interferem para que ele não faça a coisa errada.

Foram-se alguns de meses de intensa dificuldade. Sua família chegou a ficar sem alimentação. Joara sua esposa, para aliviar a dificuldade, plantava no quintal da casa uma pequena hortaliça (plantação de algumas verduras) e pela manhã colhia, colocava em uma bacia e Carlos saia pelas ruas para vendê-las e com essa pequena arrecadação colocar algum alimento em casa. As roupas iam sendo remendadas (consertadas). Ainda bem ou não, naquela época não havia energia elétrica e tão pouco água tratada, então não tinham estas contas para pagar no final do mês.

Mas tudo isso era muito pouco, tinha muitas bocas para serem alimentadas, mesmo com uma a menos, a filha mais velha estava casada e morando longe, precisavam de mais algum rendimento até ver o que aconteceria na cobrança de venda da tropa.Justificar

Em razão das boas notas e do bom aprendizado, sua segunda filha, Áurea, ainda com 16 anos, é convidada para lecionar (professora, dar aulas) em uma propriedade rural, onde a mesma passava a semana toda nesta fazenda rural. Foi um período difícil para essa jovem quase criança. Mas também foi uma grande experiência em sua vida.

Áurea era professora, mas não era legalizada, então demorou uns três meses para a devida regularização e receber seu primeiro salário, e lógico, aquele salário ajudaria muito no sustento da casa e de seus irmãos.

O dinheiro da venda da tropa não entrava, Lívio não sabia o que fazer, mas Lívio nunca ficou parado, Lívio comprava bananas das propriedades rurais e vendia na Vila, Lívio plantava Arroz a meia, colhia, tirava um pouco para o sustento da família, vendia uma parte para compra de outras necessidades de casa.

Uma história - Capítulo IX


1967, a família de Lívio e Joara tinha crescido um pouco mais, não eram mais seis filhos, mais já eram oito filhos. Não estranhem a quantidade de filhos, para aquela região, naquela época, era uma normalidade. Em 196l, nasceu Jairo, em 1964 nasceu Jânio e 1966 nasceu Jaci. Só para efeito de parâmetro os pais de Lívio tiveram dez filhos.


Chegamos ao ano de 1969, a safra foi pequenina, praticamente não houve safra. Lívio toma uma decisão, para ele, drástica. Vai vender a sua tropa (15 animais) e retornar as suas origens, comprar uma terrinha rural e voltar a trabalhar na roça. Sua filha mais velha estava com 17 anos, a seguinte para completar 15 anos, o primeiro filho homem completaria 13 anos, estes três na mesma série do hoje ensino fundamental – sétima série – naquela época terceira série ginasial (primeiro grau).


Surge o interessado comprador, o que fazer, vender. Com preço ajustado, vende-se a tropa. Como todos os negócios daquela época e até hoje ainda tem muitas transações assim, os negócios eram ajustados com o prazo para pagamento após a safra (colheita) do ano seguinte, e assim foi feito.


Lívio ia tentar a sobrevida de um ano de espera para receber o valor da venda da tropa e recomeçar sua vida.


Tinha uma pequena economia. Comprou uma junta de bois, (canga de bois), um arado (máquina para cortar a terra para melhorar o plantio) e começou a trabalhar em forma de diária para as pessoas da região. Foi apenas um quebra galho, já que a região não tinha uma força agrícola de lavoura branca, o negócio era o café, só que da preparação das mudas de café até o mesmo ter sua primeira colheita esperava-se quatro anos e Lívio não podia esperar, por isso vendeu a sua tropa.


Estamos em 1969, à situação em casa anda difícil, Lívio anda bebendo muito, está sem direção, mas mesmo assim sua filha mais velha completa 18 anos, casa-se e vai morar bem longe dos pais, mais precisamente no Estado de São Paulo, onde está até hoje.



terça-feira, 20 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo VIII



Terminada a safra de 1966, veio a mudança na vida da família de Lívio. O Governo Federal preocupado com qualidade do café brasileiro, nosso café estava muito brocado, não havia defensivos agrícolas que conseguiam eliminar a praga da broca, tomou uma decisão intempestiva: Começou a erradicar com as lavouras brocadas, o que eram a maioria, e para isso pagava-se muito bem aos proprietários das lavouras para arrancar o café e fazer um novo plantio.

Foi uma correria ao Banco do Brasil, e de lá saiam com sacos de dinheiro. Em vez dos agricultores voltarem ao plantio de novas lavouras, o que houve foi uma migração massificada dos agricultores para os Estados do Paraná, Mato Grosso e até Rondônia, com eles levando o dinheiro da erradicação do café e comprando terras baratas naqueles Estados.

E o Lívio, o que fazer, não tinha mais café para puxar (transportar), o que fazer com os seus animais, precisava comer beber, vestir, cuidar dos animais. Lívio ainda tentou sobreviver levando aguardente (pinga) de Vila do Café para vender em algumas Vilas no Estado da Bahia e retornando trazia Farinha de mandioca para vender na Vila do Café.

Este tipo de comércio era muito difícil, não havia estradas, não havia pontes, os animais sofriam muito para realizar o transporte. Uma distancia de 80km para ser percorrida levava-se três dias para ir, três dias para voltar e mais uns dois dias para vender as mercadorias levadas e comprar as mercadorias para o retorno. Não dava para fazer mais que uma viagem por mês.

1966, os três filhos mais velhos deram uma alegria imensa a Lívio e Joara, todos os três terminaram a quarta série do ginásio (Quarta série do primeiro grau) sem reprovação em nenhum dos anos e sempre com boas notas de aprovação.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

UFA - União Família Almeida


1. Aniv.de meu Pai - ADN - ES - Almoço - Parte I - 11-10-2009

2. Aniv.de meu Pai - ADN - ES - Almoço - Parte II - 11-10-2009


(Só clicar nos links acima e assistir os vídeos completos)


No último dia 11 (11/10/2009) foi mais um encontro anual de nossa família. A família dos “ALMEIDA” em Água Doce do Norte – ES.


Este foi apenas o nosso terceiro encontro, teremos muitos outros, mesmo com a falta de alguns, seja por quais motivos forem, esta tradição deve ser continuada.


Após um papo descontraído e despretensioso realizado em 2007 chegamos à conclusão que precisávamos ter uma data anual para que os familiares pudessem se encontrar, reunir e por que não, já a cada ano temos novos membros das famílias para serem apresentados, como: Bisnetos, Sobrinhos, Primos, Netos, Genros, Noras etc.


Para que essa data se tornasse forte estabelecemos que a mesma deveria acontecer no mês de aniversário de meu Pai, mês de Outubro.


Só a família de meu pai já é suficiente para fazermos uma festa. São dez filhos/filhas, portanto dez noras/genros. São quatorze netos (alguns com as suas caras metades) e por enquanto um bisneto.


Este ano tivemos um aumento no número de pessoas participantes deste evento. Além dos familiares, marcaram presença mais alguns parentes por parte de nosso pai e para completar a beleza desse nosso encontro vieram alguns parentes por parte de nossa falecida mãe, pela primeira vez.


Nosso encontro vem crescendo a cada ano. Já está ficando conhecido na cidade. Já está ficando difícil mantê-lo privado, fechado somente aos familiares.


Neste ano tivemos a presença de trinta e duas pessoas amigas, amigos que auto convidaram e nos prestigiaram e se emocionaram com todos eventos promovidos neste dia (churrasco, almoço, brincadeiras, vídeos, murais, teatro, etc...).


Obrigado a todos, de coração, pela presença.


UFA! Até o ano que vem.




quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo VI



Lívio volta para sua família, é Agosto de 1962, sua família já eram de seis filhos.


Lívio disse: Joara, meu amor, gostei da experiência, vamos vender o que não podemos levar e vamos mudar para Vila do Café.


Assim que o ano de 1963 começar as crianças vão para escola. As crianças estão passando da idade de irem para a escola. Vão começar a estudar os três mais velhos e na mesma série, por que os dois mais velhos estão atrasados.


Já aluguei uma pequena casa para nós morarmos. Vamos levar só as coisas de comer, não temos como levar os animais. A casa era pequena mesmo, mal dava para toda a família dentro da casa. Mas com toda dificuldade eram uma família feliz.


Joara pensou e disse: Eu sou sua esposa e onde você for eu vou junto.


Em 1962, Lívio e Joara tinham seis filhos (três mulheres e três homens) e que agora vamos dar-lhes os nomes para que nossa história caminhe com mais alguns interessantes personagens.


Pela ordem: A (Ana) primogênita nascida em 1951, a segunda filha, Áurea, nascida em 1953 e assim depois o terceiro filho, Carlos, nascido em 1955, a quarta filha, Adria, nascida em 1957 e o quinto filho, Antonio, nascido em 1959, neste ano de nossa história fazendo ½ século (50 anos) e Jairo, nascido neste ano de 1961.


Lívio e Joara então reuniram os filhos, contratou um pequeno caminhão (também conhecido por pau de arara), colocou os poucos móveis e utensílios que possuía em cima do mesmo e viajaram para Vila do Café.



quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo V



Joara disse: Continua Lívio, fale mais.

Lívio disse: Hoje nós temos cinco filhos, seriam seis, mas perdemos uma, a agricultura está difícil, gostaria de mudar de trabalho, não estou querendo mais trabalhar na roça.

Disseram-me que nesta Vila estão precisando de pessoas que possuam animais para puxar (transportar) o café das propriedades rurais até as máquinas de pilar (beneficiar) o café para ser vendido e pagam muito bem.

Como nós já temos cinco animais (burros e mulas) posso ir para lá e fazer uma experiência na próxima safra (colheita) que começa no mês de Abril e vai até o mês de Julho (ano de 1962) sem vocês e se tudo der certo eu volto e levo todos vocês, mas todo mês ou com menos espaço de tempo vou voltar para visitar vocês.

Joara: Tudo bem eu confio em você, pode ir, mas não esqueça de nós, ficaremos aqui na propriedade de seu Pai esperando por você. Então vamos terminar de colher o milho, o feijão, o arroz para tratar das criações para que possamos nos alimentar e esperar sua volta.

Bom, virou o ano e era ano de 1962. Lívio junta sua pequena tropa (animais) e parte para aquela Vila que não conhecia e apenas ouvira falar. Só ele sabe como chegou, como se alojou (hospedou) e se virou naquela Vila. Vila onde os tempos eram brutos, sem um sistema de segurança pública, o que mandava era a lei do mais forte.

Lívio, trabalhador como era, lutou, fez aquela safra, visitando sua família com a freqüência que pode, e sempre levando presentes para todos e um pouco de dinheiro para que sua esposa pudesse comprar os complementos alimentares e algumas roupas para todos.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo IV


Era o ano de 1961 e Lívio e Joara já com cinco filhos e sentindo grande dificuldade no trabalho da agricultura queria sonhar com uma vida melhor, tanto para eles como para os seus filhos, e uma de suas principais preocupações era que seus filhos estavam crescendo e não tinha onde estudar e se assim continuasse ficariam analfabetos como eles e sem uma outra expectativa de vida a não ser trabalhar na roça.


A partir daqui nossa história terá alguns diálogos que serão reproduzidos da forma que possamos entender como funcionavam as cabeças daquelas criaturas naquela época.


Lívio que no seu trabalho de sol a sol com a ajuda de sua querida esposa conseguiram nestes anos comprarem alguns animais de carga como: cavalos, burros, mulas, bem como algumas cabeças de bovinos leiteiro e de trabalho, além da pequena criação de aves (galinhas) e suínos (porcos), sentaram em sua pequena sala para uma conversa.


Lívio disse: Joara, meu amor, estamos no fim do ano, (1961), fiquei sabendo que distante daqui umas dez léguas (60km) tem uma pequena vila próspera e com uma grande produção de café, um produto que não é comum em nossa região.


Uma história - Capítulo III



Os dois jovens Lívio e Joara, trabalhadores como ninguém, sabiam que a vida seria muito difícil, mas o que dois jovens, analfabetos, teriam que fazer em terras tão difíceis a não ser casar e formar uma família dedicando aos trabalhos rurais na propriedade do Sr João e D.Maria?

Para começar Lívio e Joara construíram uma pequena tapera barreada para a espera dos filhos que logo logo nasceram.

Lívio e Joara se casaram com a idade de 23 anos, ambos tinham a mesma idade, nasceram em 1927, embora Lívio até hoje afirmar que nasceu em 1928, mas sua esposa, que era melhor de guardar as datas, sempre afirmou que eles nasceram no mesmo ano. Lívio realmente mais tarde teve seu registro civil datado de 1928, mas sua irmã mais nova afirma estar errado, já que ela nasceu em 1928.

Os anos passam, os filhos nascem, a família cresce, Lívio e Joara, mais Lívio do que Joara, dedica seu tempo de sol a sol na roça para sustentar aquela família e dar-lhes uma condição de melhor vida a cada dia, enquanto sua esposa cuida da casa e dos filhos.

Então a tapera barreada fica pequena e Lívio e Joara com todas as suas dificuldades constrói na propriedade do pai de Lívio uma casa de alvenaria, telhado tampado com telhas de barro e não mais com folhas de sapé como era a cobertura da tapera. Em comparação com maioria das moradias da região a casa construída pelo casal Lívio e Joara era uma casa muito boa e com relativa segurança. Um detalhe a mais: A tapera era construída bem no meio de uma pastagem em quanto à casa nova foi construída perto da pequena, mas a principal estrada que cortava ao meio a propriedade.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Uma história - Capítulo II






João, Maria e seus filhos desbravaram aquelas terras, cultivaram aquelas terras, formaram pastagens naquelas terras, compraram e criaram animais naquelas terras.

João e Maria para conseguirem cuidar de toda aquela terra tinham necessidade de contratar outras pessoas para trabalharem para eles em forma de diaristas ou meeiros e ai surge mais uma família nesta história, que é a família de Júlio, Júlia e seus filhos, e um destaque especial para sua linda filha Joara.

E foi em um baile (forró) na casa de agricultores vizinhos que Lívio, filho mais velho de João e Maria, conheceu Joara, filha mais velha de Júlio e Júlia e ficaram amigos.

Após algum tempo de amizade entre Lívio e Joara surge um sentimento maior, que com todas as restrições que os pais colocavam em seus filhos naquela época, aquele sentimento era amor.

Após um curto e difícil namoro, seis meses, namorar era quase pelo buraco da fechadura, já no ano de 1950, Lívio e Joara se casam em uma cerimônia religiosa, já que a oficialização legal em cartório era praticamente impossível, pois na região não se tinha noticia onde estaria o tabelião mais próximo e este próximo provavelmente seria há alguns dias de viagem a pé por meios de trilhas.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Uma história - Caítulo I


Esta é uma história, que pode ser sua, ser minha, ser de qualquer pessoa deste lindo País, que é o Brasil.

Esta história começa por volta do ano de 1900 no interior de Minas Gerais, pela região de Caratinga – MG.

Neste ano, nesta cidade nasceu um menino que por volta do ano de 1941 viria fazer história em uma região mais distante e ainda indefinida se pertenceria ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Espírito Santo, região esta que era chamada pelo povo de “contestado”.

Vamos chamar esse menino, agora em 1941, um homem formado com 41 anos de idade, de João e já casado e tendo como sua linda esposa, Maria.

João e Maria chegaram a esta região chamada “contestado” com seus filhos, dos quais vamos dar destaque a um, o qual será o ditador do curso de nossa história, e vamos chamá-lo de Lívio.

João e Maria foram atraídos para esta região por uma proposta governamental da época, visto que os governantes precisavam levar o desenvolvimento para o interior dos estados. Para isso ofereciam grandes glebas de terras por preços baixos e ótimas condições de pagamento.

Por que precisamos de tantos exames médicos

Estava eu ontem, dia 05-10-2009 assistindo a um programa na Televisão em que um Jornalista brasileiro entrevistava uma Jornalista Internacional.

Esta Jornalista é formada em Biologia (pesquisa de laboratório) e Matemática.


No doutorado ela desistiu de tudo e foi ser Jornalista. Ela falou que não amava as outras profissões e agora ama a profissão de Jornalista.


Não estou aqui para falar destas profissões, o que me trouxe a escrever foi a entrevista que ela concedeu ao Jornalista brasileiro.


Tudo isto me veio a cabeça ao olhar as fotos do aniversário de um dos meus irmãos onde estavam meu pai, (81 anos), uma irmã, (56 anos), eu (54 anos), um irmão, (50 anos), um irmão, (48 anos), um irmão (45 anos) e outros dois irmãos de 20 e 23 anos.


A entrevista era sobre a “gripe suína” e esta jornalista se especializou em pesquisar e escrever para o jornal onde trabalha sobre epidemias.


Ela escreveu um livro sobre as mortes acontecidas pelas epidemias no passado, principalmente sobre a “gripe suína” de 1918 que até hoje não sabemos quantas pessoas morreram. Falam-se em 25 milhões de pessoas só na china.

De acordo com as palavras dela, desta vez também jamais saberemos o número exato de mortes.

Durante a entrevista o jornalista brasileiro lhe pergunta:

Durante suas pesquisas descobriu se a gripe suína já está controlada?

Ela responde: Sim, só que vai continuar matando, pois ela está aí desde 1918.


O jornalista lhe faz mais uma pergunta:

Quem vai vencer, o ser humano ou o(s) vírus? Nós acabaremos com o(s) vírus ou ele(s) acabarão conosco?


Ela responde: Se o(s) vírus acabarem com os seres humanos seremos todos perdedores porque sem os hospedeiros (humanos) não haverá vírus. O(s) vírus também morrerão.


Voltamos a minha família que mencionei. Esta família que vem de épocas onde a medicina não tinha todo este potencial a ainda por cima nós vivemos a maior parte destes anos em regiões de poucos recursos e desconheço se alguém tenha contraído alguma doença oriunda de epidemias.


Durante a entrevista o Jornalista brasileiro faz mais uma pergunta à jornalista internacional, agora sobre os excessos exames de laboratório requisitado pelos médicos a todos que vão aos seus consultórios e sobre os excessos de diagnósticos de câncer.


Ela responde: Que uma piada que ela ouviu uma determinada vez fez com que ela parasse de fazer aqueles exames anuais, que dizia o seguinte – Um leitor de seus livros lhe perguntou e ele mesmo respondeu – O que é uma pessoa saudável? E a resposta – Uma pessoa que nunca foi ao médico.


Depois deste comentário a jornalista internacional respondeu ao Jornalista brasileiro que os exames de laboratório por qualquer mera consulta faz mais mal ao paciente do que bem, pois a partir daí começa o stress psicológico até o resultado, que nunca é 100% repleto de boas noticias, mas o que não é boa noticia também não o mataria.


Sobre a pergunta dos exames de câncer ela disse que tantos exames desta doença que não deveriam ser solicitados por que muitas destas variações de câncer não matam e muitos não tem cura e em ambos os casos o paciente do início até o resultado do exame só sofre. E se não tem cura é o fim.


Por fim ela disse que chegou o dia de fazer os exames anuais. Foi a sua médica e logo de cara lhe pediu que fizesse um eletrocardiograma. Ela recusou alegando que na sua atividade ela andava muito todos os dias, às vezes até corria, portanto não era possível ela ter algum problema cardíaco. Mas sua médica insistiu que seria melhor ela fazer, pois poderia em um desses momentos da correria do dia-a-dia ela cair e passar e mal, era uma precaução. E ela insistiu em não fazer porque não estava sentindo nada e que o plano de saúde dela não exigia tais exames, e que quando ela caísse passando mal seria socorrida e faria os exames necessários.

Isto tudo me trouxe uma simples reflexão. Meu pai com 81 anos de idade é mais saudável do que eu e visitou um consultório médico bem menos do que eu. Eu estou sempre mais feliz quando fico mais tempo longe das consultas médicas.


Para finalizar acompanhei recentemente minha esposa para fazer um exame anual de mamografia e acho que sofri mais do que ela. Sofri enquanto ela entrava para aqueles locais em que se entra sozinha para ser examinada (saber se tinha câncer de mamas) e sofria enquanto ela não retornava. Ela retorna, que alívio. Alívio nada. Sentar e esperar o resultado, esta espera é sofrível. Chama seu nome, e eu já me vejo juntamente com ela pegando o resultado e está tudo ótimo, vamos embora. Embora que nada. Chamam-na para repetir o exame. O exame não ficou claro para a apreciação e emissão do laudo. O médico diz que é assim mesmo, isso acontece, é quase padrão repetir os exames. Começa todo o sofrimento de novo, e agora com maior stress. Confesso, a partir daí passa tanta coisa pela cabeça. Que loucura, minha esposa retorna, espera novamente, chamam-na novamente, lhe entregam os exames juntamente com o laudo e dizem que está tudo bem. Simples, só isso, bom dia, passar bem. Será que precisamos de tanto sofrimento durante um exame médico. Acho que envelheci uns dois anos naquele dia. Nas vezes anteriores minha esposa sempre foi sozinha. Até o próximo.



sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Olha a boiolagem - Última parte

Inspirados nos ensinamentos contidos nas piadas do bom e saudoso Costinha, um grupo de cientistas do mais alto gabarito descreveu minuciosamente os sintomas de uma síndrome cada vez mais freqüente: a boiolagem, viadagem ou gay-zice.


06. Sair pra dançar.
Que p#rra é essa? Homem sai pra beber, pra zoar, pra pegar mulher. Homem que sai pra dançar não é homem! No máximo, você pode dar uns passos na pista de dança, com a intenção, é claro, de se aproximar da mulher que te chamou a atenção. Homem que sai pra dançar não sei não....

07. Bebidas com nomes exóticos.
Sex on the beach, Dry Martini, Bloody Mary....tudo coisa de viado, gay, boiola! Homem não tem frescura, bebe aquilo que todo mundo conhece: Vodka, Pinga, Whisky, Conhaque. Cerveja muita cerveja! Detalhes em copo de homem são: limão, gelo ou palito, dependendo da bebida. Canudinho e guarda-chuvinha nem pensar. Coisa de viado!

08. Notar como os outros estão vestidos.
Você é daqueles que repara que seu amigo está vestindo a mesma camisa de ontem? Você é viado! Qual a diferença entre seu amigo sair para tomar uma cerveja com uma camisa dessas que não sai por menos de 100 pratas e sair com uma camiseta que ele ganhou de brinde do cartão de crédito? Nenhuma! Se o cara tá ridículo, o problema é dele, ou melhor, sobra mais mulher pra você! Se você dá uma de Clodovil e repara se as roupas de seus amigos combinam... ... É GAY!

09. Comer bolo em festa de aniversário.
Só viado faz isso. Homem que é homem enche o prato de salgadinhos, bebe pra c#ralho, vomita. Quem come bolo é mulher, criança e VIADO.

10. Pedir meias porções ou meias doses.
O nome é porção ou dose porque já é calculado, ou seja, um homem come uma porção de gororoba, ou uma dose de birita. Então, quem come meia porção é meio-homem. Pior ainda são aqueles que pedem pratos terminados com 'inho'. Por exemplo: - Garçom, traz um arrozinho por favor? Isso é muita viadagem.

11. Consolar ex-namoradas de amigos.
A única maneira do verdadeiro homem, fazer isso, é pensando em como levar ela pra cama ou então fazendo com que ela fale algo que possa ser usado pra zoar o seu amigo em questão. Do contrário, vá chorar no ombro da mamãe...


Achou ruim? Vai reclamar com o Costinha!